Core-MG mobiliza arrecadação para apoiar vítimas das chuvas na Zona da Mata mineira

As fortes chuvas que atingiram Minas Gerais nas últimas semanas provocaram impactos significativos, especialmente nos municípios de Juiz de Fora, Matias Barbosa e Ubá, na Zona da Mata do estado. Diversas famílias foram afetadas e enfrentam dificuldades decorrentes de alagamentos e danos materiais.

Diante desse cenário, a Seccional do Core-MG em Juiz de Fora iniciou uma mobilização para arrecadação de donativos, com o objetivo de contribuir para o atendimento das necessidades emergenciais da população atingida.

Estão sendo priorizadas doações de:

  • Água potável

  • Alimentos não perecíveis

  • Materiais de limpeza

  • Itens de higiene pessoal

  • Roupas de cama

  • Fraldas

A iniciativa reforça o compromisso do Sistema Confere/Cores com a sociedade, especialmente em momentos que exigem união de esforços e responsabilidade social.

Ponto de arrecadação

Seccional do Core-MG – Juiz de Fora
Rua Fernando Lobo, 102 – Sala 503 – Centro
CEP: 36016-230 – Juiz de Fora/MG

Horário de funcionamento:
Segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h30
(Fechado para almoço das 11h30 às 12h30)

Telefone: (32) 3215-4142
WhatsApp: (31) 99167-8168
E-mail: juizdefora@coremg.org.br

Cada contribuição é relevante para auxiliar as famílias que enfrentam este momento desafiador.

Compartilhe esta informação e ajude a ampliar a rede de solidariedade.

Desconto especial na anuidade de 2026 para Representantes Comerciais

Representante Comercial, aproveite condições especiais para o pagamento da anuidade de 2026:

  • 10% de desconto para pagamentos realizados até 31 de março.

Pagamento em até 3 parcelas sem desconto, com vencimentos em:

  • 30 de abril (1ª parcela)
  • 31 de agosto (2ª parcela)
  • 31 de dezembro (3ª parcela)

As anuidades pagas após o vencimento estarão sujeitas a:

  • Multa de 2%,
  • Juros de mora de 1% ao mês,
  • Atualização monetária pelo índice oficial de preços ao consumidor.

Outras Informações Importantes:

  • Filiais ou representações de pessoas jurídicas em jurisdição de outro Conselho Regional pagarão anuidade de até 50% do valor pago pela matriz.
  • Representantes comerciais, pessoas físicas, que atuam como responsáveis técnicos de pessoas jurídicas devidamente registradas, pagarão anuidade correspondente a 50% do valor devido pelos demais profissionais autônomos.

Garanta sua regularidade! Se ainda não recebeu seu boleto, acesse o portal do seu Conselho Regional e solicite o documento.

Consulte aqui os contatos do Core do seu Estado: https://www.confere.org.br/enderecos.php

Do impulso ao planejamento: a virada silenciosa do consumo no supermercado

O consumidor brasileiro está passando por uma transformação clara no seu comportamento de compra. A lógica do impulso perde força, enquanto o planejamento ganha protagonismo, impactando diretamente o tamanho do carrinho, o ticket médio e as estratégias do varejo supermercadista.

A mudança não significa menos consumo, mas sim mais racionalidade, seletividade e comparação, exigindo do varejo novas abordagens em sortimento, preço, experiência e fidelização.

“As compras por impulso seguem presentes, mas com menor frequência, reflexo de um comportamento natural, porém cada vez mais controlado”, explica Patrícia Andrade de Oliveira e Silva, professora de Economia da ESPM, ”Ainda temos cerca de 60% dos brasileiros que compram por impulso, mas a queda da frequência e o aumento do planejamento refletem um desejo coletivo de viver com menos excessos, e somado a isso, temos o peso dos gastos extras no início do ano, que limitam a capacidade de consumo”, afirma.

No ponto de venda, esse novo perfil se traduz em mais comparação de preços, marcas e escolhas mais objetivas, além da redução das compras em múltiplas visitas, favorecendo missões mais planejadas. O consumidor não deixou de ir ao supermercado, mas mudou a dinâmica da jornada.

Para Pedro Venturini, Country Manager da BARE International Brasil, o brasileiro está mais racional e disciplinado. “A alta de preços e da taxa de juros reduziu o espaço para compras por impulso, e hoje o consumidor prioriza o essencial, pesquisa mais e justifica melhor cada gasto”, diz. “O carrinho ficou menor, mas a reposição passou a ser mais frequente”, explica.

Tal comportamento aumenta o fluxo nas lojas, mas reduz o tíquete médio por visita, exigindo do varejo promoções mais inteligentes, estratégias de frequência e um sortimento mais enxuto e eficiente.

Categorias mais impactadas

A redução do tíquete médio é mais evidente em categorias consideradas não essenciais ou substituíveis. Venturini destaca quedas em limpeza, higiene, snacks, bebidas alcoólicas e itens de indulgência. “A renda comprimida pela inflação e a facilidade de comparação de preços nessas categorias pesam bastante; já os produtos de primeira necessidade mantiveram volume, mas com migração para opções mais baratas”, observa.

Para Cynthia Guimarães, gerente de Contas da Worldpanel by Numerator, o consumidor equilibra economia e indulgência, mas de forma mais estratégica. “O valor percebido se tornou protagonista., e o consumidor mantém produtos premium na cesta, muitas vezes optando por embalagens menores, enquanto ajusta outras categorias para caber no orçamento”, pontua.

As compras de abastecimento ganham relevância, com cestas menores e mais assertivas, o que eleva a importância da execução no PDV, do sortimento adequado e da ativação comercial precisa.

Diante desse cenário, o mix de produtos passa por ajustes importantes. Tamanhos econômicos convivem com embalagens menores, marcas próprias ganham espaço e a premiumização acontece de forma seletiva, em que a gôndola precisa ser mais didática, destacando preço por unidade e comparativos claros.

Cynthia complementa que estratégias variam por categoria: enquanto alimentos, bebidas e limpeza se beneficiam de tamanhos menores para viabilizar marcas premium, higiene e beleza avançam com embalagens maiores, valorizando custo-benefício e performance.

Com o consumidor mais sensível a preço, equilibrar competitividade e rentabilidade é um dos grandes desafios do varejo. Automação, gestão eficiente de categorias e negociações mais estratégicas com a indústria são apontadas como caminhos. “Margem vem das marcas premium e categorias de maior giro; competitividade, das marcas econômicas e próprias. É preciso calibrar elasticidade e evitar descontos generalizados”, destaca Venturini.

Para Andrea Sylos, CEO da TCC Brasil, a resposta não está apenas no preço. “O consumidor está mais planejado, mas não menos emocional. A conexão com o varejista e as ações de fidelização seguem sendo decisivas para estimular escolhas, aumentar recorrência e elevar o gasto mensal”, afirma.

O consumidor mais planejado tende a permanecer, ainda que haja uma recuperação gradual do consumo, pois para os especialistas, se trata de uma mudança estrutural, com compras fragmentadas atingindo um limite e exigindo estratégias cada vez mais orientadas por dados.

Andrea reforça que a fidelização deixa de ser diferencial e passa a ser parte central da estratégia. “Quando o cliente se sente reconhecido e a experiência é consistente, o preço deixa de ser o único fator de decisão, e o varejo passa a ocupar um espaço de preferência”, conclui.

Fonte: Super Varejo

Varejo brasileiro registra queda de 1,3% em janeiro

O varejo brasileiro registrou queda de 1,3% em janeiro, segundo o Índice do Varejo Stone (IVS). Na comparação anual, o setor apresentou retração de 5,9%, refletindo o início de 2026 em um patamar inferior ao do ano anterior, mesmo após um 2025 desafiador para o consumo.

Entre os oito segmentos analisados, apenas Hipermercados, Supermercados e Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo registraram alta mensal (1,4%), influenciados pela recente deflação da alimentação no domicílio. Os setores com retração incluíram Artigos Farmacêuticos e Combustíveis e Lubrificantes (-5,6%), Material de Construção (-3,3%), Livros, Jornais, Revistas e Papelaria (-1,9%), Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico (-1,5%) e Móveis e Eletrodomésticos (-0,3%). Tecidos, Vestuário e Calçados permaneceram estáveis.

No comparativo anual, todos os segmentos apresentaram queda. As maiores retrações foram em Combustíveis e Lubrificantes (-15,1%), Artigos Farmacêuticos (-7,5%) e Tecidos, Vestuário e Calçados (-6,7%). Outros setores registraram recuo entre 4,2% e 5,5%, incluindo Hipermercados e Alimentos (-4,2%) e Livros, Jornais, Revistas e Papelaria (-5,5%).

No recorte regional, apenas o Amapá registrou crescimento anual (2,9%). As maiores quedas ocorreram no Rio Grande do Sul (-10,2%), Rio Grande do Norte (-7,6%) e Amazonas (-7,3%). Estados do Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste apresentaram retração generalizada, refletindo o impacto do alto endividamento das famílias e do custo elevado do crédito.

Segundo Guilherme Freitas, economista da Stone, “o dado regional mostra um enfraquecimento amplo da atividade, com perdas em praticamente todas as regiões. O fato de apenas um estado apresentar crescimento evidencia que o consumo segue pressionado de forma generalizada”.

O levantamento reforça que o início de 2026 trouxe desafios para o varejo brasileiro, com setores essenciais, como alimentos e bebidas, conseguindo crescimento limitado, enquanto categorias mais sensíveis às condições financeiras enfrentam retração mais intensa.

Fonte: Super Varejo

Atividade econômica brasileira cresce 2,5% em 2025

A atividade econômica brasileira apresentou crescimento em 2025, de acordo com informações divulgadas nesta quinta-feira (19) pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) subiu 2,5% no ano passado em relação ao período anterior.

As altas foram de 13,1% na agropecuária, 1,5% na indústria e 2,1% em serviços. O IBC-Br excluindo a agropecuária subiu 1,8% no ano.

Já em dezembro de 2025, o IBC-Br recuou 0,2% em relação a novembro, considerando os dados dessazonalizados (ajustados para o período). Na comparação com dezembro de 2024, houve alta de 3,1%, sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais.

No trimestre encerrado em dezembro ante o trimestre terminado em setembro de 2025, o índice apresentou alta de 0,4%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica do país e incorpora informações sobre o nível de atividade de setores da economia – indústria, comércio e serviços e agropecuária –, além do volume de impostos. Ele ajuda o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 15% ao ano.

Inflação


A Selic é o principal instrumento do BC para alcançar a meta de inflação, que é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas ajudam a redução da inflação, mas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

Em janeiro, a alta dos preços da conta de luz e da gasolina fizeram a inflação oficial do mês fechar em 0,33%, mesmo patamar de dezembro. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado fez o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumular alta de 4,44% em 2025, dentro do intervalo de tolerância da meta.

O recuo da inflação para a meta e esses indicadores, como o IBC-Br, que mostram a moderação no crescimento interno, levaram à manutenção da Selic pela quinta vez seguida, na última reunião do Copom, no fim de janeiro.

Em ata, o Copom confirmou que começará a reduzir os juros na próxima reunião, em março, mas não indicou a magnitude do corte e esclareceu que os juros continuarão em níveis restritivos.

Segundo a autarquia, a atividade econômica doméstica manteve trajetória de moderação no crescimento, operando acima do seu potencial de expansão sem pressionar a inflação. Ainda assim, a manutenção dos juros em níveis restritivos se deve à resiliência de alguns fatores que pressionam preços “tanto correntes quanto esperados”, em especial do dinamismo ainda observado no mercado de trabalho.

A Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio de 2024, a taxa começou a ser elevada novamente em setembro daquele ano. A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho de 2025, sendo mantida nesse nível desde então.

Produto Interno Bruto


Divulgado mensalmente, o IBC-Br emprega metodologia diferente da utilizada para medir o Produto Interno Bruto (PIB), que é o indicador oficial da economia brasileira divulgado pelo IBGE. Segundo o BC, o índice “contribui para a elaboração de estratégia da política monetária” do país, mas “não é exatamente uma prévia do PIB.”

O PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país. Puxada pelas expansões da indústria e da agropecuária, no terceiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 0,1%, o que é considerado pelo IBGE como estabilidade. A divulgação do PIB consolidado de 2025 está agendada para 3 de março.

Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.

Fonte: Agência Brasil

Assaí e Mercado Livre anunciam parceria para ampliar venda nos canais digitais

O Assaí anuncia parceria com o Mercado Livre para iniciar sua presença em marketplace no modelo Fulfillment. As vendas têm início previsto para o segundo trimestre de 2026 e representam a entrada do Assaí em um novo canal de vendas, integrando a evolução do Assaí Digital.

“A parceria com o Mercado Livre marca nossa estreia no marketplace e reforça a estratégia de ampliar a conveniência e o acesso em canais digitais, com uma operação estruturada para ganhar escala com disciplina e eficiência”, afirma Belmiro Gomes, CEO do Assaí.

“O lançamento da loja oficial do Assaí no nosso marketplace é um movimento estratégico, alinhado à evolução do e-commerce no Brasil e à nossa aposta na categoria de Alimentos e Bebidas. Trata-se de um segmento essencial para compras recorrentes e que ainda tem baixa penetração no comércio eletrônico no país, estimada em apenas 3% em 2025”, diz Fernando Yunes, vice-presidente sênior e head de Commerce do Mercado Livre na América Latina.

Por meio do marketplace, o cliente poderá adquirir produtos do Assaí em uma jornada integrada, com a possibilidade de compor um único carrinho com itens de diferentes vendedores e categorias, utilizando a infraestrutura logística do Mercado Livre para uma experiência de entrega rápida e integrada.

O mix inicial de produtos foi definido para permitir aprendizado operacional e disciplina econômica, priorizando categorias não perecíveis de boa recorrência de compra e maior tíquete dentro de mercearia seca, limpeza, bebidas e itens selecionados não alimentares. Além da entrada do Assaí no marketplace do Mercado Livre.

Diferentemente dos modelos de last mile baseados em picking a partir das lojas físicas, a operação será realizada no formato fulfillment. O Assaí é responsável por enviar os produtos aos Centros de Distribuição do Mercado Livre, que assume as etapas de armazenagem, separação, preparação dos pedidos e entrega ao cliente final.

As vendas ao consumidor terão início no segundo trimestre de 2026 para a região sudeste e depois serão ampliadas para todo o Brasil até o final deste ano.

“Essa parceria representa mais do que a abertura de um novo canal de vendas: é parte da evolução da estratégia digital do Assaí, que combina ativos físicos, eficiência operacional e inteligência de dados para construir novas avenidas de crescimento. Nesta parceria, adotamos o modelo fulfillment, com uma visão de longo prazo, aberta à expansão gradual de formatos, categorias e oportunidades dentro do ecossistema digital”, complementa Julio Gentilim, diretor Executivo de Planejamento Estratégico e Digital do Assaí.

Fonte: Super Varejo

Atividades turísticas no país crescem 4,6% em 2025 e atingem recorde

O Brasil terminou 2025 no maior nível de atividade turística em 14 anos. O Índice de Atividades Turísticas (Iatur) fechou o ano com alta de 4,6% em relação a 2024. Com esse desempenho, o setor atingiu o patamar mais alto da série histórica, em dezembro de 2024.

O dado faz parte da Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada nesta quinta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Iatur reúne 22 das 166 atividades de serviços investigadas na pesquisa e que são ligadas à atividade turística, como hotéis, agências de viagens, bufês e transporte aéreo de passageiros.

O desempenho de dezembro de 2025 coloca as atividades turísticas 13,8% acima do patamar pré-pandemia da covid-19, em fevereiro de 2020, quando a economia começou a enfrentar restrições sanitárias e comerciais.

O índice é calculado desde 2011. O do ano passado foi o quinto seguido com expansão nas atividades turísticas.

Comportamento do Iatur nos últimos anos:

  • 2020: -36,7%
  • 2021: 22,2%
  • 2022: 29,9%
  • 2023:7,2%
  • 2024: 3,6%
  • 2025: 4,6%

A retração de mais de 30% em 2020 é explicada pela pandemia. Mas o forte crescimento dos dois anos seguintes está relacionado à recuperação pós-crise sanitária e econômica.

Motores de 2025


De acordo com o IBGE, o crescimento em 2025 foi impulsionado pelos aumentos de receita obtidos por empresas de transporte aéreo de passageiros; serviços de bufê; serviços de reservas de hospedagens e hotéis.

Os pesquisadores apuram informações de 17 unidades da federação: Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás, Distrito Federal, Amazonas, Pará, Mato Grosso, Alagoas e Rio Grande do Norte.

Em 2025, 14 localidades apresentaram resultado de alta. O desempenho positivo no país foi puxado, na ordem, por São Paulo (3,9%), Paraná (5,5%), Bahia (6,6%), Rio de Janeiro (10,8%) e Rio Grande do Sul (11,4%).

Mesmo não tendo tido o maior crescimento nominal, São Paulo exerceu a maior influência por causa do peso do estado no cálculo do Iatur.

Minas Gerais (-4,4%), Mato Grosso (-1,2%) e Goiás (-0,4%) foram os estados com perdas em 2025.

COP30


Pará, estado que sediou em novembro a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), fechou o ano com expansão de 7,8%, acima da média nacional.

Segundo o IBGE, “a COP foi um evento importante, mas de duração relativamente curta”, o que explica o Iatur do estado ter apresentado crescimento abaixo do de 2024 (9,7%).

Serviços


Ao considerar o setor de serviços como um todo, o que inclui 166 atividades pesquisadas, o IBGE identificou que o setor cresceu 2,8% em 2025, quinto ano seguido de expansão.

Entre os segmentos com maiores influências figuram portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet; transporte aéreo de passageiros; rodoviário de carga; publicidade; e desenvolvimento e licenciamento de programas de computador.

Com o desempenho de dezembro, os serviços estão 0,4% abaixo do maior nível já registrado, em novembro de 2025, e 19,6% acima do patamar pré-pandemia da covid-19.

Fonte: Agência Brasil