{"id":21024,"date":"2026-11-06T13:52:43","date_gmt":"2026-11-06T16:52:43","guid":{"rendered":"https:\/\/www.confere.org.br\/wordpress\/?p=21024"},"modified":"2026-11-06T13:53:18","modified_gmt":"2026-11-06T16:53:18","slug":"producao-da-industria-recua-08-em-setembro-4a-queda-em-cinco-meses","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.confere.org.br\/wordpress\/producao-da-industria-recua-08-em-setembro-4a-queda-em-cinco-meses\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria recua 0,8% em setembro; 4\u00aa queda em cinco meses"},"content":{"rendered":"\n<p>A produ\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria brasileira apresentou queda de 0,8% na passagem de agosto para setembro. O resultado representa a quarta retra\u00e7\u00e3o no intervalo de cinco meses.<\/p>\n<p>Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quinta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p>De acordo com a Secretaria de Pol\u00edtica Econ\u00f4mica do Minist\u00e9rio da Fazenda, o dado de setembro veio abaixo da mediana das expectativas de mercado (-0,4%).<\/p>\n<p>No acumulado de 12 meses, a produ\u00e7\u00e3o industrial apresenta alta de 0,2%. De acordo com o analista da pesquisa, Andr\u00e9 Macedo, o desempenho das f\u00e1bricas brasileiras nos \u00faltimos meses revelam \u201cclara redu\u00e7\u00e3o na magnitude de crescimento\u201d.<\/p>\n<p>Nos cinco \u00faltimos meses, a perda acumulada chega a 4,1%, o que elimina parte do ganho de 4,2% verificado nos quatro primeiros meses do ano.<\/p>\n<p>Com os n\u00fameros de setembro, a ind\u00fastria fica posicionada 16,5% abaixo do patamar mais alto j\u00e1 registrado, que pertence a maio de 2011.<\/p>\n<p>Veja o comportamento do setor nos \u00faltimos meses:<\/p>\n<ul>\n<li>Setembro: -0,8%<\/li>\n<li>Agosto: -07%<\/li>\n<li>Julho: 0%<\/li>\n<li>Junho: -1,6%<\/li>\n<li>Maio: -1%<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Queda disseminada<\/h3>\n<p>Macedo detalha que na passagem de agosto para setembro, houve \u201cperfil disseminado de taxas negativas\u201d, alcan\u00e7ando tr\u00eas das quatro grandes categorias econ\u00f4micas e 17 das 25 atividades industriais pesquisadas.<\/p>\n<p>Veja o comportamento por grande categoria econ\u00f4mica:<\/p>\n<ul>\n<li>bens de capital (m\u00e1quinas e equipamentos): -1,9%<\/li>\n<li>bens de consumo semi e n\u00e3o dur\u00e1veis: -1,2%<\/li>\n<li>bens intermedi\u00e1rios (produtos utilizados na produ\u00e7\u00e3o de outros bens): -0,7%<\/li>\n<li>bens de consumo dur\u00e1veis: 0,7%<\/li>\n<\/ul>\n<p>Entre as atividades, as principais influ\u00eancias negativas foram coque (derivado do carv\u00e3o), produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (-4,2%) e produtos aliment\u00edcios (-1,7%).<\/p>\n<p>Macedo explica que a produ\u00e7\u00e3o de \u00e1lcool et\u00edlico e de a\u00e7\u00facar responderam por grande parte das perdas.<\/p>\n<p>\u201cVale destacar que essas atividades foram pressionadas pela redu\u00e7\u00e3o no processamento da cana-de-a\u00e7\u00facar, refletindo, em grande parte, os impactos provocados pelo maior volume de chuvas&#8221;.<\/p>\n<p>Por outro lado, o crescimento nas ind\u00fastrias extrativas (1,7%) exerceu a principal influ\u00eancia positiva na m\u00e9dia da ind\u00fastria. &#8220;Nesta atividade, os destaques ficaram por conta da maior extra\u00e7\u00e3o de \u00f3leos brutos do petr\u00f3leo, g\u00e1s natural e min\u00e9rios de ferro&#8221;, analisa.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o a setembro do ano passado, a produ\u00e7\u00e3o industrial caiu 2,5%, o recuo mais acentuado desde mar\u00e7o de 2024 (-2,9%).<\/p>\n<p>O IBGE aponta que a compara\u00e7\u00e3o foi afetada pelo efeito calend\u00e1rio (setembro de 2026 teve um dia \u00fatil a menos) e por uma elevada base de compara\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que a ind\u00fastria avan\u00e7ou 2% em setembro de 2025.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No acumulado de um ano, setor cresce 02%, mostra IBGE<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":21025,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[2],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.confere.org.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21024"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.confere.org.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.confere.org.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.confere.org.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.confere.org.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21024"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.confere.org.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21024\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21026,"href":"https:\/\/www.confere.org.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21024\/revisions\/21026"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.confere.org.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21025"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.confere.org.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21024"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.confere.org.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21024"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.confere.org.br\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21024"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}