Regulamenta a cobrança de créditos, a avaliação da carteira de recebíveis e ajuste de perdas da dívida ativa no âmbito do Sistema Confere/Cores e dá outras providências.
2025- Resolução nº 2.174
Regulamenta o registro profissional no âmbito do Sistema Confere/Cores.
https://www.confere.org.br/wordpress/wp-content/uploads/2026/01/2174-Registro.pdf
2025- Resolução nº 2.173
Dispõe sobre as multas administrativas aplicadas no âmbito do Sistema Confere/Cores.
https://www.confere.org.br/wordpress/wp-content/uploads/2026/01/2173-Multas.pdf
2025- Resolução nº 2.171
Aprova os procedimentos administrativos acerca do desfazimento de bens móveis no
âmbito dos Conselhos integrantes do Sistema Confere/Cores.
https://www.confere.org.br/wordpress/wp-content/uploads/2026/01/2171-Desfazimento-de-Bens.pdf
2025- Resolução nº 2.170
Atualiza o Manual de Auditoria do Sistema Confere/Cores.
Mercado reduz para 4,05% expectativas da inflação para 2026
O mercado financeiro reviu para baixo as expectativas de inflação para o ano de 2026. De acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Banco Central (BC), o ano fechará com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 4,05%.
Na semana passada, este índice, que serve de referência para a inflação oficial do país, estava em 4,06%. E há quatro semanas em 4,10%.
Para os anos subsequentes (2027 e 2028) as projeções são as mesmas há dez semanas, em 3,80% e 3,50%, respectivamente.
Meta de inflação
Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para 2025 é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), a inflação medida em dezembro teve alta de 0,33%, ante ao 0,18% registrado no mês anterior. Com isso, o IPCA de 2025 ficou em 4,26%, dentro da meta do governo.
Segundo o IBGE, com exceção do grupo habitação, que registrou queda de 0,33%, os demais grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em dezembro.
A maior variação (0,74%) e o maior impacto (0,15 p.p.) vieram dos transportes, seguido, em termos de impacto, por saúde e cuidados pessoais, com alta de 0,52% e 0,07 p.p.
PIB
Os demais índices do Boletim Focus divulgado hoje se mantiveram estáveis em relação às semanas anteriores.
No caso do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no Brasil), o mercado projeta que a economia do país crescerá 1,80% em 2026 – percentual que vem sendo projetado há cinco semanas consecutivas, e o mesmo projetado para 2027.
Para 2028, as expectativas são de que o PIB feche o ano com um crescimento de 2%.
Câmbio
Com relação ao câmbio, as projeções do mercado permanecem estáveis há 13 semanas consecutivos, com uma expectativa de que o dólar feche 2026 cotado a R$ 5,50 – o mesmo valor projetado para 2027.
Para 2028, as expectativas são de que a moeda estadunidense termine o ano cotada a R$ 5,52.
Selic
A taxa básica de juros (Selic) deverá ser reduzida dos atuais 15% para 12,25% até o final de 2026, segundo o mercado financeiro; e para 10,50% em 2027. Para o ano subsequente (2028), as expectativas são de que ela caia ainda mais, para 9,88%.
A Selic, atualmente, está em seu maior nível desde julho de 2006, quando registrou 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024.
A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho, sendo mantida nesse nível desde então.
Variações da Selic
Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.
Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.
Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.
Fonte: Agência Brasil
Indústria mantém estabilidade desde abril de 2025, diz IBGE
A indústria apresenta um comportamento de estabilidade há alguns meses, operando dentro de um mesmo patamar, especialmente, desde abril de 2025. A conclusão é de André Macedo, gerente da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quinta-feira (8), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Ele disse que a estabilidade da produção industrial, com o registro de 0% em novembro de 2025, é o melhor resultado desde 2023, considerando apenas os meses de novembro, quando apresentou avanço de 1,1% naquele momento. Em novembro de 2024 houve queda de 0,7%.
“Quando a gente observa os resultados da série histórica, tem um primeiro trimestre com um avanço mais importante, inclusive, culminando com um crescimento na margem da série mais elevada do ano, que foi o resultado de março com 1,8% de crescimento”, afirmou em entrevista virtual para a apresentação dos dados, acrescentando que, após esta fase, o setor industrial experimentou o movimento de perda inicial para abril e maio e ficou girando neste patamar.
Política monetária
Para o gerente, o movimento de maior dinamismo para o setor industrial guarda relação importante com uma política monetária mais restritiva, principalmente, em um cenário de taxa de juros mais elevada e aperto monetário que envolve operações de crédito, encarecendo as condições e o acesso ao crédito.
“Esse movimento é muito associado à política monetária, muito ligado ao aumento da taxa de juros. E explica esse comportamento de menor intensidade que a gente vem observando para a produção industrial nos últimos meses”, afirmou.
Segundo Macedo, não por acaso, é o sexto mês no ano de 2025 que o resultado fica muito próximo da margem. Ele lembrou que em janeiro a produção industrial ficou em 0,1%, houve estabilidade em fevereiro, 0,1% positivo no mês de junho, -0,1% em julho, 0,1% positivo de outubro e esse resultado de variação nula observado em novembro.
Mercado de trabalho robusto
Apesar desse comportamento que guarda relação importante com as questões ligadas à política monetária, a economia tem registrado outros resultados favoráveis. “Ainda tem um campo positivo no aspecto doméstico que é um mercado de trabalho ainda muito robusto, com aumento da massa de rendimentos, nível de ocupação em patamares elevados e taxa de desocupação em patamares baixos”, observou.
Macedo destacou, ainda, que esse desempenho impulsiona de alguma forma a economia doméstica e consequentemente o setor industrial, embora todo esse movimento de menor intensidade que marca a produção industrial tenha como pano de fundo a política monetária mais restritiva e o avanço na taxa de juros.
“Isso fica muito evidente com esse comportamento do setor industrial girando em torno do mesmo patamar desde julho”, finalizou.
Fonte: Agência Brasil
Desconto especial na anuidade de 2026 para Representantes Comerciais
Representante Comercial, aproveite condições especiais para o pagamento da anuidade de 2026:
- 20% de desconto para pagamentos realizados até 31 de janeiro.
- 15% de desconto para pagamentos efetuados até 28 de fevereiro.
- 10% de desconto para pagamentos realizados até 31 de março.
Pagamento em até 3 parcelas sem desconto, com vencimentos em:
- 30 de abril (1ª parcela)
- 31 de agosto (2ª parcela)
- 31 de dezembro (3ª parcela)
As anuidades pagas após o vencimento estarão sujeitas a:
- Multa de 2%,
- Juros de mora de 1% ao mês,
- Atualização monetária pelo índice oficial de preços ao consumidor.
Outras Informações Importantes:
- Filiais ou representações de pessoas jurídicas em jurisdição de outro Conselho Regional pagarão anuidade de até 50% do valor pago pela matriz.
- Representantes comerciais, pessoas físicas, que atuam como responsáveis técnicos de pessoas jurídicas devidamente registradas, pagarão anuidade correspondente a 50% do valor devido pelos demais profissionais autônomos.
Garanta sua regularidade! Se ainda não recebeu seu boleto, acesse o portal do seu Conselho Regional e solicite o documento.
Consulte aqui os contatos do Core do seu Estado: https://www.confere.org.br/enderecos.php
Processo administrativo de Licitação nº 11/2025 – Contratação de empresa para elaboração de projetos (reforma) – Concorrência eletrônica nº 90.001/2026
- Edital e anexos:
- Edital
- Termo de Referência
- Apêndice I
- Apêndice II
- Anexo I ao IV – Projetos das Unidades 802 e 902
- Anexo V ao VII – Documentos do condomínio
- Anexo I – Projeto ARQ-23 – 8º Pav Petala BCD 3_01
- Anexo II – Projeto ARQ-25 – 9º Pav Petala BCD_01
- Anexo III – Projeto ARQ-25 – CORTE
- Anexo IV- Projeto – EL-TM-17 2° AO 12° PAVIMENTO
- Anexo V – 3ª Alteração convenção – COND VARIG
- Anexo VI – CARTILHA DE ORIENTAÇÃO DE OBRAS E REFORMA – OFFICE
- Anexo VII – REGIMENTO INTERNO – COND VARIG
- Link do PNCP : https://pncp.gov.br/app/editais/34046367000168/2026/000001
- Planilha de orçamento e cronograma – Excel
- Julgamento das propostas – QUADRO 4 – GP MORENO
- Julgamento das propostas – QUADRO 3 – GP MORENO
- Julgamento das propostas – GP MORENO
- Julgamento das propostas – ENGPRO ENGENHARIA
- Julgamento das propostas – CÁSSIA LEPRE LOPES
- Ata de Julgamento das Propostas Técnicas
- Termo de homologação
Tendências do varejo para 2026 mudam a experiência de compra
As tendências do varejo para 2026 revelam um consumidor mais atento, exigente e analítico, impulsionado por restrições orçamentárias, maior acesso à informação e novas referências de conveniência e valor. Sem dúvidas, nesse cenário, a experiência de compra passa por mudanças profundas, guiadas por tecnologia estratégica, jornadas simplificadas, personalização avançada, recommerce, confiança e novas formas de descoberta, que transformam o varejo em um ecossistema mais integrado, inteligente e sensorial.
A partir dos sinais apresentados por consultorias, especialistas e eventos do setor, o varejo entra em 2026 pressionado a oferecer experiências fluidas, consistentes e contextualizadas — ou seja, alinhadas às expectativas de um consumidor que sabe comparar, negociar e decidir com precisão.
Tendências do varejo para 2026
- Valor mais amplo e o novo consumidor analítico
- Jornada simples e fluida como diferencial competitivo
- Fidelização orientada ao vínculo
- Durabilidade e recommerce na experiência
- Bem-estar e ambientes sensoriais
- Tecnologia com propósito e IA invisível
- Personalização avançada e consumidor “Eu S.A.”
- Retail Media e descoberta sem busca
- Marcas próprias premium e confiança
- Servitização e expansão de serviços no PDV
- Impactos diretos na experiência de compra
Valor e o novo consumidor analítico como tendências do varejo para 2026
As Tendências do varejo para 2026 apontam que valor deixou de significar apenas preço. O consumidor utiliza pesquisas, comparações e combinações de canais para maximizar o orçamento. Ele observa origem, propósito, durabilidade, qualidade percebida e relação custo por uso. Além disso, aprende a “hackear valor”, alternando entre atacarejo, apps e varejo tradicional. Ou seja, esse comportamento exige que o varejo comunique procedência, garantia, diferencial e benefícios reais, reforçando confiança e clareza.
Jornada simples e fluida como diferencial competitivo
Dentro das tendências do varejo para 2026, a conveniência ganha centralidade. O consumidor deseja processos contínuos, sem fricção, que conectam redes sociais, loja física, aplicativos e atendimento. Estoque atualizado, retirada rápida, trocas descomplicadas e atendimento padronizado tornam-se fatores decisivos. Portanto, a capacidade de oferecer uma jornada coesa transforma-se em vantagem competitiva direta.
Fidelização orientada ao vínculo
As Tendências do varejo para 2026 mostram que fidelizar deixou de ser somar pontos. O consumidor busca reconhecimento, personalização e benefícios práticos, além de relacionamento humanizado e contínuo. Modelos como membership leve, recompensas simples e vantagens contextuais geram engajamento. Assim, a fidelidade passa a ser construída por relevância, proximidade e atenção ao histórico real de cada cliente.
Durabilidade e recommerce na experiência
A durabilidade se consolida como novo símbolo de valor. O consumo consciente reforça recommerce, devoluções com incentivo e serviços de manutenção. Essas práticas ampliam o ciclo de vida do produto, fortalecem a credibilidade e criam novos pontos de contato. Dentro das Tendências do varejo para 2026, essa lógica contribui para uma jornada mais sustentável e alinhada ao desejo do cliente de minimizar excessos.
Bem-estar e ambientes sensoriais
O excesso de estímulos cansa o consumidor. As Tendências do varejo para 2026 destacam a busca por experiências leves, acolhedoras e autênticas. Ambientes organizados por mood, iluminação equilibrada, aromas, texturas e atendimento empático fortalecem a conexão emocional. A economia de aura transforma a loja em espaço de pausa, reforçando memória, vínculo e bem-estar.
Tecnologia com propósito e IA invisível como tendências do varejo para 2026
A tecnologia se torna núcleo estratégico e as Tendências do varejo para 2026 indicam que a IA deixa de ser novidade e passa a operar como base da tomada de decisão. Em outras palavras, ela prevê demanda, ajusta preços, personaliza ofertas, organiza sortimento e analisa o movimento do consumidor em tempo real. Entretanto, o ponto crucial é que o cliente não quer “ver” tecnologia, mas sentir fluidez. Por isso, a IA invisível — integrada, contextual e automática — torna-se expectativa natural.
Personalização avançada e consumidor “Eu S.A.”
A hiperpersonalização 2.0 redefine interações. Com dados primários coletados diretamente nas jornadas de compra, as empresas conseguem direcionar ofertas com precisão. As Tendências do varejo para 2026 mostram que consumidores esperam antecipação e recomendações em tempo real. Seja na farmácia sugerindo vitaminas adequadas ao perfil, seja no supermercado oferecendo ofertas personalizadas, a personalização avança como fator de conversão e fidelidade.
Retail Media e descoberta sem busca
A descoberta de produtos muda radicalmente porque a influência de vídeos curtos e o avanço do social commerce moldam as tendências do varejo para 2026, tornando feeds e algoritmos essenciais para despertar interesse. Isto é, a jornada passa a começar nas redes. Além disso, o futuro “sem busca”, impulsionado por IA, desloca a otimização de SEO para GEO, onde o desafio deixa de ser ser encontrado e passa a ser ser escolhido por mecanismos autônomos de recomendação.
Tendências do varejo para 2026 também inclui confiança
As tendências do varejo para 2026 reforçam o avanço das marcas próprias, que deixam de ser alternativas econômicas e se tornam escolhas de alta credibilidade. Portfólios sofisticados, embalagens avançadas e qualidade percebida impulsionam a preferência em categorias como mantimentos, vestuário e produtos domésticos. A confiança emerge como motor de rentabilidade, diretamente conectado à consistência, transparência e justiça nos preços praticados.
Servitização e expansão de serviços no PDV
O ponto de venda se transforma em destino multifuncional. A servitização aparece entre as Tendências do varejo para 2026, ampliando o papel de supermercados, farmácias e lojas especializadas. Atendimento clínico, espaços gourmet, cafés e serviços agregados fortalecem fluxo, diferenciação e experiência. Portanto, ao entregar conveniência ampliada, o PDV se torna um ecossistema de soluções.
Impactos diretos na experiência de compra
Ao integrar todas as Tendências do varejo para 2026, a experiência de compra torna-se mais fluida, personalizada, analítica e sensorial. Ou seja, consumidores esperam jornadas contínuas, recomendações precisas, ambientes acolhedores, transparência, propósito e respostas imediatas. Varejistas e indústrias precisam tomar decisões baseadas em dados, eliminar fricção, fortalecer confiança e oferecer valor ampliado. Assim, o varejo entra em 2026 guiado por um consumidor que exige precisão e recompensa marcas capazes de entregar cuidado, contexto e relevância.
Fonte: Super Varejo