Ciclo de capacitação e treinamento com Walter Longo: Belém-PA

O ciclo de capacitação e treinamento deste ano continua: Walter Longo – empreendedor, palestrante, professor e especialista em inovação, negócios e transformação digital.

O mercado está em constante evolução, e entender como a IA pode transformar as negociações, a prospecção de clientes e o relacionamento comercial é fundamental para quem deseja se destacar.

Walter Longo é referência quando o assunto é o futuro dos negócios. Com uma visão estratégica sobre o impacto da tecnologia no mercado, ele trará reflexões essenciais para os representantes comerciais se adaptarem e prosperarem na era da Inteligência Artificial.

Tema: Impactos da Inteligência Artificial nos Negócios de Representação Comercial e na Sociedade
Data: 05 de maio
Horário: 18h
Local: Teatro Margarida Schivasappa – CENTUR
Endereço: Av. Gentil Bitencourt, 650 – Batista Campos, Belém – PA, 66035-340

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Exportação de frutas cresceu 26% no primeiro trimestre de 2025

O volume de exportação de frutas do país no primeiro trimestre deste ano cresceu 26% em relação ao mesmo período de 2024, informou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Segundo o 4º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), divulgado nesta quinta-feira (24), no período de janeiro a março foram exportadas 301 mil toneladas de frutas. O faturamento foi U$S 311 milhões, aumento de 7% em relação ao primeiro trimestre de 2024 e de 23% em relação ao mesmo período de 2023.

Os principais estados exportadores foram o Rio Grande do Norte, Ceará, São Paulo e Pernambuco, e os principais compradores: Países Baixos, Reino Unido e Espanha, e as frutas mais exportadas foram melões, melancias, limões e limas, mangas e bananas.

“O ano foi iniciado de forma bastante promissora, com boas vendas para a Europa e Ásia. Faturamento e volume acimas dos anos anteriores. Além de comercialização destacada para as minimelancias potiguares e, principalmente, para os melões, mas também de limões e limas”, informou a Conab.

As vendas externas da banana no primeiro trimestre de 2025 tiveram um volume de 15,7 mil toneladas, 131,2% maior em relação ao mesmo período do ano anterior.

Já a melancia apresentou um aumento de 90% em relação ao primeiro trimestre de 2024, com um volume exportado de 53 mil toneladas e faturamento no trimestre de U$S 32,1 milhões; 91% maior em relação ao primeiro trimestre do ano passado.

As vendas externas de maçã registraram 2,57 mil toneladas, no primeiro trimestre de 2025. O resultado é 85,6% maior que o registrado em relação ao mesmo período ano anterior. O faturamento trimestral foi US$ 2,8 milhões, 93,6% acima na comparação com o mesmo período do ano passado.

As maçãs miúdas foram a principal categoria dessas frutas comercializadas, devido a serem bastante procuradas principalmente por países asiáticos

No caso do mamão, as exportações no primeiro trimestre de 2025 tiveram um volume de 13,36 mil toneladas, crescimento de 28,2% em relação ao mesmo período de 2024. Já o faturamento foi US$ 17,1 milhões, alta de 31%.

O boletim mostra que as vendas externas de laranja no primeiro três meses de 2025 tiveram um volume de 125,7 toneladas, 52% inferior em relação ao mesmo período de 2024. Além disso, o compilado no mês corrente foi menor 68% na comparação com março do ano passado 2024.

Já as importações das frutas comercializadas pelas Ceasas analisadas nesse boletim foram de 1,15 mil toneladas, alta de 9,5% no que diz respeito a fevereiro de 2025.

Em relação ao suco de laranja, as exportações brasileiras registraram 528,7 mil toneladas, queda de 22,8% em relação ao primeiro trimestre de 2025. Já o mês corrente em análise teve queda de 33,2% em face de março de 2024 e alta de 22,4% em relação a fevereiro de 2025.

A Conab estima, para os próximos meses, um cenário de continuidade de envios mais baixos, pois a demanda internacional, europeia e americana, esteve mais contidas por causa dos preços do suco ainda elevados e a oferta para moagem menor por causa da baixa produção no cinturão citrícola, além da piora na qualidade das frutas.

“No entanto, se as elevadas tarifas do governo Trump para o suco de laranja do México seguirem adiante, os produtores poderão aproveitar essa janela de oportunidade para aumentarem seus embarques para os EUA”, indica o boletim.

 

Fonte: Agência Brasil

Varejo alimentar registra pior desempenho de vendas em março, com queda de 4,6%

Em março, varejo alimentar registrou o pior desempenho de vendas do ano até o momento, segundo dados da Scanntech, plataforma de soluções tecnológicas. De acordo com a análise o setor encerrou o mês com uma retração expressiva nas vendas por unidades de -4,6%, reflexo da redução de -3,4% no fluxo de consumidores nas lojas e do aumento de 7,4% nos preços da cesta de mercearia básica, resultando em uma queda de -5,4% nas vendas de itens dessa categoria, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Entre os principais fatores para esse recuo está a inflação em itens essenciais, o que tem reduzido a frequência de visitas do consumidor aos supermercados.

Os principais alimentos que fazem parte da rotina alimentar do brasileiro registraram aumento de preço em março. Entre eles, o leite, que teve um acréscimo de 4,2% em relação a fevereiro e de 13,2% no comparativo com o ano passado. Já o café, principal responsável pelo aumento de preço da cesta de mercearia básica, subiu 7% no comparativo com o mês anterior, em relação ao mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 74,7%. Outros itens essenciais também apresentaram elevação nos preços: o ovo com de alta 7,9%; massa instantânea (2%); sal (1,9%); macarrão (0,3%), em relação a fevereiro. “Outro ponto que contribuiu para o desempenho negativo de março foi o efeito calendário. Neste ano, a Páscoa será comemorada em abril — ao contrário do ano passado, quando ocorreu no fim de março e impulsionou as vendas de itens sazonais naquele mês. Essa mudança provocou uma migração no período de compra de determinados alimentos típicos da data, impactando diretamente os resultados de deste ano”, explica Priscila Ariani, diretora de marketing da Scanntech.

Desconsiderado o efeito da sazonalidade, os preços apresentaram uma aceleração de 6,8%, enquanto as vendas por unidade recuaram -1,4%. A quarta semana de março, período em que tradicionalmente há um pico de consumo pré-Páscoa, nota-se uma queda de -8,6% nas vendas em comparação com o mesmo intervalo de 2024, o que comprometeu a performance do mês, que vinha registrando resultados positivos nas três primeiras semanas.

Mesmo em um cenário de aumentos de preços, o arroz e o feijão, indispensáveis na mesa do consumidor, registraram queda de 4,2% e 0,2%, respectivamente, em março em relação a fevereiro. No acumulado de 12 meses, a queda foi ainda mais expressiva: 10% no preço do arroz e 24,4% no do feijão.

Fonte: Super Varejo

Nota de Pesar

O Conselho Federal dos Representantes Comerciais manifesta profunda consternação pelo falecimento do Papa Francisco. Líder espiritual e voz incansável em defesa da dignidade humana, Francisco guiou milhões com sua fé, humildade e compromisso com a fraternidade entre os povos.

Sua mensagem de amor ao próximo, inclusão e justiça transcendeu barreiras e inspira, aqueles que buscam um mundo mais solidário e ético. Neste momento de despedida, expressamos nossa solidariedade à comunidade cristã e a todos que encontraram em sua liderança um exemplo de humanidade e compaixão.

Feliz Páscoa!

A Páscoa simboliza renovação, esperança e novas oportunidades — valores que também movem a Representação Comercial, conectando negócios e impulsionando o mercado.
Que este dia traga união, prosperidade e conquistas para o futuro!

Assim como a Representação Comercial se baseia na confiança e na construção de relações sólidas, que esta data nos inspire a fortalecer parcerias e prosperar juntos.

O Sistema Confere/Cores deseja a todos os representantes comerciais e suas famílias uma Páscoa repleta de boas oportunidades e conquistas!

Inflação desacelera para todas as faixas de renda em março

A inflação desacelerou em março para todas as faixas de renda, na comparação com fevereiro. Os dados são do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Para a classe de renda muito baixa, o recuo foi de 1,59% para 0,56%. Para a classe de renda alta, de 0,9% para 0,6%.

O Ipea explica que a desaceleração da inflação para as classes de renda menor pode ser explicada pelo reajuste baixo das tarifas de energia elétrica (0,12%) e as quedas nos preços das passagens de ônibus urbano (-1,1%) e do metrô (-1,7%).

Em relação às famílias de renda alta, a melhora das taxas do grupo educação, de 0,90% em fevereiro para 0,60% em março, foi mais determinante. O dado traduz principalmente o fim do impacto dos reajustes das mensalidades escolares em fevereiro.

Por outro lado, grupos de menor renda tiveram de lidar com taxas mais altas nos preços dos alimentos no domicílio. As altas mais expressivas de inflação vieram dos ovos (13,1%), do café (8,1%), do leite (3,3%) e do tomate (22,6%). Alguns alívios aconteceram em itens como arroz (-1,8%), feijão-preto (-3,9%), carnes (-1,6%) e óleo de soja (-2,0%).

A classe de renda alta foi mais impactada em segmentos de transporte e de despesas pessoais. É o caso dos reajustes de 6,9% das passagens aéreas e de 1,2% dos serviços ligados à recreação e lazer.

Outros números

 

Na comparação entre março de 2025 e março de 2024, a inflação acelerou para todas as faixas de renda, com um impacto mais significativo nas classes de rendas mais altas.

Quando se considera o acumulado de 12 meses, a faixa de renda muito baixa teve a menor inflação (5,24%). O segmento de renda alta apresentou a taxa mais elevada (5,61%).

Nos últimos 12 meses, as principais pressões inflacionárias vieram dos grupos alimentos e bebidas, transportes e saúde e cuidados pessoais. Os aumentos mais significativos foram em carnes (21,2%), aves e ovos (12,1%), óleo de soja (24,4%), leite (11,9%) e café (77,8%).

Em saúde e cuidados pessoais, os maiores impactos vieram dos produtos farmacêuticos (4,8%), itens de higiene (4,8%), serviços de saúde (7,8%) e planos de saúde (7,3%).

No grupo transportes, os destaques foram tarifas de ônibus urbano (5,1%) e interestadual (6,4%), transporte por integração (10%) e por aplicativo (18,3%), além dos reajustes da gasolina (10,9%) e do etanol (20,1%).

 

Fonte: Agência Brasil

Representação Comercial e Inteligência Artificial em pauta com Walter Longo no RJ

Como parte das ações do ciclo de capacitação do Sistema Confere/Cores, o publicitário, empresário e especialista em inovação Walter Longo conduziu, no dia 16 de abril, a palestra “Os impactos da inteligência artificial nos negócios de Representação Comercial e na sociedade”. O evento foi realizado no auditório do Centro Cultural Banco do Brasil e contou com a presença de representantes comerciais e diretoria e colaboradores do Core-RJ.

A palestra abordou as transformações provocadas pelas novas tecnologias e o papel estratégico da Representação Comercial em um mercado cada vez mais digital, ágil e orientado por dados. Walter Longo destacou que a inteligência artificial não substitui o valor humano nas relações comerciais, mas exige um novo posicionamento profissional, mais conectado, preparado e inovador.

Para os representantes comerciais, o encontro foi uma oportunidade valiosa de atualização e reflexão sobre como se adaptar às mudanças e manter sua relevância como elo entre indústria e mercado consumidor.

A iniciativa reforça o compromisso do Sistema Confere/Cores com a qualificação contínua da categoria, promovendo espaços de aprendizado e valorização da Representação Comercial no Brasil.

Confere se reúne com Sinca Paraná para fortalecer relações

Na manhã desta terça-feira, 15 de abril, o presidente do Conselho Federal dos Representantes Comerciais (Confere), Archimedes Cavalcanti Júnior, reuniu-se com Marcelo Bellin Costa, executivo do Sinca Paraná (Sindicato do Comércio Atacadista). Também participaram do encontro os diretores do Core-PR, Celso Luis de Andrade (diretor-secretário) e Marcio Borges Laurentino (diretor-tesoureiro).

A reunião teve como objetivo estreitar a relação institucional entre o Sistema Confere/Cores e o setor atacadista, com foco na valorização da representação comercial, no fortalecimento do ambiente de negócios e na construção de iniciativas conjuntas voltadas ao desenvolvimento econômico e à representatividade das categorias atendidas por ambas as entidades.

O presidente do Confere destacou a importância da aproximação com instituições estratégicas do setor produtivo:

“A atuação integrada entre os Conselhos de Representantes Comerciais e o setor atacadista é fundamental para garantir um mercado mais ético, transparente e eficiente. A representação comercial fortalece o elo entre indústria e varejo, e isso precisa ser cada vez mais valorizado e compreendido como fator de desenvolvimento”, afirmou Archimedes Cavalcanti Júnior.

O executivo do Sinca Paraná, Marcelo Bellin Costa, também enfatizou o papel da representação comercial no fomento à atividade econômica:

“O representante comercial é peça-chave para o dinamismo do setor atacadista. Estar alinhado com o Confere e os Cores permite que avancemos juntos em ações de orientação, qualificação e fortalecimento das relações comerciais”, declarou.

O encontro reforça o compromisso do Confere em ampliar o diálogo com entidades setoriais, promovendo cooperação institucional, segurança jurídica nas relações comerciais e respeito à legalidade no exercício da profissão.

 

Energia solar nos supermercados corta custos, atrai clientes e ilumina o futuro do varejo

O Brasil acaba de atingir um marco histórico: 50 gigawatts (GW) de potência operacional em energia solar, tornando-se o sexto país do mundo a alcançar esse patamar, ao lado de potências como China, EUA, Alemanha, Índia e Japão. Os dados, divulgados pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), revelam que os pequenos e médios sistemas de geração própria lideram, com 33,5 GW, enquanto as grandes usinas contribuem com 16,5 GW.

Esse crescimento acelerado não se limita a residências e indústrias, já que o setor supermercadista tem adotado a tecnologia em larga escala, motivado por três fatores principais: redução de custos operacionais, maior segurança no abastecimento elétrico e alinhamento com as demandas por sustentabilidade. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, apenas entre janeiro e outubro de 2023, 119 novas usinas solares entraram em operação no país, somando 4,54 GW à potência fiscalizada, um sinal claro de que a energia fotovoltaica se tornou uma aposta estratégica para empresas que buscam eficiência e responsabilidade ambiental.

Para João Branco, professor do curso de Administração da ESPM, os benefícios são evidentes tanto no aspecto operacional quanto no financeiro. “Um supermercado com painéis solares tem fornecimento autônomo, o que reduz drasticamente a dependência da rede elétrica convencional e minimiza riscos como quedas de energia, roubos de cabos ou falhas no sistema de distribuição”, explica.


Payback e economia de longo prazo

 

De acordo com o professor, além da segurança energética, a geração da própria energia também tem um impacto direto nos custos. “Embora o investimento inicial seja alto, o retorno financeiro chega em médio prazo. Em residências, o payback (tempo para recuperar o investimento) gira em torno de cinco a seis anos. Já em supermercados, esse período pode ser menor, devido à grande área disponível para instalação de painéis e ao alto consumo de energia”, afirma Branco.

A rede Covabra é um exemplo concreto dessa tendência já que em junho de 2023, a empresa inaugurou usinas fotovoltaicas em uma loja de Limeira (SP) e no Centro de Distribuição de Sumaré. “Nossa motivação foi aliar sustentabilidade à economia de longo prazo. Queríamos reduzir nossa pegada ambiental e, ao mesmo tempo, cortar custos fixos significativos”, afirma Diogo Metzner Mergulhano, gerente de suprimentos da rede.

Segundo o executivo, a expectativa é que a unidade de Limeira gere cerca de 45% da energia que consome, enquanto o Centro de Distribuição atinja 25% de autossuficiência. “Isso representa uma economia expressiva nas contas de luz, além de reforçar nosso posicionamento como uma marca comprometida com o futuro”, destaca Diogo.


Desafio no armazenamento de energia

 

Apesar das vantagens, a expansão da energia solar no varejo enfrenta obstáculos técnicos e logísticos. Um dos principais é a incapacidade de geração durante a noite. “Supermercados precisam manter sistemas de refrigeração e iluminação funcionando 24 horas por dia. Como a energia fotovoltaica só é produzida sob luz solar, ainda é necessário complementar com a rede convencional ou geradores a diesel”, explica João Branco.

Segundo o professor da ESPM, outro desafio é o armazenamento de energia em baterias. “A tecnologia de acumuladores evoluiu muito, mas ainda não é economicamente viável para escalas grandes, como a demanda de um supermercado. Assim como vemos avanços em baterias de carros elétricos e celulares, acreditamos que, nos próximos anos, teremos soluções mais eficientes para armazenar energia solar em larga escala”, projeta Branco.

 

Políticas públicas e incentivos fiscais

 

A adoção da energia fotovoltaica no varejo também tem sido impulsionada por políticas públicas desde 2012 e, atualmente, o setor já atraiu R$229,7 bilhões em investimentos e gerou R$71 bilhões em arrecadação tributária, segundo a Absolar. Além disso, a geração distribuída (GD), sistema em que o consumidor também é produtor de energia, ganhou força após a regulamentação do marco legal da GD em 2022. “Redução de ICMS, isenções fiscais em equipamentos e subsídios para microgeração são fatores que aceleram o retorno do investimento. Se o poder público ampliar incentivos, veremos uma migração ainda mais rápida de empresas para a autoprodução”, afirma Branco.


Para o porta-voz da rede Covabra, as políticas atuais já são um diferencial. “A legislação atual permite que a energia gerada em excesso seja convertida em créditos, o que ajuda a equilibrar os custos. Mas, sem dúvida, mais incentivos tornariam o processo ainda mais atrativo”, diz Mergulhano.

 

Impacto na imagem e maior autonomia

 

O gerente de suprimentos do Covabra explica que, além da economia, a energia solar tem um impacto positivo na imagem das redes supermercadistas. “Os clientes estão cada vez mais atentos às práticas ESG. Quando uma empresa demonstra compromisso com energias limpas, por exemplo, isso gera identificação e fidelização”, observa Mergulhano.

De acordo com Diogo, no caso do Covabra, a energia solar se soma a outras iniciativas sustentáveis, como pontos de coleta para pilhas, lâmpadas e embalagens, além do uso de sacolas biodegradáveis. “Não se trata apenas de reduzir custos, mas de assumir um papel de liderança na transição para uma economia de baixo carbono”, ressalta o executivo.

A expectativa do Covabra é que os supermercados possam, em breve, operar com autonomia total mesmo durante a noite. “A tecnologia de armazenamento está avançando rapidamente. Em alguns anos, teremos sistemas mais eficientes e acessíveis. O Covabra, por exemplo, considera estender o projeto para outras unidades após avaliar os resultados do piloto. Se os números forem positivos, como esperamos, a energia solar será parte essencial da nossa estratégia de crescimento”, finaliza Mergulhano.

 

Fonte: Super Varejo

Sistema Confere/Cores homenageia Darci Piana com a Comenda Dr. Plínio Affonso de Farias Mello

Em solenidade realizada no dia 14 de abril, no Palácio Iguaçu, em Curitiba, o Conselho Federal dos Representantes Comerciais (Confere) concedeu a Comenda Dr. Plínio Affonso de Farias Mello ao empresário e governador em exercício do Estado do Paraná, Darci Piana. A homenagem foi proposta pelo presidente do Core-PR, Paulo Cesar Nauiack, e aprovada por unanimidade pela Comissão de Honraria e Mérito do Confere.

A Comenda Dr. Plínio Affonso de Farias Mello é a mais alta distinção concedida pelo Sistema Confere/Cores e reconhece personalidades que contribuíram de forma significativa para o fortalecimento da Representação Comercial no Brasil.

Com uma longa e respeitada atuação em defesa do setor produtivo, Darci Piana foi representante comercial por 14 anos, no segmento de autopeças e tem se destacado como liderança comprometida com o desenvolvimento econômico do país. Como presidente (licenciado) da Fecomércio-PR e atual governador do Paraná, impulsionou políticas públicas que beneficiam diretamente a atividade comercial e o ambiente de negócios no Brasil.

Para o presidente do Confere, Archimedes Cavalcanti Júnior, a homenagem reflete o reconhecimento de um trabalho sólido em prol da categoria:

“Esta comenda é o reconhecimento de uma história que ultrapassa fronteiras partidárias ou institucionais. É o agradecimento de uma categoria que encontrou em Darci Piana um defensor do seu valor e do seu papel estratégico para a economia brasileira.”

O presidente do Core-PR, Paulo Cesar Nauiack, autor da indicação, também destacou a importância da homenagem:

“Darci Piana é exemplo de liderança com sensibilidade às demandas da Representação Comercial. Sua relação com o setor sempre foi pautada pelo diálogo, pelo respeito e pelo incentivo à atuação legal e ética dos profissionais da área. Esta honraria é mais do que merecida.”

Ao receber a homenagem, Darci Piana agradeceu e ressaltou a importância da categoria:

“A Representação Comercial tem um papel essencial na movimentação da economia, gerando oportunidades, conectando empresas e promovendo desenvolvimento. É uma honra ser reconhecido por um Sistema que tem tanta importância para o país.”

A cerimônia foi prestigiada pela Diretoria, colaboradores do Core-PR e pelo presidente em exercício da Fecomércio-PR, Ari Faria Bittencourt.

 

Fotos: Igor Jacinto/vice-governadoria