Confere convoca aprovados no Concurso Público nº 01/2024

O Conselho Federal dos Representantes Comerciais (Confere) publicou o Edital de Convocação, convocando candidatos aprovados no Concurso Público nº 01/2024 para apresentação de documentação com vistas à formalização da contratação.

Os convocados deverão comparecer à sede do Confere, em Brasília/DF, no prazo máximo de 10 (dez) dias corridos, contados a partir do recebimento da convocação, no horário das 8h30 às 17h30, munidos de toda a documentação exigida no edital.

A etapa inclui a entrega e validação documental junto ao setor competente, sendo posteriormente realizada avaliação médica pré-admissional em clínica especializada indicada pelo Confere.

O não comparecimento no prazo estabelecido ou a não apresentação da documentação implicará na eliminação do candidato do certame.

A convocação contempla candidatos aprovados para os cargos de Assistente Administrativo, Assistente Jurídico, Auditor e Contador.

Acesse o Edital de Convocação.

Confira aqui a publicação no Diário Oficial da União.

Core-RJ presente na Super Rio ExpoFood

O Conselho Regional dos Representantes Comerciais no Estado do Rio de Janeiro (Core-RJ) está presente na Super Rio ExpoFood, o maior e mais inovador evento de negócios das Américas.A participação do Conselho teve início nesta semana, com presença do Presidente, Derlin Rodrigues, já registrada no primeiro dia da feira, e seguirá ao longo dos demais dias de programação, com o Setor de Fiscalização, reforçando o compromisso da instituição com a orientação e o suporte aos representantes comerciais e às empresas do segmento.
 
 
Durante o evento, os interessados em obter informações, esclarecer dúvidas ou receber orientações podem se dirigir ao estande da BGA, onde a equipe estará disponível para atendimento e também estará pela SRE. 
 
A iniciativa busca aproximar ainda mais o Core-RJ do mercado, promovendo diálogo, orientação e valorização da atividade de representação comercial.
 
 

BC reduz juros básicos para 14,75% ao ano

Apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Banco Central (BC) cortou os juros pela primeira vez em quase dois anos.

Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro.

No comunicado, o Copom afirmou que o aumento das incertezas provocado pelo conflito no Oriente Médio exige mais cautela. O BC não descartou rever o ciclo de baixa, caso seja necessário.

“O Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo”, destacou o texto.

Desde junho do ano passado, a Selic estava em 15% ao ano. A última vez em que o Copom tinha reduzido os juros tinha sido em maio de 2024, quando a Selic passou de 10,75% para 10,5% ao ano. Em setembro do mesmo ano, a taxa começou a ser elevada, até chegar aos 15% atuais.

Inflação


A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em fevereiro, o IPCA acelerou para 0,7% , pressionado pelas mensalidades escolares. Mesmo com a alta, o indicador ficou em 3,81% no acumulado de 12 meses, abaixo de 4% pela primeira vez desde maio de 2024.

Pelo novo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro deste ano, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.

No modelo de meta contínua, a meta passa a ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses.

Em março de 2026, a inflação desde abril de 2025 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em abril de 2026, o procedimento se repete, com apuração a partir de maio de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.

No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária diminuiu para 3,5% a previsão do IPCA para 2026, mas a estimativa será revista, por causa do comportamento do dólar e da inflação. A próxima edição do documento, que substituiu o antigo Relatório de Inflação, será divulgada no fim de março.

As previsões do mercado estão menos otimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,1%, abaixo do teto da meta. Há um mês, antes do início da guerra no Oriente Médio, as estimativas do mercado estavam em 3,95%.

Crédito menos caro

A redução da taxa Selic impulsiona a economia. Isso porque juros mais baixos barateiam o crédito e estimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas menores dificultam o controle da inflação. No último Relatório de Política Monetária, o Banco Central manteve em 1,6% a previsão de crescimento da economia em 2026.

O mercado projeta crescimento um pouco melhor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 1,83% do PIB em 2026.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

Fonte: Agência Brasil

Dólar cai 1,6% e fecha em R$ 5,23 com alívio externo

O mercado financeiro teve um dia de alívio nesta segunda-feira (16). O dólar caiu com força e encerrou o dia próximo de R$ 5,20, acompanhando o movimento da moeda no exterior.

O dólar comercial encerrou as negociações vendido a R$ 5,229, com recuo de R$ 0,085 (-1,60%). A cotação encostou em R$ 5,28 durante a manhã, mas despencou à tarde, até fechar próxima da mínima do dia.

Apesar da queda nesta segunda, o dólar acumula alta de 1,87% em março. No acumulado do ano, porém, a moeda registra queda de 4,72% em relação ao real.

A moeda estadunidense caiu após dois pregões de forte alta, quando superou R$ 5,30 e alcançou o maior nível de fechamento desde janeiro.

A redução da aversão global ao risco, impulsionada pela queda do petróleo, favoreceu ativos de mercados emergentes e levou o real a registrar um dos melhores desempenhos entre essas moedas.

Bolsa reage


No mercado de ações, o principal índice da B3 também reagiu positivamente ao ambiente externo e se recuperou após duas quedas seguidas. O Ibovespa avançou 1,25%, encerrando o pregão aos 179.875 pontos, após ultrapassar momentaneamente os 181 mil pontos durante a sessão.

O desempenho refletiu a melhora na percepção de risco global e a queda das cotações do petróleo, fatores que ajudaram a aliviar a pressão sobre os mercados financeiros após dias de forte volatilidade ligados ao conflito no Oriente Médio.

Petróleo recua


O principal fator por trás da melhora no humor dos mercados foi a queda nas cotações do petróleo. A commodity (bem primário com cotação internacional) recuou diante da expectativa de retomada gradual do tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% da oferta global de petróleo.

O contrato do petróleo do tipo Brent (usado nas negociações internacionais) para maio fechou em queda de 2,84%, embora o barril ainda permaneça acima de US$ 100 e acumule valorização de 40% no mês.

Declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também ajudaram a reduzir a tensão geopolítica. Ele afirmou que o acesso ao estreito poderá ser restabelecido em breve e indicou que há interlocutores no Irã dispostos a dialogar.

Com as declarações e a reabertura gradual do Estreito de Ormuz, os investidores desmontaram posições defensivas montadas na sexta-feira anterior, quando havia receio de escalada da guerra no Oriente Médio.

Fatores internos


No cenário doméstico, operadores também apontam como fator positivo as intervenções do Tesouro Nacional no mercado de títulos públicos. O órgão realizou duas operações de recompra de papéis, ampliando a liquidez e reduzindo tensões na curva de juros.

A movimentação ajudou a derrubar as taxas de contratos de Depósito Interfinanceiro (DI), que registraram quedas superiores a 30 pontos-base (0,3 ponto percentual) em alguns vencimentos.

Expectativa do Copom


Investidores também ajustam posições antes da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil, marcada para quarta-feira (18).

A expectativa predominante no mercado é de corte mais moderado da taxa Selic, possivelmente de 0,25 ponto percentual, levando os juros de 15% para 14,75% ao ano.

Parte dos analistas, porém, já considera a possibilidade de manutenção da taxa diante das pressões inflacionárias provocadas pela alta recente do petróleo.

Mesmo com eventual redução, o diferencial de juros do Brasil continuará elevado, o que tende a sustentar a atratividade do real para investidores internacionais.

Fonte: Agência Brasil

Confere empossa nova Diretoria do Core-BA para o triênio 2026/2029

O Confere realizou, nesta segunda-feira, 16 de março, a cerimônia de posse da nova Diretoria do Core-BA, eleita para o triênio 2026/2029. O mandato terá início em 12 de maio de 2026.

A solenidade contou com a presença do presidente do Confere, Archimedes Cavalcanti Júnior, do diretor-tesoureiro do Confere, Hely Ricardo de Lima, e do procurador-geral da autarquia federal, Izaac Pereira Inácio.

A nova composição do Core-BA marca uma renovação expressiva, com aproximadamente 50% de novos conselheiros, refletindo o compromisso da instituição com a continuidade do trabalho institucional aliado à renovação de ideias e práticas de gestão.

Durante a cerimônia, o presidente do Confere, Archimedes Cavalcanti Júnior, destacou o papel estratégico dos Conselhos Regionais na fiscalização do exercício profissional e na proteção da sociedade.

Em sua fala, ressaltou que a atuação do Sistema Confere/Cores tem como destinatário final a sociedade, uma vez que a fiscalização garante que a atividade de Representação Comercial seja exercida de forma regular, ética e em conformidade com a legislação.

Archimedes também manifestou confiança na nova gestão, enfatizando a importância de que a Diretoria seja um vetor de mudanças e transformações institucionais.

O presidente do Confere lembrou ainda a relevância da Bahia no cenário nacional, destacando que o estado possui uma das maiores extensões territoriais do país e o quarto maior número de municípios, o que amplia a responsabilidade e o alcance das ações institucionais do Conselho Regional.

Segundo ele, a nova gestão tem diante de si a oportunidade de realizar um trabalho de grande impacto, baseado em gestão compartilhada, compromisso institucional e respeito aos princípios da legalidade, integridade e transparência pública.

Reeleito para a presidência do Core-BA, Herval Dórea da Silva agradeceu o apoio permanente do Confere às ações desenvolvidas pelo Conselho Regional e deu as boas-vindas aos novos conselheiros que passam a integrar a gestão.

Em seu pronunciamento, destacou o compromisso da Diretoria em cumprir fielmente os normativos que regem o Sistema Confere/Cores e em trabalhar continuamente em prol da valorização e do fortalecimento da atividade dos representantes comerciais no estado da Bahia.

“Assumidos com o compromisso de fortalecer as ações de fiscalização, aprimorar a gestão institucional e ampliar o diálogo com os representantes comerciais baianos, contribuindo para o desenvolvimento e a valorização da Representação Comercial no estado”, frisou.

Composição da Diretoria

Diretoria Executiva

  • Presidente: Herval Dórea da Silva
  • Diretor-Secretário: Jacinto Luiz Matos Ferreira
  • Diretor-Tesoureiro: Marcelo Pedra Nunes
  • 1º Diretor Suplente: Walter Souza Peixoto

Comissão Fiscal

  • Márcio Rocha Freire de Carvalho
  • Paula Oliveira de Deus

Delegados Efetivos

  • Herval Dórea da Silva
  • Marcelo Pedra Nunes

Delegados Suplentes

  • Jacinto Luiz Matos Ferreira
  • Walter Souza Peixoto

Inflação oficial recua para 3,81%, com variação de 0,7% em fevereiro

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acelerou de 0,33% em janeiro para 0,7% em fevereiro, maior taxa desde fevereiro de 2025 (1,31%).

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A maior variação e impacto foram registrados no grupo Educação (5,21%), devido aos reajustes anuais das mensalidades de escolas e cursos. Junto com a alta no grupo Transportes, os dois grupos representaram aproximadamente 66% do resultado do mês.

No ano, o IPCA acumula alta de 1,03% e, nos últimos doze meses, o índice ficou em 3,81%, abaixo dos 4,44% dos 12 meses imediatamente anteriores. A inflação oficial está dentro do limite máximo de tolerância da meta do governo.

O gerente da pesquisa, Fernando Gonçalves, explica que, embora mais alto que em meses anteriores, o resultado é o menor para um mês de fevereiro desde 2020 (0,25%).

“Em fevereiro do ano passado, no IPCA de 1,31% houve uma pressão do grupo Habitação, em especial na energia elétrica, em função do fim do Bônus de Itaipu, o que não ocorreu no ano de 2026.”

“Ainda na comparação com o ano anterior, Educação acelerou ao registrar 5,21% em fevereiro de 2026 contra 4,7% de fevereiro de 2025”, acrescentou.

Segundo o IBGE, o grupo Educação respondeu por cerca de 44% do IPCA de fevereiro. A maior contribuição veio dos cursos regulares (6,2%), por conta dos reajustes habitualmente praticados no início do ano letivo. As maiores variações foram nos subitens ensino médio (8,19%), ensino fundamental (8,11%) e pré-escola (7,48%).

O grupo Alimentação e bebidas teve pequena variação na passagem de janeiro (0,23%) para fevereiro (0,26%). A alimentação no domicílio registrou variação de 0,23% frente a 0,10% do mês anterior, com influência das altas do açaí (25,29%), do feijão carioca (11,73%), do ovo de galinha (4,55%) e das carnes (0,58%).

Pelo lado das quedas, os destaques são as frutas (-2,78%), o óleo de soja (-2,62%), o arroz (-2,36%) e o café moído (-1,20%). Já a alimentação fora do domicílio (0,34%) desacelerou em relação ao mês anterior (0,55%). A refeição saiu de 0,66% em janeiro, para 0,49% em fevereiro, e o lanche passou de 0,27% para 0,15% no mesmo período.

Segundo o gerente da pesquisa, o grupo dos alimentos variou 0,26% em fevereiro, mostrando desaceleração na comparação com fevereiro de 2025, quando registrou influência da alta do ovo de galinha (15,39%) e do café moído (10,77%).

No índice atual, tais subitens desaceleraram para 4,55% (ovo de galinha) e -1,20% (café), oitavo mês seguido de retração nos preços deste subitem, que acumula 10,13% de variação nos últimos 12 meses.

“Além desses produtos o arroz, importante na mesa dos brasileiros, já acumula queda de 27,86% em 12 meses dada a boa oferta do cereal”, disse Gonçalves.

No grupo Transportes, chamou a atenção o aumento de 11,4% na passagem aérea. Também registraram altas o seguro voluntário de veículos (5,62%), o conserto de automóvel (1,22%) e o ônibus urbano (1,14%).

Nos combustíveis, o índice ficou em -0,47%, com quedas na gasolina (-0,61%) e no gás veicular (-3,10%), e altas no etanol (0,55%) e no óleo diesel (0,23%).

INPC


De acordo com o IBGE, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) teve alta de 0,56% em fevereiro, 0,17 ponto percentual. acima do resultado observado em janeiro (0,39%).

No ano, o INPC acumula alta de 0,95% e, nos últimos 12 meses, o índice ficou em 3,36%, abaixo dos 4,30% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em fevereiro de 2025, a taxa foi de 1,48%.

Os produtos alimentícios aceleraram de janeiro (0,14%) para fevereiro (0,26%). A variação dos não alimentícios passou de 0,47% em janeiro para 0,66% em fevereiro.

Fonte: Agência Brasil

Core-ES fortalece diálogo institucional em visita ao presidente da Câmara de Cariacica

Parte da Diretoria do Conselho Regional dos Representantes Comerciais no Estado do Espírito Santo (Core-ES) realizou uma visita institucional ao vereador e presidente da Câmara Municipal de Cariacica, Lelo Couto, na última quarta-feira, 11.
 
Participaram do encontro o presidente Marcelo Marino Simonetti, o diretor-secretário Julio Sandes, os conselheiros fiscais José Aquibaldo e Mario Batista, além da gerente-geral Fernanda Pianca.
 
Durante a reunião, o presidente Simonetti apresentou as principais ações desenvolvidas pelo Core-ES e sugeriu a elaboração de um projeto de lei para instituir o Dia Municipal do Representante Comercial em Cariacica.
 
No ano em que o Core-ES celebra 60 anos de atuação, a proposta reforça a valorização e o reconhecimento da profissão em todo o Espírito Santo. Atualmente, a data já é celebrada no âmbito estadual e também nos municípios de Vitória, Vila Velha, Serra e Guarapari.
 
O Core-ES agradece ao vereador Lelo Couto pela receptividade e pela abertura ao diálogo institucional

Core-ES realiza primeira capacitação interna de 2026 para colaboradores

Com o objetivo de fortalecer a qualificação técnica da equipe e aprimorar continuamente os serviços prestados aos representantes comerciais, o Conselho Regional dos Representantes Comerciais no Estado do Espírito Santo (Core-ES) iniciou, nos dias 05 e 06 de março, a primeira etapa do programa de capacitação interna de colaboradores de 2026, na sede na MMurad/FGV, na Praia do Canto, em Vitória.
 
A iniciativa faz parte de uma agenda mensal de treinamentos instituída pelo Conselho e será realizada em parceria com a MMurad/FGV, escola reconhecida nacionalmente como uma das instituições mais conceituadas do país em formação executiva e treinamento empresarial.
 
A programação do primeiro encontro contou com dois dias de atividades voltadas ao desenvolvimento profissional e ao aprimoramento do atendimento ao público. No dia 05 de março, o treinamento foi conduzido pelo professor José Mauro Nunes, que abordou o tema “Atendimento e Encantamento ao Público”, destacando a importância da comunicação eficiente, da empatia e da excelência no relacionamento com os representantes comerciais atendidos pelo Conselho.
 
Já no dia 06 de março, a programação foi dividida em dois momentos e ministrada pelo professor Wesley Ortiz. O primeiro abordou o tema Liderança, com reflexões sobre gestão de pessoas, desenvolvimento de equipes e fortalecimento do ambiente colaborativo. Na sequência, os participantes acompanharam a palestra sobre Desempenho, que tratou de estratégias para aprimorar resultados e fortalecer a cultura de melhoria contínua no ambiente de trabalho.