Core-MG oferece Programa de Suporte e Assessoria em Juiz de Fora

Membros da Diretoria e Assistentes Técnicos do Core-MG estarão em Juiz de Fora, atendendo aos representantes comerciais da Zona da Mata, em questões relacionadas à legislação, dúvidas e demais assuntos pertinentes a execução da atividade de Representação Comercial.

Data do atendimento: 18 de agosto de 2023.

Horário de atendimento: das 13 às 17 horas.

Local de atendimento: Delegacia Regional do Core-MG – Juiz de Fora.

Rua Fernando Lobo, 102 – Sala 503 – Centro CEP: 36016-230 – Juiz de Fora/MG.

Telefone.:(32) 3215-4142

Fonte: Core-MG

Core-AM Itinerante

Atenção Representantes Comerciais!
O Core-Amazonas está chegando em Boa Vista com a primeira edição do Core Itinerante.
De 21 a 25 de agosto, com atendimento presencial, das 9h às 17h, na sede da Fecomércio, na rua General Penha Brasil, 1423, em São Francisco.
Uma ótima oportunidade para os representantes comerciais fazerem abertura e baixa de registro, parcelamento, obter carteira profissional, certidão de registro, além de atendimento jurídico à disposição.
Não perca essa oportunidade!
Acesse core-am.org.br ou entre em contato pelo WhatsApp (92) 9 9997-0842

Presentes para o Dia dos Pais sobem mais que a média da inflação

Quem for presentear o pai no próximo domingo (13) vai sentir no bolso um peso, em média, maior que a inflação geral. Levantamento do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) revela que a chamada “Inflação do Dia dos Pais” ficou acima do índice geral de aumento de preços. A cesta de presentes e serviços relacionados à data está 4,1% mais cara em relação ao ano passado. Essa alta fica acima do acumulado de 12 meses da inflação média, 2,8%. 

Entre os itens mais caros neste Dia dos Pais estão perfumes (8,3%), livros (8,3%), cinema (5,6%), roupas (5,5%), restaurante (5,3%) e relógios (4,2%). Os computadores (-4,3%) e celulares (-2,6%) ficaram mais baratos.

A desvalorização do dólar, cerca de 5% nos últimos 12 meses, é um dos fatores que explicam a queda no preço desses produtos eletrônicos. “A valorização cambial, se considerada a partir de agosto do ano passado, ajuda sim, mas juros elevados também diminuem a demanda por bens duráveis, o que ajuda a baixar os preços. O preço desse grupo de produtos foi diretamente afetado pela taxa de juros”, explica o coordenador dos Índices de Preços da FGV, André Braz. 

Vendas 

O Dia dos Pais deve ter volume de vendas de R$ 7,67 bilhões, com crescimento de 2,2% em relação ao ano passado. A estimativa é da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Levantamento do Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ) mostra que a intenção de compra é de cerca de R$ 140 por presente. 

A data é a quarta mais importante para o comércio, depois do Natal, Dia das Mães e Dia das Crianças, na ordem. Essa importância nas vendas é refletida na geração de empregos temporários. A CNC estima que 10.380 mil pessoas sejam contratadas para atender à demanda de vendas. 

Fonte: Agência Brasil

Real digital se chamará Drex, confirma Banco Central

Moeda virtual que equivalerá ao dinheiro em circulação, o real digital se chamará Drex, confirmou nesta segunda-feira (7) o Banco Central (BC). O nome foi confirmado pelo economista do BC Fabio Araujo, coordenador da iniciativa, em live semanal da autoridade monetária no YouTube.

Segundo o BC, cada letra do real digital equivale a uma característica da ferramenta. O “D” representar a palavra digital; o “R” representa o real; o “E” representa a palavra eletrônica; e o “X” passa a ideia de modernidade e de conexão, além de repetir a última letra do Pix, sistema de transferência instantânea criado em 2020.

O Drex, informou o BC, facilitará a vida dos brasileiros. “A solução, anteriormente referida por Real Digital, propiciará um ambiente seguro e regulado para a geração de novos negócios e o acesso mais democrático aos benefícios da digitalização da economia a cidadãos e empreendedores”, destacou o órgão.

Aplicações

Diferentemente das criptomoedas, cuja cotação é atrelada à demanda e à oferta e tem bastante volatilidade, o Drex terá o mesmo valor do real. Cada R$ 1 valerá 1 Drex, com a moeda digital sendo garantida pelo Banco Central, enquanto as criptomoedas não têm garantia de nenhuma autoridade monetária.

Moeda de atacado, não de varejo, o Drex não será acessado diretamente pelos correntistas, mas por meio de carteiras virtuais atreladas a uma instituição de pagamento, como bancos e correspondentes bancários. O cliente depositará nessas carteiras o correspondente em reais e poderá fazer transações com a versão digital da moeda.

Na prática, o Drex funcionará como um primo do Pix, mas com diferentes finalidades e escalas de valores. Enquanto o Pix obedece a limites de segurança e é usado, na maior parte das vezes, para transações comerciais, o Drex poderá ser usado para comprar imóveis, veículos e até títulos públicos.

Testes

Em testes desde o início do ano, o real digital deve estar disponível para a população só no fim de 2024. Em março, o BC escolheu a plataforma a ser usada nas transações. Nos últimos meses, a autoridade monetária habilitou 16 consórcios para desenvolverem ferramentas e instrumentos financeiros que serão testados no novo sistema.

Previstos para começarem em setembro, os testes com os consórcios ocorrerão com operações simuladas e testarão a segurança e a agilidade entre o real digital e os depósitos tokenizados (ativos reais convertidos em digitais) das instituições financeiras.

Os ativos a serem usados no projeto piloto serão os seguintes: depósitos de contas de reservas bancárias, de contas de liquidação e da conta única do Tesouro Nacional; depósitos bancários à vista; contas de pagamento de instituições de pagamento; e títulos públicos federais. Os testes serão feitos em etapas, com as transações simuladas com títulos do Tesouro Nacional sendo feitas apenas em fevereiro do próximo ano.

Fonte: Agência Brasil

Seminário dos Fiscais do Sistema Confere/Cores

Na pauta, temas do dia a dia da fiscalização, diretrizes e estratégias para ampliar o alcance da fiscalização e tornar o processo fiscalizatório mais efetivo, combatendo, assim, o exercício ilegal da Representação Comercial no País.

Dentre outros assuntos, no primeiro dia do evento, o procurador jurídico do Core-SC, Eduardo Vieira, apresentou Boas Práticas de Fiscalização Preventiva; e Laércio de Souza Ribeiro Neto, chefe da Procuradoria do Core-PE, abordou as atribuições do setor jurídico após o Processo Administrativo de Fiscalização.

Brasileiros ainda não sacaram R$ 7,18 bi de valores a receber

Os brasileiros ainda não sacaram R$ 7,18 bilhões em recursos esquecidos no sistema financeiro até o fim de junho, divulgou nesta segunda-feira (7) o Banco Central (BC). Até agora, o Sistema de Valores a Receber (SVR) devolveu R$ 4,43 bilhões, de um total de R$ 11,61 bilhões postos à disposição pelas instituições financeiras.

As estatísticas do SVR são divulgadas com dois meses de defasagem. Em relação ao número de beneficiários, até o fim de junho, 15.047.629 correntistas haviam resgatado valores. Isso representa apenas 27,37% do total de 54.975.627 correntistas incluídos na lista desde o início do programa, em fevereiro do ano passado.

Entre os que já retiraram valores, 14.475.821 são pessoas físicas e 571.808, pessoas jurídicas. Entre os que ainda não fizeram o resgate, 37.113.119 são pessoas físicas e 2.814.879, pessoas jurídicas.

A maior parte das pessoas e empresas que ainda não fizeram o saque têm direito a pequenas quantias. Os valores a receber de até R$ 10 concentram 63,07% dos beneficiários. Os valores entre R$ 10,01 e R$ 100 correspondem a 24,99% dos correntistas. As quantias entre R$ 100,01 e R$ 1 mil representam 10,18% dos clientes. Só 1,77% tem direito a receber mais de R$ 1 mil.

Depois de ficar fora do ar por quase um ano, o SVR foi reaberto em março, com novas fontes de recursos, um novo sistema de agendamento e a possibilidade de resgate de valores de pessoas falecidas. Em março, informou o BC, foram resgatados R$ 505 milhões esquecidos. O valor caiu para R$ 259 milhões em abril, para R$ 232 milhões em maio e para R$ 229 milhões em junho.

Melhorias

A nova fase do SVR tem novidades importantes, como impressão de telas e de protocolos de solicitação para compartilhamento no WhatsApp e inclusão de todos os tipos de valores previstos na norma do SVR. Também haverá uma sala de espera virtual, que permite que todos os usuários façam a consulta no mesmo dia, sem a necessidade de um cronograma por ano de nascimento ou de fundação da empresa.

Além dessas melhorias, há a possibilidade de consulta a valores de pessoa falecida, com acesso para herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal. Assim como nas consultas a pessoas vivas, o sistema informa a instituição responsável pelo valor e a faixa de valor. Também há mais transparência para quem tem conta conjunta. Se um dos titulares pedir o resgate de um valor esquecido, o outro, ao entrar no sistema, conseguirá ver as informações: como valor, data e CPF de quem fez o pedido.

Fontes de recursos

Também foram incluídas fontes de recursos esquecidos que não estavam nos lotes do ano passado. Foram acrescentadas contas de pagamento pré ou pós-paga encerradas, contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras encerradas e outros recursos disponíveis nas instituições para devolução.

Além dessas fontes, o SVR engloba os seguintes valores, já disponíveis para saques no ano passado. Eles são os seguintes: contas-corrente ou poupança encerradas; cotas de capital e rateio de sobras líquidas de ex-participantes de cooperativas de crédito; recursos não procurados de grupos de consórcio encerrados; tarifas cobradas indevidamente; e parcelas ou despesas de operações de crédito cobradas indevidamente.

Golpes

O Banco Central aconselha o correntista a ter cuidado com golpes de estelionatários que alegam fazer a intermediação para supostos resgates de valores esquecidos. O órgão ressalta que todos os serviços do Valores a Receber são totalmente gratuitos, que não envia links nem entra em contato para tratar sobre valores a receber ou para confirmar dados pessoais.

O BC também esclarece que apenas a instituição financeira que aparece na consulta do Sistema de Valores a Receber pode contatar o cidadão. O órgão também pede que nenhum cidadão forneça senhas e esclarece que ninguém está autorizado a fazer tal tipo de pedido.

Fonte: Agência Brasil

Protagonismo feminino em pauta

Na ocasião, foi apresentada uma campanha publicitária institucional, que visa valorizar e incentivar a inserção de mulheres no setor econômico da Representação Comercial, a ser veiculada a partir da segunda quinzena de agosto.

A Comissão é formada por Rita de Cássia de Oliveira, delegada do Confere, diretora-tesoureira do Core-PA, nomeada coordenadora da Comissão; Terezinha Wollmann, conselheira do Core-PR, Débora Duarte de Paula, diretora-secretária do Core-CE, Lucimayre Ferreira Vilarino, conselheira da Comissão Fiscal do Core-SP; Kárita Regina Martins Benitez, 3ª diretora-suplente do Core-SP; Lilian Neves Santos, diretora-suplente do Core-MG; Kátia Santana Cruz, 3ª diretora-suplente do Core-SE; Vanda Mendes, 3ª diretora-suplente do Core-MS.

Compete a Comissão:

  1.  dialogar com a diretoria executiva do Confere, para propor ações e defender a participação maior das mulheres nas atividades político-representativas;
  2.  promover o aumento da participação das mulheres profissionais na representação comercial, por meio de políticas públicas e campanhas de incentivo;
  3.  incentivar a promoção de eventos e seminários com foco na mulher enquanto profissional do Sistema Confere/Cores;
  4.  manter a atualização dos dados estatísticos da participação da mulher no Sistema Confere/Cores;
  5.  atuar para a construção do bem-estar físico, emocional e social das mulheres na representação comercial brasileira;
  6. dialogar com as entidades de classe, para a troca de experiências e o compartilhamento de boas práticas que envolvam o protagonismo feminino;
  7. sugerir instrumentos de combate à discriminação contra as mulheres.