De 13 a 16 de setembro, o Core-PE participa da AutoNor, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. São esperadas mais de 50 mil pessoas e a expectativa é de que sejam gerados cerca de R$ 60 milhões em negócios. A feira, que é considerada a segunda maior do país no segmento, será realizada durante quatro dias nos horários das 15h às 21h, de quarta a sexta-feira, e das 14h às 20h, no sábado.
Colaboradores e diretores do Regional pernambucano têm visitado os estandes para orientar e realizar uma fiscalização educativa, informando às empresas sobre a importância da contratação do representante comercial legalizado; informam, também, sobre o canal de divulgação de vagas para contratação de representantes comerciais; realizam atendimentos ao registrado, emissão de identidades digitais, negociação de débitos, emissão de certidões; informações ao candidato a registro no Core, protocolização de requerimentos de registro, bem como qualquer outro tipo de solicitação que o registrado necessite.
O Conselho Regional dos Representantes Comerciais do Paraná (Core-PR) e a Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – Seção Paraná (ADVB/PR) apresentam uma edição especial do Estrela ADVB com o especialista em inovação e transformação digital Walter Longo e Flávio Tavares, CEO da Upper e da Moovr.
Os dois especialistas farão a palestra “Tendência e Essência: construindo o futuro hoje”. O evento acontece no dia 6 de setembro, quarta-feira, às 9h, na Capela Santa Maria.
E tem mais: os 70 primeiros inscritos pelo Core-PR receberão uma cópia exclusiva do livro “Abaixo os Gurus, Salvem os Guris”!
Como Garantir Sua Vaga?
1 – Envie um e-mail para corepr@corepr.org.br para receber o cupom de inscrição gratuita. 2 – Com o cupom em mãos, inscreva-se no Sympla e prepare-se para uma jornada de conhecimento e networking!
Aproveite esta chance de expandir horizontes, aprender com os melhores e se conectar com outros profissionais visionários.
As vagas são limitadas. Faça sua inscrição agora e esteja conosco nessa incrível jornada rumo ao futuro dos negócios.
Não perca esta oportunidade única de crescimento e sucesso. Te esperamos lá!
Palestra Especial: “Tendências e Construindo o Futuro Hoje” • Data: 6 de setembro de 2023 • Horário: A partir das 9 horas • Local: Capela Santa Maria (Conselheiro Laurindo, 273)
Dando continuidade a campanha institucional, veiculada, nacionalmente, nos meses de maio e junho, que trouxe a expressão “Tá na Mão!” e destacou as soluções trazidas pelos representantes comerciais para a indústria e o comércio, com o objetivo de valorizar o profissional e reforçar a sua importância em todas as frentes, iniciaremos amanhã, dia 05 de setembro, a nova campanha de valorização profissional do Sistema Confere/Cores, com foco na inserção das Mulheres na Representação Comercial.
Mensagem do presidente do Confere, Archimedes Cavalcanti Júnior, sobre a campanha.
Acompanhe a programação!
REDES SOCIAIS
Post 1: 05/09
Post 2: 13/09
Post 3: 19/09
Post 4: 26/09
SPOT
SPOTIFY ÁUDIO: início 05/09
SPOTIFY VÍDEO/YOUTUBE: 15/09 a 15/10
RADIOWEB: 05 A 29/09
MIDIA PROGRAMÁTICA – sites diversos do universo feminino: 05/09 a 05/10
VT
VEICULAÇÃO TV GLOBO (Multishow, GNT, Globo News, SporTV, Viva): 15 a 29/09
Em um cenário onde a valorização das ações públicas e a transparência administrativa se tornam cada vez mais relevantes, editamos a 2ª edição da Revista RepresentAÇÃO, celebrando as conquistas do Core-CE.
Este projeto, idealizado para enaltecer e estimular as iniciativas empreendidas por cada Conselho Regional, em sua respectiva área geográfica, efetivamente, destaca-se como um instrumento crucial de publicidade, prestação de contas e reforço da ligação entre a administração pública e a sociedade.
A publicação reafirma o nosso firme compromisso em impulsionar e promover ações que elevem os padrões de transparência dentro do Sistema Confere/Cores. Ela é o resultado tangível de uma política de gestão que valoriza a responsabilidade e a colaboração, proporcionando um terreno fértil para o efetivo exercício da Representação Comercial.
Ao iluminar os esforços dos Conselhos Regionais e destacar suas conquistas, lançamos um clarão sobre o nosso empenho coletivo em nutrir um ecossistema de governança transparente e responsável em prol do setor da Representação Comercial no Brasil.
Pela segunda semana seguida, a previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano subiu, passando de 2,31% para 2,56%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (4), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos.
Para o próximo ano, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 1,32%. Para 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,9% e 2%, respectivamente.
Superando as projeções, no segundo trimestre do ano a economia brasileira cresceu 0,9%, na comparação com os primeiros três meses de 2023, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o segundo trimestre do ano passado, a economia brasileira avançou 3,4%.
O PIB acumula alta de 3,2% no período de 12 meses. E no semestre, a alta acumulada foi de 3,7%.
Inflação
Já a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerada a inflação oficial do país – teve elevação de 4,9% para 4,92%. Para 2024, a estimativa de inflação ficou em 3,88%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 3,5% para os dois anos.
A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3,25% para 2023, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior 4,75%.
Segundo o BC, no último Relatório de Inflação, a chance de a inflação oficial superar o teto da meta em 2023 é de 61%.
A projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, fixada em 3%, mas ainda dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.
Em julho, influenciado pelo aumento da gasolina, o IPCA foi de 0,12%, segundo o IBGE. A taxa ficou acima das observadas no mês anterior (-0,08%) e em julho de 2022 (-0,68%). Com o resultado, a inflação oficial acumula 2,99% no ano. Em 12 meses, a inflação é de 3,99%, acima dos 3,16% acumulados até junho.
Taxa de juros
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 13,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Diante da forte queda da inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, iniciou, no mês passado, um ciclo de redução da Selic.
A última vez em que o Banco Central tinha diminuído a Selic foi em agosto de 2020, quando a taxa caiu de 2,25% para 2% ao ano, em meio à contração econômica gerada pela pandemia de covid-19.
Depois disso, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo que começou em março de 2021, em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis, e, a partir de agosto do ano passado, manteve a taxa em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.
Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2023 em 11,75% ao ano. Para o fim de 2024, a estimativa é que a taxa básica caia para 9% ao ano. Já para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é de Selic em 8,5% ao ano para os dois anos.
Demanda
Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.
Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.
Por fim, a previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar está em R$ 4,98 para o fim deste ano. Para o fim de 2024, a previsão é de que a moeda americana fique em R$ 5.