Pequenas empresas respondem por 8 em cada 10 empregos criados em 2023

Pesquisa feita pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) – a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) – apontou que as micro e pequenas empresas (MPE) responderam por oito em cada dez empregos criados na economia em 2023.

Os dados mostram que, do saldo de 1,48 milhão de novos empregos acumulado no ano passado, os pequenos negócios responderam por 1,18 milhão de novas vagas, o que corresponde a 80,1%. Já as médias e grandes empresas (MGE) representaram 209,99 mil vagas, o equivalente a 14,2% do total.

Este é o terceiro ano seguido que as micro e pequenas empresas foram responsáveis pela maior parcela na geração de novos postos de trabalho no país. Em 2023, o destaque ficou para o setor de serviços que liderou a criação de empregos. No acumulado do ano, esse segmento gerou 631 mil novas vagas. Já entre as médias e grandes empresas, o saldo foi de 181,87 mil novos empregos.

Destaques

“Outros setores como comércio (263,25 mil vagas) e construção (180,52 mil) se destacaram entre as micro e pequenas empresas, sendo que nenhum dos setores ficou com saldo negativo entre janeiro e dezembro. Já entre as médias e grandes empresas, os outros destaques foram para a indústria da transformação (23,5 mil vagas) e o comércio (13,23 mil)”, informou o Sebrae.

Entre as atividades econômicas, os destaques no ano passado foram para os segmentos de restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas – 69 mil contratações; construção de edifícios – saldo de 58,1 mil vagas – e comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – hipermercados e supermercados – 47,9 mil vagas.

Em dezembro de 2023, a diferença entre o total de admissões e demissões ficou similar ao que ocorreu nos últimos anos, com saldo negativo de 430 mil vagas. Entre as micro e pequenas empresas, foram fechados 178 mil postos de trabalho. Em relação às médias e grandes empresas, o saldo negativo foi de 195 mil vagas.

“Do saldo total de postos encerrados, as micro e pequenas empresas (MPE) representaram 41,4%, enquanto as MGE corresponderam por 45,4%. Contudo, comparando o saldo negativo do último mês de dezembro com o saldo de dezembro de 2022, quando foram encerrados 455,7 mil postos de trabalho, é possível constatar que houve uma redução no número de empregos encerrados”, explicou o Sebrae.

Entre as atividades que mais contribuíram para a geração de empregos, em dezembro de 2023, estão comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – hipermercados e supermercados, com 7,6 mil vagas; a atividade de comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios – 4,8 mil empregos – e hotéis e similares -3,6 mil novas vagas, concluiu o Sebrae.

Fonte: Agência Brasil

Capacitação em Foco: Sucesso nos eventos do Sistema Confere/Cores

Sob a expertise do CEO da Paixão por Vendas, José Ricardo Noronha, os eventos têm abordado temas cruciais para o crescimento profissional, como Vendas Consultivas de Alta Performance, cenário atual de negócios, o perfil do novo representante comercial, economia da experiência, o ciclo de vendas e negociação ganha-ganha no modelo de Harvard, entre outros.

Campinas – SP

No dia 18 de janeiro, o Confere e o Core-SP realizaram a palestra “O Representante Comercial do Futuro”, ministrada por José Ricardo Noronha, no Salão Vermelho da Prefeitura de Campinas.

Na ocasião, o representante comercial e ex-diretor do Core-SP, Francisco Clemente, recebeu a Comenda “Dr. Plínio Affonso de Farias Mello”, mais alta honraria, concedida pelo Sistema Confere/Cores, pela notória relevância e reconhecimento do Sistema Confere/Cores, pelos serviços prestados em prol da Representação Comercial no Brasil.

Francisco Clemente é representante comercial há 53 anos e foi, ainda, parabenizado pelo compromisso de compor a atual diretoria do SIRCESP e pela dedicação com a Representação Comercial por mais de meio século.

Cuiabá – MT

No último dia 26, mais de 220 representantes comerciais se reuniram para a palestra realizada pelo Core-MT, no auditório da Fecomércio-MT.

José Ricardo Noronha, de forma direta, explorou a importância de repensar a maneira como as vendas vem sendo feitas, destacando a necessidade de uma mudança de mindset para se adaptar às demandas em constante evolução do mercado.

O destaque da noite não foi apenas a palestra, mas a intensa interação da plateia. A audiência absorveu as ideias apresentadas e participou ativamente, contribuindo com perguntas e reflexões. As discussões sobre mudança de mercado, posicionamento estratégico e a importância da entrega de experiência no ambiente comercial ecoaram nas trocas de ideias entre os presentes.

Homenagens também marcaram a noite: a entrega da Comenda Dr. Plínio Affonso de Farias de Mello ao presidente do Sistema Fecomercio-MT, Wenceslau Junior. A honraria, concedida pelo Conselho Federal dos Representantes Comerciais, reconhece a sua longa trajetória no comércio de Mato Grosso e o comprometimento exemplar com a liderança na Federação e demandas da Representação Comercial.

Wenceslau Júnior, ao receber a comenda, expressou gratidão e reafirmou seu compromisso com o desenvolvimento do setor.

Fortaleza – CE

Ontem, dia 1° de fevereiro, o auditório da FCDL-CE foi palco de uma experiência única e enriquecedora proporcionada pela palestra do renomado José Ricardo Noronha, CEO da Paixão por Vendas.

Sob o tema “Alta Performance em Representação Comercial”, Noronha compartilhou insights valiosos sobre vendas consultivas, o cenário atual de negócios, e a transformação necessária no perfil do novo representante comercial. Uma imersão profunda no ciclo de vendas, técnicas de negociação ganha-ganha à luz do modelo de Harvard, e a importância da economia da experiência foram temas centrais da palestra.

Essa iniciativa reforça o compromisso do Confere e dos Regionais em promover a excelência profissional, capacitando os representantes comerciais para os desafios do futuro. Fique atento para mais eventos e oportunidades de capacitação. Confira o calendário de palestras aqui!

 

Vendas de materiais escolares nos supermercados tiveram aumento de 19,1% em 2023

As vendas de materiais escolares nos meses de janeiro e fevereiro têm aumentado nos últimos anos nos atacarejos e supermercados. Levantamento da Scanntech, empresa de inteligência de dados para o varejo e indústria, aponta que, de meados de janeiro a meados de fevereiro de 2023, as lojas varejistas brasileiras testemunharam um significativo aumento na venda de materiais escolares, destacando-se principalmente os cadernos, com um crescimento no faturamento de 46,1%, folhas sulfite (39,2%) e cola, registrando um aumento de 38,6%.

A pesquisa revelou um cenário otimista para o setor. Comparando com o mesmo período do ano anterior, o ano de 2023 registrou um aumento de 19,1% nas vendas de materiais escolares. Segundo Priscila Ariani, diretora de marketing da Scanntech, espera-se que esta tendência de crescimento continue em 2024, impulsionada pela ampla rede de distribuição dos supermercados, que facilita o acesso a esses produtos por consumidores em diversas regiões.

Porém, não apenas as vendas aumentaram, mas também os preços dos materiais escolares sofreram variações significativas. De acordo com o relatório, a mochila foi o item com o maior aumento de preço em 2023, registrando uma alta de 41,2% em comparação ao ano anterior. O preço dos cadernos escolares também subiu, com um aumento de 26,5%, seguido pelas folhas sulfite, que tiveram um aumento de 20,2%.

“Acreditamos que para 2024, o cenário seja diferente. Ano passado tínhamos uma inflação mais elevada e isso refletia no momento da compra de materiais escolares. Agora, estamos em um contexto econômico estável. Os supermercados, por sua vez, continuam sendo um ponto de venda crucial para esses produtos, oferecendo uma variedade de opções para atender às necessidades de pais e alunos na temporada de volta às aulas”, destaca Priscila.

Priscila destaca também que os supermercados permanecerão como um dos principais canais de distribuição de materiais escolares, fazendo frente às papelarias beneficiando-se do fluxo de consumidores em busca de outros itens como mercearia, bebidas e perecíveis e também pelas melhores negociações de preços. Entretanto, ela ainda destaca que a pesquisa de preço ainda é o mais indicado e necessário para o consumidor.

Fonte: Super Varejo

Produtos de limpeza registraram inflação de 4,62% em 2023

Em 2023, os preços dos produtos de limpeza, no Brasil, sofreram reajustes abaixo da inflação, pela quinta vez nos últimos 10 anos. Segundo levantamento realizado pela ABIPLA – Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Higiene, Limpeza e Saneantes de Uso Doméstico e de Uso Profissional, com base nos dados do IPCA – Índice Geral de Preços ao Consumidor Amplo, o reajuste nos valores dos produtos de limpeza foi de 1,22% no ano passado, enquanto a inflação geral ficou em 4,62%.

“Desde o início da pandemia, apenas em 2022 os preços dos produtos de limpeza ficaram acima da inflação, e isso porque, naquela época, a desorganização das cadeias produtivas internacionais e o óleo diesel e a energia elétrica com preços muito elevados induziram o produtor industrial do segmento a promover o reajuste de valores, necessário para que as empresas pudessem continuar operando. Com a normalização de estoques e insumos, voltamos a um cenário mais condizente com o histórico da indústria de saneantes, que costuma apresentar inflação similar ou até menor que a do índice geral”, analisa Paulo Engler, diretor-executivo da ABIPLA.

 

Também há diferença se comparado ao INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor, que apontou que a inflação nacional de 2023 ficou em 3,71%, em comparação ao reajuste de preços no segmento de produtos de limpeza, que ficou em apenas 0,88%, com diversos produtos apresentando deflação no período, como detergente (-0,70%), sabão em barra (-5,68%) e esponja de limpeza (-4,57%).

“É interessante que, além da deflação em alguns itens, diversos produtos essenciais para a saúde pública brasileira tiveram reajustes menores que os da inflação, segundo o INPC, entre eles produtos para desinfeção de ambientes e superfícies, como a água sanitária (+0,23%), e itens muito usados no dia a dia das famílias brasileiras, caso do sabão em pó (+1,06%) e amaciante a alvejante (+1,62%)”, afirma o diretor-executivo da ABIPLA.

Fonte: Super Varejo

 

Core-SP recebe visita técnica da presidência do Confere

Na reunião, foram tratadas formas de melhorias no atendimento ao representante comercial e implementação de mudanças no âmbito do Regional paulista e no Sistema Confere/Cores.

Na foto: o presidente do Confere, Archimedes Cavalcanti Júnior, entre os funcionários seccional Campinas Eduardo Alvarenga Paula, Carolina Camargo Meneghin e João Gilberto Ribeiro.

Compras on-line atingiu R$ 185,7 bilhões em 2023

As vendas totais registradas no e-commerce brasileiro atingiram a marca de R$ 185,7 bilhões em 2023, os dados são da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) e revelam crescimento de mais de 10% em relação ao ano anterior. Foram cerca de 395,11 milhões de pedidos e ticket médio de R$ 470 por cliente em 2023.

Entre os destaques de vendas no ano passado estão os segmentos de eletrodomésticos, eletrônicos, telefonia, casa e decoração, além de moda e acessórios. O levantamento mostra ainda que as mulheres lideram as compras e representam mais de 60% dos clientes. Além disso, mais de 55% das transações on-line foram feitas na região Sudeste do Brasil. Os dados reforçam o crescimento do comércio eletrônico, que representa hoje uma boa fatia de todo o segmento do varejo nacional.

Para 2024, a projeção é maior e pode atingir os R$ 205,11 bilhões no fim do ano, segundo a ABComm. O ticket médio deve aumentar e chegar a R$ 490 por cliente. Já os pedidos podem alcançar os 418,6 milhões, com um total de 91 milhões de compradores.

Mauricio Salvador, presidente da Associação, explica que o crescimento das vendas no ano passado gera mais expectativas para 2024. “O e-commerce ganhou força durante a pandemia e segue se fortalecendo. As pessoas se sentem cada vez mais confiantes em comprar no ambiente on-line, o que favorece a ascensão do mercado virtual. Quem compra em sites e tem uma boa experiência, sempre volta. Isso gera impacto positivo para diversos segmentos”, avalia o executivo.