Nova Diretoria do Core-PA é empossada para o triênio 2025-2028

Na manhã desta segunda-feira (15/09), a nova diretoria do Core-PA foi empossada para o triênio 2025-2028, com o atual diretor-presidente, Hely Ricardo de Lima, sendo reconduzido ao cargo. “É com grande alegria que aceito esta missão, comprometendo-me a continuar atuando com toda a dedicação que o posto exige, sempre em busca da excelência. Ratifico nosso compromisso com a boa gestão, com a capacitação, valorização e conexão com os representantes comerciais. Agradeço o apoio do Confere, da nossa Diretoria e de toda a equipe de colaboradores”, destacou Hely.

Com transmissão virtual, a cerimônia foi conduzida pelo diretor-presidente do Confere, Archimedes Cavalcanti Júnior, e contou com a participação de colaboradores do Confere e do Core-PA, além de dirigentes e delegados dos Regionais, que fizeram questão de parabenizar ao grupo eleito.

O presidente do Confere ressaltou a relevância do momento:

“A reeleição da Diretoria representa a renovação de um compromisso com os representantes comerciais do Pará, com a sociedade e com o Brasil. É a reafirmação da importância de estimular boas práticas e da certeza de que o êxito de cada Regional fortalece todo o Sistema Confere/Cores.”

O vice-presidente do Core-SC, Orivaldo Besen, também enalteceu a recondução da Diretoria:

“Parabenizo os representantes comerciais do Pará pela recondução da Diretoria, um gesto de confiança que reforça a continuidade de um trabalho sólido.”

A coordenadora jurídica do Core-PA, Aline Serra, destacou a relação de confiança construída ao longo da gestão:

“Como colaboradora, sinto segurança em caminhar ao lado de uma gestão que nos escuta, valoriza nossas contribuições e busca sempre o melhor.”

O presidente do Core-PR, Paulo Cesar Nauiack, salientou o papel de destaque do Regional:

“O Core-PA tem se consolidado como uma referência nacional, e desejo que esta nova gestão siga colhendo resultados exitosos.”

Na mesma linha, o presidente do Core-TO, Davi Aparecido Silva Pereira, reforçou a relevância do trabalho desempenhado:

“A Diretoria do Core-PA tem demonstrado grande proatividade e vem realizando um trabalho de excelência, que repercute em todo o Brasil.”

O presidente do Core-PB, Marconi Barros dos Santos, destacou a integridade da gestão:

“Este é um momento de reconhecimento e celebração das conquistas da liderança do Core-PA, marcada por integridade e comprometimento.”

 

Confira a relação de eleitos:

 

DIRETORIA-EXECUTIVA

Diretor-Presidente: Hely Ricardo de Lima

Diretor-Secretário: Luis Fernando de Sousa Stein

Diretora-Tesoureira: Rita de Cássia de Oliveira

 

COMISSÃO FISCAL- EFETIVOS:

João Guilherme Lima de Freitas

Sergio Ricardo Lorenz Flores

Andre Luis da Costa Dacier Lobato

CONSELHEIROS DIRETORES SUPLENTES:

1º Diretor Suplente: Carlos Sebastião Rabelo Sobral

2º Diretor Suplente: Julio Martins Eneas

3º Diretor Suplente: Jose Murilo Pinheiro de Oliveira

 

DELEGADOS REPRESENTANTES JUNTO AO CONFERE:

Efetivos: Hely Ricardo de Lima e Rita de Cássia de Oliveira;

Suplentes: Sérgio Ricardo Lorenz Flores e Luis Fernando de Sousa Stein

Sucesso em Caxias do Sul: palestra de Walter Longo reúne representantes comerciais para discutir os impactos da Inteligência Artificial nos negócios

Na última quinta-feira (11), o Confere e o Core-RS promoveram mais uma etapa do ciclo de capacitação e treinamento. O evento contou com a presença de Walter Longo, empreendedor, palestrante, professor e especialista em inovação, negócios e transformação digital e atraiu um público expressivo de representantes comerciais da região.

Com o tema “Impactos da Inteligência Artificial nos Negócios de Representação Comercial e na Sociedade”, Longo apresentou reflexões estratégicas sobre como a tecnologia está remodelando o mercado e como os profissionais da Representação Comercial podem se adaptar para prosperar nesse novo cenário.

Durante a palestra, o especialista destacou que a IA não substitui o papel humano nas relações comerciais, mas amplia as possibilidades de prospecção, negociação e relacionamento com clientes. “A tecnologia não é concorrente, mas aliada. Cabe a cada um de nós aprender a utilizá-la de forma estratégica para gerar valor”, afirmou.

A iniciativa foi recebida com entusiasmo pelos participantes, que ressaltaram a importância de se preparar para um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo. Muitos destacaram a oportunidade de atualização e troca de experiências como um diferencial do encontro.

O presidente do Core-RS, Roberto Salvo, celebrou o resultado do evento e reforçou o compromisso em oferecer capacitação contínua:

“Nosso objetivo é fortalecer a categoria com conhecimento de ponta, aproximando representantes comerciais das tendências que estão moldando o futuro dos negócios.”

O ciclo de palestras segue em outras cidades do país, levando conteúdo relevante e de alto impacto para profissionais da Representação Comercial. Saiba mais em nosso site: www.confere.org.br .

Brasil atinge novo recorde com 350 milhões de toneladas de grãos

A produção de grãos no Brasil bateu, novamente, recorde, atingindo a marca de 350,2 milhões de toneladas na safra 2024-25. O resultado representa, em termos de volume, uma alta de 16,3% na comparação com a safra 2023/24, quando foram colhidas 324,36 milhões de toneladas.

De acordo com o 12º Levantamento da Safra de Grãos, divulgado nesta quinta-feira (11) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o resultado foi impulsionado, em especial, pela produção de soja, milho, arroz e algodão – responsáveis por 47 milhões das 49,1 milhões de toneladas colhidas a mais na safra atual, se comparada à anterior.

“Esse crescimento verificado na atual safra em relação ao ciclo 2023/24 é atribuído à expansão de 1,9 milhão de hectares na área cultivada, saindo de 79,9 milhões de hectares na temporada passada para 81,7 milhões de hectares em 2024/25, bem como às condições climáticas favoráveis, sobretudo no Centro-Oeste, com destaque para o Mato Grosso”, inforna o boletim da Conab.

Segundo a companhia, o clima favorável influenciou a recuperação na produtividade média nacional das lavouras em 13,7%, sendo estimada em 4.284 quilos por hectare no atual ciclo, enquanto que em 2023/24 ficou em 3.769 kg/ha.

Soja

A soja foi o produto mais cultivado, registrando uma produção recorde estimada em 171,5 milhões de toneladas. Este valor corresponde a uma alta de 20,2 milhões de toneladas na comparação com a safra anterior.

Esse “resultado histórico” reflete, segundo a Conab, o aumento da área semeada combinado com a melhora da produtividade média nacional das lavouras.

“Diante de condições climáticas mais favoráveis na maioria das regiões produtoras em relação a 2023/24, o desempenho médio nacional das lavouras no atual ciclo atingiu 3.621 kg/ha, o maior já registrado”, informou a Conab.

Goiás foi o estado que obteve a maior produtividade nesta safra, com 4.183 kg/ha. Já o Rio Grande do Sul, com 2.342 kg/ha, foi a unidade federativa que obteve o menor resultado, uma vez que suas regiões produtoras passaram por altas temperaturas e irregularidades nas precipitações a partir de dezembro até o fim de fevereiro.

Milho e algodão

Outro produto com resultado recorde foi o milho, considerando as 3 safras do grão, estimada em 6.391 quilos por hectare no atual ciclo.

“Com isso, é esperada uma produção total de 139,7 milhões de toneladas na safra 2024/25, aumento de 20,9% em relação a 2023/24 e a maior colheita do produto já registrada pela estatal”, detalha a companhia.

A primeira safra tem uma produção estimada em 24,9 milhões de toneladas, o que corresponde a um crescimento de 8,6% na comparação com a safra anterior. Com 97% da área colhida e 3% em maturação, a segunda safra deve registrar crescimento de 24,4% na produção, prevista em 112 milhões de toneladas.

A terceira safra de milho está com as lavouras ainda em desenvolvimento. A expectativa é que resulte em uma produção de 2,7 milhões de toneladas.

É também esperado recorde na produção de algodão, com as lavouras produzindo 4,1 milhões de toneladas – resultado que representa alta de 9,7% sobre a safra anterior. Esse aumento decorre a alta de 7,3% da área semeada, bem como pelas condições climáticas favoráveis.

“No final de agosto, já estava colhida 72,8% da área e 27,2% encontrava-se em maturação”, detalhou a Conab.

Arroz e feijão

Com a colheita já encerrada, o arroz totalizou 12,8 milhões de toneladas produzidas. Resultado foi um “expressivo crescimento” de 20,6% sobre 2023/24. Trata-se, de acordo com a companhia, a 4ª maior já registrada, atrás dos volumes obtidos nas temporadas de 2010/2011, de 2004/2005 e de 2003/2004.

“O aumento reflete a expansão de 9,8% na área semeada e as condições climáticas favoráveis, especialmente no Rio Grande do Sul, principal estado produtor”, informou a companhia.

As três safras de feijão está estimada em cerca de 3,1 milhões de toneladas, o que garantirá o abastecimento interno do país.

Culturas de inverno

Com a semeadura já concluída, o trigo foi o produto que, entre as culturas de inverno, mais se destacou. Em termos de área, apresentou redução de 19,9% na comparação com a safra anterior, totalizando 2,4 milhões de hectares no atual ciclo.

Já em termos de produtividade, ele tende a apresentar uma recuperação, saindo de 2.579 quilos por hectare em 2024 para 3.077 kg/ha neste ano.

“Ainda assim, a produção está estimada em 7,5 milhões de toneladas nesta safra, redução de 4,5% em comparação com a temporada passada”, destacou a Conab.

Fonte: Agência Brasil

Ciclo de capacitação e treinamento com Walter Longo: São Luís – MA

O ciclo de capacitação e treinamento deste ano continua: Walter Longo – empreendedor, palestrante, professor e especialista em inovação, negócios e transformação digital.

O mercado está em constante evolução, e entender como a IA pode transformar as negociações, a prospecção de clientes e o relacionamento comercial é fundamental para quem deseja se destacar.

Walter Longo é referência quando o assunto é o futuro dos negócios. Com uma visão estratégica sobre o impacto da tecnologia no mercado, ele trará reflexões essenciais para os representantes comerciais se adaptarem e prosperarem na era da Inteligência Artificial.

  • Tema: Impactos da Inteligência Artificial nos Negócios de Representação Comercial e na Sociedade
  • Data: 19 de setembro
  • Horário: 19h
  • Local: Praia Mar Eventos
  • Endereço: R. Principal, 2 – Calhau, São Luís – MA, 65071-701

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Setembro Amarelo — Falar é a melhor solução

A vida pode trazer desafios que parecem maiores do que nós. Em muitos momentos, tudo o que alguém precisa é ser ouvido sem julgamentos.

Setembro Amarelo reforça a importância do cuidado com a saúde mental, da escuta empática e da certeza de que ninguém precisa enfrentar as dificuldades sozinho.

Falar sobre saúde emocional é um ato de coragem. Ouvir com respeito também.
No Sistema Confere/Cores, valorizamos a vida em todas as suas fases e acreditamos em relações humanas pautadas pelo acolhimento e pela responsabilidade.

No Brasil, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 86% das pessoas que enfrentam transtornos mentais não recebem o tratamento adequado. Esse cenário evidencia a urgência de falar sobre o tema, de quebrar tabus e de fortalecer redes de apoio.

Hoje, o Core-SC promoveu um bate-papo sobre saúde mental com a psicóloga Karolina Costa. O encontro foi realizado presencialmente para os colaboradores do Regional catarinense e transmitido para todo o Sistema Confere/Cores, contando com ampla participação.

Na ocasião, Karolina destacou a importância de olhar para a saúde mental com a mesma seriedade com que se cuida da saúde física, ressaltando que pedir ajuda não é sinal de fraqueza, mas sim de coragem e responsabilidade consigo mesmo.

Se você está passando por um momento difícil, procure ajuda. Ligue 188 – CVV | Atendimento gratuito, sigiloso e 24 horas.

Sua vida importa. Sempre.

Poupança tem retirada líquida de R$ 7,6 bilhões em agosto

O saldo da aplicação na caderneta de poupança caiu em agosto, com registro de mais saques do que depósitos. As saídas superaram as entradas em R$ 7,6 bilhões, de acordo com relatório divulgado na sexta-feira (5) pelo Banco Central (BC).

No mês passado, foram aplicados R$ 346,8 bilhões, contra saques da ordem de R$ 354,4 bilhões. Os rendimentos creditados nas contas de poupança somaram R$ 6,5 bilhões. O saldo da poupança é pouco mais de R$ 1 trilhão.

Trata-se do segundo mês seguido de resultado negativo na poupança. Os quatro primeiros meses do ano também foram de retiradas, seguidos dos meses de maio e junho com entradas líquidas. No acumulado de 2025, a caderneta tem resgate líquido de R$ 63,5 bilhões.

Nos últimos anos, a caderneta vem registrando mais saques que depósitos. Em 2023 e 2024, as retiradas líquidas da poupança foram R$ 87,8 bilhões e R$ 15,5 bilhões, respectivamente.

Entre as razões para os saques está a manutenção da Selic – a taxa básica de juros – em alta, o que estimula a aplicação em investimentos com melhor desempenho.

Em julho, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC interrompeu o ciclo de aumento de juros após sete altas seguidas na Selic.

A autoridade monetária informou que, por enquanto, pretende manter os juros básicos em 15% ao ano, mas não descartou a possibilidade de voltar a elevar a Selic caso seja necessário.

Fonte: Agência Brasil

Ciclo de capacitação e treinamento com Walter Longo: Caxias do Sul – RS

O ciclo de capacitação e treinamento deste ano continua: Walter Longo – empreendedor, palestrante, professor e especialista em inovação, negócios e transformação digital.

O mercado está em constante evolução, e entender como a IA pode transformar as negociações, a prospecção de clientes e o relacionamento comercial é fundamental para quem deseja se destacar.

Walter Longo é referência quando o assunto é o futuro dos negócios. Com uma visão estratégica sobre o impacto da tecnologia no mercado, ele trará reflexões essenciais para os representantes comerciais se adaptarem e prosperarem na era da Inteligência Artificial.

  • Tema: Impactos da Inteligência Artificial nos Negócios de Representação Comercial e na Sociedade
  • Data: 11 de setembro
  • Horário: 17h
  • Local: SESC – Caxias do Sul
  • Endereço: R. Moreira César, 2462 – Pio X, Caxias do Sul – RS, 95034-000

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Balança comercial tem saldo positivo de US$ 6,1 bi em agosto

A balança comercial brasileira fechou o mês de agosto com superávit de US$ 6,133 bilhões, segundo balanço divulgado hoje (4) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). No mês passado, as exportações somaram US$ 29,861 bilhões, enquanto as importações ficaram US$ 23,728 bilhões. Com isso, a corrente de comércio de ficou em US$ 53,589 bilhões no mês passado.

No ano, as exportações totalizam US$ 227,583 bilhões e as importações, US$ 184,771 bilhões, com saldo positivo de US$ 42,812 bilhões e corrente de comércio de US$ 412,354 bilhões. Segundo o ministério, na comparação com o mês de agosto de 2024, as exportações apresentaram um crescimento de 3,9%. No mesmo mês do ano passado, o país exportou o total de US$ 28,74 bilhões.

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o crescimento da agropecuária de US$ 0,51 bilhões ( 8,3%) ; de US$ 0,74 bilhões na Indústria extrativa ( 11,3%) e queda de US$ -0,14 bilhões em produtos da Indústria de transformação (-0,9%).

Já em relação às importações houve queda de 2% na comparação entre o mês de agosto do ano passado, quando o volume ficou em US$ 24,22 bilhões. O desempenho da agropecuária foi praticamente nulo, ficando em 0,4%. A indústria extrativa apresentou crescimento de US$ 0,37 bilhões (26,5%) e queda de US$ -0,85 bilhões (-3,8%) em produtos da Indústria de transformação.

Segundo o MDIC, as exportações, no mês de agosto, apresentaram crescimento expressivo de 11% para o Reino Unido, de 43,82% para o México; de 40,37% para a Argentina; de 31% para a China e de 58% para a Índia.

As maiores quedas registradas foram de 43,8% para a Bélgica; de 31,3% para a Espanha; de 30,44% para a Coreia do Sul e de 17,1% para Singapura.

Em relação aos Estados Unidos, o mês registrou uma queda de 18,5% no volume de exportações. Os dados chamam atenção para o minério de ferro que apresentou uma queda de 100%, com nenhuma exportação para os Estados Unidos.

A maior queda foi nas vendas de aeronaves e partes de aeronaves, que tiveram uma redução de 84,9%. Em seguida o açúcar com queda de 88,4% e motores e máquinas não elétricos que tiveram redução de 60,9%.

Já a carne bovina fresca teve queda de 46,2%; máquinas de energia elétrica com redução de 45,6%; celulose teve redução de 22,7%, produtos semiacabados de ferro e aço, com queda percentual de queda 23,4%; óleos combustíveis com queda de 37%; e madeira que registrou queda nas exportações de 39,9%.

De acordo com o diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior, Herlon Brandão, a queda ocorreu em razão da antecipação nas vendas, em julho, antes do início do tarifaço aplicado pelo governo de Donald Trump.

“Atribuo isso muito à antecipação que ocorreu em julho, quando houve uma carta no dia 9 de julho afirmando que as tarifas iam aumentar em 50% para o Brasil e isso gerou incerteza entre os exportadores e tivemos crescimento das exportações para os Estados Unidos de 7%”, explicou.

Fonte: Agência Brasil