Política de Privacidade

POLÍTICA DE PRIVACIDADE DE DADOS PESSOAIS DO CONFERE

A Lei Federal nº 13.709/2018 (LGPD) foi criada para regulamentar o tratamento de dados pessoais, nos meios físicos e digitais, protegendo os direitos fundamentais de liberdade e privacidade, bem como o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural.

Com o intuito de melhor esclarecer como realizamos o tratamento de informações pessoais que coletamos ou armazenamos, detalhamos, a seguir, a Política de Privacidade de Dados Pessoais deste Conselho Federal.

1. O QUE É “TRATAMENTO DE DADOS”?

A Lei Geral de Proteção de Dados se utiliza do termo “tratamento” para dar amplo alcance à proteção de informações relacionadas às pessoas físicas, que, de alguma forma, possam afetar sua privacidade e liberdade individual.

De acordo com o artigo 5º, X, da Lei nº 13.709/2018, tratamento é “toda operação realizada com dados pessoais, como as que se referem à coleta, produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transmissão, distribuição, processamento, arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação ou controle da informação, modificação, comunicação, transferência, difusão ou extração”.

Esta Entidade, em regra, realiza o tratamento de dados pessoais necessários à realização de nossas atividades finalísticas, decorrentes de atribuição legal, bem como de eventuais procedimentos necessários ao nosso regular funcionamento. 

2. QUAIS TIPOS DE INFORMAÇÕES PESSOAIS COLETAMOS E UTILIZAMOS?

No âmbito deste Conselho, a LGPD é aplicada em todas as situações que envolvam informações pessoais. Os referidos dados podem se apresentar em formato físico (papel, cópia de documentos etc.) ou eletrônico (informações em formato digital, documentos digitalizados, e-mails etc.).

Coletamos e tratamos dados pessoais de:

2.1 REPRESENTANTES COMERCIAIS, REGISTRADOS OU NÃO:

De acordo com o artigo 2º da Lei nº 4.886/65, é obrigatório o registro dos que exerçam a representação comercial autônoma nos Conselhos Regionais.

Para darmos fiel cumprimento à referida legislação, coletamos e utilizamos dados pessoais de representantes comerciais, registrados ou não, em especial, os seguintes:

– dados cadastrais (nome completo, identidade, CPF, endereço, etc.), fornecidos pelo seu titular, seu procurador ou obtidos por meio de órgãos, agências ou entidades de proteção ao crédito.

– débitos, inscritos ou não em dívida ativa, acordos e negociações de dívidas.

– denúncias e outras informações recebidas ou decorrentes de Processos de Ética e Disciplina.

– contratos e documentos relacionados à representação comercial.

2.2 FUNCIONÁRIOS:

Coletamos e armazenamos dados pessoais de funcionários e colaboradores deste Conselho, com objetivo exclusivo de viabilizar o devido funcionamento do Setor de Recursos Humanos, sendo utilizados dados cadastrais, anotações trabalhistas, eventuais processos administrativos disciplinares, informações salariais, qualificações profissionais, sem prejuízo de outros.

Em cumprimento à Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011), algumas informações são disponibilizadas publicamente no sítio eletrônico da Entidade, por meio do Portal da Transparência.

2.3 CONSELHEIROS:

Os dados pessoais de Conselheiros integrantes da Diretoria desta Entidade possuem caráter político, motivo pelo qual é necessária a publicidade de determinadas informações, tais como nomes, identidades, imagens e outras relacionadas às suas qualificações pessoais.

2.4 TERCEIROS:

Eventuais informações pessoais de terceiros podem ser recebidas por esta Entidade, por meio de instrumentos contratuais ou expedientes.

Na ausência de autorização expressa de seus titulares, se os referidos dados não estiverem relacionados à nossa atribuição legal ou não forem necessários ao desempenho de nossas atividades, os mesmos serão imediatamente eliminados ou anonimizados.

3. CONSENTIMENTO

Não há necessidade de consentimento dos titulares de dados pessoais quando o tratamento decorrer de atribuição legal, ou quando as referidas informações forem necessárias para o devido funcionamento desta Entidade.

Nos demais casos, sempre pediremos o seu consentimento expresso.

4. DADOS SENSÍVEIS

Em regra, não realizamos o tratamento de dados sensíveis, exceto em relação à informação de filiação sindical, utilizada, por ora, exclusivamente para que os registrados exerçam o direito de voto nas eleições para composição de Diretoria dos Conselhos Regionais.

Nestes casos, a referida informação não é divulgada a terceiros e seu acesso é restrito às pessoas que fazem parte da organização do processo eleitoral.

Em casos diversos ao mencionado acima, só realizaremos o tratamento de dados sensíveis após o consentimento expresso do seu titular.

5. COMPARTILHAMENTO DE DADOS

5.1- COM A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA:

Eventualmente, podemos realizar compartilhamento de dados com outros entes da Administração Pública, sendo dispensada por lei a autorização do seu titular, quando necessário à execução de políticas públicas previstas em leis, regulamentos ou respaldadas em contratos, convênios ou instrumentos congêneres.

5.2- COM PESSOAS JURÍDICAS DE DIREITO PRIVADO:

Esta Entidade pode compartilhar dados pessoais com empresas privadas, nos casos de terceirização de serviços. As referidas empresas são obrigadas, legalmente e por força contratual, a observarem todos os ditames da Lei Geral de Proteção de Dados, limitando a utilização dos respectivos dados apenas no que for necessário ao cumprimento do objeto contratado.

Nos demais casos, o compartilhamento só ocorrerá após autorização expressa do titular, podendo ser revogada por ele a qualquer momento.

6. DURAÇÃO

Após cumpridas suas finalidades, os dados pessoais são eliminados, podendo, entretanto, serem mantidos no caso de existência de interesse público ou caso sejam anonimizados.

Já os documentos e dados registrais dos representantes comerciais são considerados de guarda permanente, vez que possuem valor histórico e informativo, conforme estabelecido pelo art. 8º, § 3º da Lei nº 8.159/2001. Os referidos dados permanecerão armazenados nesta Entidade, podendo ser acessados apenas por pessoas autorizadas, ou compartilhados em cumprimento à decisão judicial ou decorrente de obrigação legal.

7. DIREITOS DO TITULAR

Nos termos do art. 18 da Lei nº 13.709/2018, o titular dos dados pessoais tem direito a obter do Controlador, em relação aos seus dados pessoais, a qualquer momento e mediante requisição:

a)  confirmação da existência de tratamento;

b)  acesso aos dados;

c)   correção de dados incompletos, inexatos ou desatualizados;

d)   anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários, excessivos ou tratados em desconformidade com o disposto naquela Lei;

e)    portabilidade dos dados a outro fornecedor de serviço ou produto, mediante requisição expressa, de acordo com a regulamentação da autoridade nacional, observados os segredos comercial e industrial;

f)    eliminação dos dados pessoais tratados com o consentimento do titular, exceto nas hipóteses previstas no art. 16 daquela Lei;

g)    informação das entidades públicas e privadas com as quais o controlador realizou uso compartilhado de dados;

h)    informação sobre a possibilidade de não fornecer consentimento e sobre as consequências da negativa;

i)     revogação do consentimento, nos termos do § 5º do art. 8º daquela Lei.

8. REVOGAÇÃO DE CONSENTIMENTO, REQUERIMENTOS E MAIS INFORMAÇÕES

O titular dos dados pessoais poderá realizar qualquer um dos requerimentos previstos no item 7, bem como sanar eventuais dúvidas relacionadas à aplicação da LGPD nesta Entidade, por meio do Formulário disponível neste link.

9. SEGURANÇA NO TRATAMENTO

O CONFERE possui sistema informatizado próprio, restrito a funcionários previamente autorizados, com registro de todos os acessos e alterações realizadas durante seu uso.

Demais procedimentos também seguem todos os protocolos de segurança de dados, garantida a privacidade de seus titulares.

10. ENCARREGADO

Conforme previsto no artigo 5º da Resolução nº 1179/2018 – Confere, foi nomeado, por meio da respectiva Portaria, empregado para exercer a função de Encarregado.

Informações e forma de contato com o Encarregado podem ser acessadas neste link.

11. ALTERAÇÕES NA POLÍTICA DE PRIVACIDADE

Este documento poderá sofrer alterações no decorrer do tempo, objetivando melhor adequação e atendimento aos dispostos na LGPD e à eventuais normativos expedidos pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados.

Assim sendo, recomendamos que esta Política de Privacidade seja consultada periodicamente.

Proposta de Emenda à Constituição nº 108/2019

Em seu voto, o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) defende que “os Conselhos Profissionais integram e devem integrar a estrutura da Administração Pública, de tal forma a exercerem, na plenitude desejada pela sociedade e no interesse desta, a orientação, disciplina e fiscalização do exercício profissional e das atividades profissionais na sua acepção mais ampla”.

Clique aqui e leia o voto na íntegra.

Nota de Falecimento

Também foi diretor do Sirecom/PR, por mais de 20 anos, atuando nas articulações institucionais, buscando sempre a melhor resposta ao representante comercial.

Em 2017, teve o reconhecimento do Governo do Estado do Paraná como profissional de destaque e atuação política, recebendo a Ordem Estadual do Pinheiro.

Nossas sinceras condolências e solidariedade à família enlutada e aos companheiros do Core-PR.

Rio de Janeiro, 22 de julho de 2021.

Manoel Affonso Mendes

Diretor-presidente do Confere

Intenção de consumo das famílias cresce em julho e supera patamar de um ano antes pela 1ª vez na pandemia

A intenção de consumo das famílias cresceu 2% em julho, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (21) pela Confederação Nacional do Comércio (CNC). Com a alta, o indicador atingiu 68,4 pontos – ultrapassando os 66,1 registrados em julho de 2020.

É a primeira vez desde o início da pandemia que o indicador supera o patamar de um ano antes. Ainda assim, permanece abaixo do nível considerado ‘de satisfação’, marcado pelos 100 pontos.

Intenção de consumo das famílias - Julho/21 — Foto: Economia G1


Segundo a CNC, todos os itens contribuíram com resultados positivos, principalmente o indicador de Perspectiva de Consumo, que cresceu 5,1% no mês.

“Esse avanço foi resultado da melhora nas condições de consumo, com redução do percentual de famílias que consideram seu consumo menor (59,0%) e crescimento ainda mais intenso do que no mês anterior (+4,7%), na percepção do momento para compra de duráveis”, apontou a entidade em nota.


Faixas de renda e regiões

A melhora na satisfação foi mais notada entre as famílias com renda acima de 10 salários mínimos: alta de 2,9% na passagem de junho para julho, e de 13,1% na comparação com julho de 2020. Já entre as famílias com renda abaixo desse patamar, a variação mensal foi de 1,9%, enquanto a anual, de apenas 0,9%.

Já na análise regional, houve queda mensal de 2,3% no nível de satisfação entre as famílias da região Norte – no ano, houve queda de 16,4%. Já a maior alta mensal foi registrada no Sul, de 6% (queda de 0,5% no ano).



Fonte: www.g1.globo.com

Pronampe emprestou 40% dos recursos em dez dias

Em dez dias de funcionamento, a nova fase do Programa Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Pronampe) emprestou 40% dos recursos, informou o Ministério da Economia. Dos R$ 25 bilhões disponíveis, R$ 10 bilhões haviam sido contratados até o fim da semana passada por cerca de 130 mil empresas.

Caso o ritmo de empréstimos se mantenha, o programa esgotará os recursos no início da próxima semana. Criado no ano passado para ajudar micro e pequenas empresas afetadas pela pandemia de covid-19, o Pronampe tornou-se permanente neste ano, mas o volume que pode ser emprestado depende da quantia injetada no Fundo Garantidor de Operações (FGO).

Com aportes de recursos do Orçamento, o FGO foi criado para cobrir eventuais calotes dos tomadores e facilitar a concessão de empréstimos. Neste ano, o governo injetou R$ 5 bilhões no fundo, o que deve garantir R$ 25 bilhões em empréstimos nesta fase do Pronampe, com a alavancagem (multiplicação de crédito) dos bancos. O governo prevê atender de 280 mil até 325 mil empresas na atual rodada.

De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), atualmente cerca de 5 milhões de empresas se qualificam para pegar créditos no Pronampe. Caso todos os negócios enquadrados pegassem empréstimos, seriam necessários de R$ 160 bilhões a R$ 200 bilhões para atender a todos os demandantes.


Bancos

Com a demanda maior que a oferta, os recursos começaram a se esgotar nos bancos que operam o Pronampe. Com R$ 3,2 bilhões destinados ao programa, o Banco do Brasil emprestou todo o dinheiro em apenas dois dias. O Bradesco também emprestou totalmente a quantia de R$ 1,7 bilhão em recursos disponíveis.

No Sistema de Cooperativas Financeiras do Brasil (Sicoob), foram emprestados cerca de R$ 300 milhões do R$ 1,2 bilhão disponíveis. Por enquanto, os clientes ainda podem procurar a Caixa Econômica Federal, que tem a maior verba para o Pronampe, no total de R$ 6,3 bilhões, e os bancos privados Santander e Itaú.

Uma opção para os micro e pequenos empresários são os bancos de desenvolvimento, como Banco da Amazônia e Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais. Essas instituições começaram a emprestar mais tarde, porque estavam concluindo os testes nos sistemas na primeira semana da nova fase do programa.


Demanda

Em junho, o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia Carlos da Costa disse que o governo poderia estudar um novo aporte de recursos ao FGO para ampliar o orçamento do Pronampe. No entanto, a medida depende de estudos sobre o impacto fiscal para sair do papel. Isso porque o dinheiro do FGO vem do Orçamento Geral da União e um aporte do Tesouro Nacional influencia o teto de gastos.


Receita bruta

Só podem contrair empréstimos no Pronampe microempresas com receita bruta de até R$ 360 mil ou pequenas empresas com receita bruta de até R$ 4,8 milhões em 2020. As operações têm 48 meses (quatro anos), com 6 a 11 meses de carência (pausa para o pagamento da primeira prestação), dependendo do banco.

Os juros equivalem à taxa Selic (juros básicos da economia) mais 6% ao ano. Atualmente, a Selic está em 4,25% ao ano. Cada empresa poderá pegar até R$ 150 mil em crédito, somadas as operações já contratadas.

Os recursos podem ser usados para investimentos e capital de giro isolado ou associado ao investimento. Dessa forma, além de realizarem reformas e adquirirem máquinas e equipamentos, as micro e pequenas empresas podem usar os recursos do Pronampe para despesas operacionais, como pagamento de salário e compra de matérias-primas e de mercadorias.



Fonte: Agência Brasil

Confiança do comerciante sobe novamente e volta à zona de satisfação

A confiança do comerciante brasileiro subiu pela segunda vez consecutiva em julho, de acordo com o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

“O indicador seguiu ascendendo em um ritmo forte, com avanço de 11,7% em relação ao mês anterior, chegou a 107,8 pontos e voltou para a zona de satisfação, o que não acontecia desde março deste ano. Em comparação com julho de 2020, o crescimento foi ainda maior: 55,6%”, informou a CNC.

De acordo com a pesquisa, o resultado renovou a tendência otimista verificada em junho, quando o Icec registrou crescimento mensal de 12,2% e encerrou um período de cinco quedas seguidas.

“O índice passou a refletir o alento das expectativas dos comerciantes quanto à evolução das medidas de estabilização econômica. A avaliação positiva retrata, principalmente, a percepção de que as condições gerais da economia estão mais favoráveis”, disse, em nota, o presidente da CNC, José Roberto Tadros, acrescentando que o avanço da vacinação permite ao país vislumbrar um segundo semestre melhor para o ambiente de negócios.

Segundo o levantamento, com os fortes avanços nos dois últimos meses, o Icec se aproximou do nível de satisfação alcançado em novembro do ano passado (108 pontos). “Isso reforça a relevância desse resultado, pois as perspectivas nesse período de 2020 eram boas por conta da esperança com as vendas de fim de ano”, disse o economista da CNC responsável pela pesquisa, Antonio Everton.

Segundo Everton, fatores como a disponibilização da terceira versão da linha de crédito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) também podem ter contribuído para a melhora da percepção dos empresários neste mês.


Isec

Em julho, todos os componentes do Icec subiram, o que não acontecia desde setembro de 2020. O destaque ficou por conta do indicador que avalia as condições atuais da economia, do setor e da empresa, que apresentou crescimento mensal de 29,2%, atingindo 81,5 pontos.

Em relação à situação econômica do país, houve percepção positiva mais significativa, com 35,8% do total de entrevistados afirmando que a economia melhorou, contra 24,8% no mês anterior. Este resultado impactou diretamente o subíndice que mede as intenções de investimento do empresário do comércio, que avançou 8,5% na comparação com junho.



Fonte: Agência Brasil

Vendas no varejo crescem 9,5% em junho, mostra índice da Cielo

Em termos nominais, que espelham a receita de vendas observadas pelo varejista, houve aumento de 23,3% na mesma base de comparação. Efeitos de calendário beneficiaram o resultado de junho deste ano.

De acordo com Pedro Lippi, chefe de Inteligência da Cielo, ocorreu uma desaceleração frente aos meses anteriores, associada a efeitos de base de comparação. Em junho do ano passado, o varejo experimentava recuperação ante o maior impacto da pandemia, observado em abril.

“O resultado de junho de 2021, no entanto, segue a tendência dos meses anteriores, em patamar próximo ao observado antes do início da pandemia”, acrescentou.



Fonte: www.uol.com.br

Vendas do País ao exterior batem recorde em junho

De acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, esse incremento nos preços, em virtude da recuperação econômica global, foi decisivo para o recorde do mês, já que houve queda de 4,1% no índice de quantum das exportações brasileiras.

As importações do agronegócio tiveram aumento de 54,2%, chegando a US$ 1,28 bilhão. Desta forma, o saldo da balança comercial do agronegócio atingiu US$ 10,8 bilhões.

Em virtude da elevação das exportações de produtos não agrícolas em 105,3%, influenciada por exportações de minério de ferro e petróleo, a participação dos produtos do agronegócio nas exportações totais brasileiras alcançou 43,1%, mesmo com o recorde observado para os meses de junho. Em junho de 2020, a participação foi de 55,5%.

Soja e carnes – O principal setor exportador do agronegócio brasileiro foi o complexo soja. Um pouco mais da metade do valor exportado pelo Brasil em produtos do agronegócio se deveu às vendas externas desse setor, que teve a soja em grão como principal produto exportado. As vendas externas de soja em grão alcançaram valor recorde de US$ 5,30 bilhões, mesmo com redução de 12,9% do volume exportado, 11,1 milhões de toneladas.

As exportações de carnes foram de US$ 1,78 bilhão (+26,6%) em junho. O incremento do valor ocorreu tanto em função da elevação da quantidade exportada (+9,4%) como ao aumento médio do preço de exportação (+15,7%).

A principal carne exportada foi a carne bovina, com registros de US$ 834,24 milhões (+12,7%). Em relação à carne de frango, as exportações subiram 45,8% para atingirem US$ 636,26 milhões em junho de 2021. Já na carne suína houve registro recorde de exportações, com vendas externas de US$ 268,31 milhões (+36,4%). A quantidade exportada também foi recorde, com 107,2 mil toneladas (+12,9%).



Fonte: Diário do Comércio