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Processo SEI 00.000076/2026
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Data da sessão: 24/04/2026
Nilópolis institui Dia Municipal do Representante Comercial e Core-RJ presta homenagens em Sessão Solene
Autoridades e representantes da categoria são reconhecidos por sua contribuição ao fortalecimento da Representação Comercial, com destaque para a entrega da Medalha de Honra ao Mérito Farid Abrão David e homenagens institucionais marcantes
Nesta sexta-feira (17/04), durante a Sessão Solene em comemoração à sanção da Lei nº 6.974/2025, que institui o Dia Municipal do Representante Comercial no município de Nilópolis/RJ, o Core-RJ realizou uma série de homenagens a autoridades e personalidades que contribuem para o fortalecimento da categoria.
Na ocasião, foi entregue a moldura da Lei nº 6.974/2025 ao vereador Alexandre Pereira Nobre, autor do projeto que instituiu a data comemorativa no município. O prefeito de Nilópolis, Abraão David Neto, representado no evento, também foi homenageado, assim como o deputado federal Ricardo Abrão David, que recebeu reconhecimento institucional por sua atuação.
Em um momento de valorização da história da Representação Comercial, foi concedida a homenagem “Mascate In Memoriam” ao Sr. Abraão Davi, imigrante de origem libanesa, que atuou como caixeiro viajante e mascate, simbolizando as raízes da profissão no país. Ainda durante a solenidade, foram entregues certificados de agradecimento ao prefeito Abraão David Neto e ao deputado federal Ricardo Abrão David.
O evento também contou com a entrega de placa de homenagem ao deputado estadual Rafael Nobre, representado por sua mãe, Dona Alba Nobre, em reconhecimento à sua colaboração com a categoria.
Entre os destaques da solenidade, o representante comercial Fernando Hebia Dias, conselheiro da Comissão Fiscal do Core-RJ, foi agraciado com a Medalha de Honra ao Mérito Farid Abrão David, concedida pela Câmara Municipal de Nilópolis, considerada a mais alta honraria do município. A distinção reconhece sua atuação e contribuição efetiva para o fortalecimento da Representação Comercial, evidenciando o reconhecimento institucional do Poder Legislativo local à relevância da categoria.
Processo Administrativo de Contratação Direta Nº 07/2026 – Dispensa Eletrônica Nº 09/2026 – Contratação de Empresa Especializada na Prestação de Serviços de Produção e Edição de Vídeo (Estúdio)
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Processo SEI 00.000073/2026
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Data da sessão: 23/04/2026
Indústria avança 14,9% em março com avanço na intenção de lançamentos
A atividade industrial brasileira mostrou sinais de recuperação em março de 2026, com avanço na intenção de lançamentos e melhora no ritmo do setor. Segundo o Índice de Atividade Industrial da GS1 Brasil, o período marcou o melhor patamar da série histórica, indicando uma retomada gradual da confiança após um início de ano mais pressionado.
Na série dessazonalizada, o indicador cresceu 14,9% em relação a fevereiro, sinalizando aceleração no encerramento do primeiro trimestre. Já na comparação com março de 2025, houve alta de 10,6%, reforçando a evolução da atividade no curto prazo.
Apesar do avanço recente, os dados ainda refletem os impactos do período anterior. No acumulado dos últimos 12 meses, o índice registra queda de 18,1%, enquanto no acumulado de 2026 o recuo é de 14,1%, evidenciando que a recuperação ainda ocorre de forma gradual.
De acordo com Virginia Vaamonde, o desempenho de março indica uma mudança de trajetória. “O Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial reforça que a indústria voltou a acelerar sua intenção de lançamentos neste início de ano. O fechamento do primeiro trimestre confirma uma trajetória de maior confiança e fôlego inovador”, afirma.
Entre os destaques do período, os setores de bebidas e têxtil se sobressaíram como principais vetores do crescimento, impulsionando o resultado geral. A leitura do indicador sugere que, mesmo diante de um cenário ainda desafiador no acumulado, a indústria começa a reagir, com maior disposição para inovar e lançar novos produtos no mercado.
Fonte: Super Varejo
Core-RJ realiza capacitação interna sobre o Treinamento em Excelência no Atendimento ao Público


Core-RJ marca presença no Rio Boat Show 2026
- Orientação a profissionais e empresas sobre a obrigatoriedade do registro no Conselho
- Promoção de boas práticas e ética na Representação Comercial
- Fiscalização preventiva para garantir o exercício legal da profissão
- Esclarecimento de dúvidas sobre a atuação de representantes comerciais no CNAE 4614-1/00 – Representantes Comerciais e agentes de comércio de máquinas, equipamentos, embarcações e aeronaves.

2026 – Resolução nº 2.183
Dispõe sobre a prorrogação do prazo para conclusão dos trabalhos e substitui membro da Comissão de Sindicância, instaurada no âmbito do Core-PI por meio da Resolução nº 2.180/2026 – Confere.
Core-MG realiza mais uma edição do programa “Identidade em Mãos”
O Core-MG realizou, ontem (13 de abril), mais uma edição do programa “Identidade em Mãos”, voltado à entrega das carteiras profissionais aos novos registrados.
A cerimônia aconteceu na sede do Regional, em Belo Horizonte, e reuniu os recém-inscritos para um momento de acolhimento institucional, orientações práticas e compartilhamento de experiências. Durante o encontro, foram abordados aspectos essenciais do exercício da profissão, com ênfase na atuação ética, no cumprimento das normas legais e na importância do registro regular para assegurar confiança nas relações comerciais.
De acordo com o presidente do Core-MG, Antônio Maciel Ribeiro, a iniciativa busca estreitar a relação entre o Conselho e os profissionais desde o início da carreira. “O programa simboliza não apenas a formalização do registro, mas também o compromisso com uma atuação responsável e alinhada às exigências legais”, concluiu.
Dólar fecha abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de dois anos
O dólar fechou abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de dois anos, enquanto a bolsa brasileira renovou recordes e superou os 198 mil pontos nesta segunda-feira (13).

Mesmo com o início do bloqueio do Estreito de Ormuz pelos Estados Unidos, o clima no mercado financeiro melhorou após declarações do presidente Donald Trump sobre um possível acordo com o Irã.
A moeda estadunidense encerrou o dia em queda, acompanhando o movimento no exterior, enquanto a bolsa brasileira avançou impulsionada por ações de commodities (bens primários com cotação internacional) e pelo fluxo de capital estrangeiro.
Câmbio recua
O dólar comercial à vista fechou a R$ 4,997, em baixa de R$ 0,014 (-0,29%). A cotação está no menor valor desde 27 de março de 2024. Na mínima do dia, por volta das 14h20, chegou a R$ 4,98.
No mês, a divisa acumula queda de 3,51%. Em 2026, o recuo chega a 8,96%.
Após subir no início do dia, refletindo as tensões no Oriente Médio, o dólar perdeu força ao longo da tarde. A mudança de direção ocorreu após Trump afirmar que o Irã estaria interessado em negociar.
No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho da moeda estadunidense diante de uma cesta de divisas fortes, também recuou, reforçando o movimento observado no Brasil.
O euro comercial fechou esta segunda vendido a R$ 5,876, com baixa de apenas 0,02%. A cotação está no menor valor desde o fim de junho de 2024.
Recorde histórico no Ibovespa
Na bolsa brasileira, o Ibovespa avançou 0,34% e fechou aos 198.001 pontos, atingindo o maior nível da história. Durante o pregão, o índice chegou a superar os 198.100 pontos.
O desempenho foi sustentado principalmente por ações de grandes empresas ligadas a commodities, como mineração e petróleo, além da entrada contínua de recursos estrangeiros. No mês, o índice acumula alta de 5,62% e, no ano, ganhos de 22,89%.
O movimento positivo no Brasil acompanhou o desempenho das bolsas em Nova York, que também reagiram às sinalizações de distensão geopolítica.
O índice Dow Jones, das empresas industriais, subiu 0,63%. O S&P 500, das 500 maiores companhias, ganhou 1,02% e anulou as perdas desde o início da guerra no Oriente Médio. O Nasdaq, das empresas de tecnologia, avançou 1,23%.
A expectativa de retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã ajudou a reduzir a aversão ao risco nos mercados globais.
Petróleo abaixo de US$ 100
Os preços do petróleo avançaram, impulsionados pelas tensões no Oriente Médio e pelo bloqueio de portos iranianos pelos Estados Unidos.
O barril do tipo Brent, referência internacional, fechou em alta de 4,36%, a US$ 99,36, enquanto o WTI, do Texas, subiu 2,6%, a US$ 99,08.
Durante a maior parte do dia, ambas as cotações ficaram acima de US$ 100, mas desaceleraram após as declarações de Trump.
A volatilidade continua elevada, com investidores atentos aos desdobramentos no Estreito de Ormuz, região estratégica para o fluxo global de petróleo.
Fonte: Agência Brasil
2026 – Resolução nº 2.189
Instaura intervenção do Confere no Core-BA.