Confere realiza primeiro dia da I Reunião Plenária Ordinária de 2026 com debates estratégicos para o Sistema

O Conselho Federal dos Representantes Comerciais (Confere) deu início, nesta terça-feira, 24 de março, à I Reunião Plenária Ordinária de 2026, para deliberação de temas relevantes à gestão do Sistema Confere/Cores.
A abertura dos trabalhos foi marcada pela análise da Prestação de Contas do Confere referente ao exercício de 2025, pauta essencial para o fortalecimento da transparência, do planejamento e da responsabilidade na gestão pública.


No período da tarde, os participantes acompanharam a palestra do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Benjamin Zymler, que abordou o tema “Business Judgement Rule – A responsabilização da alta administração nos Conselhos Profissionais”, trazendo reflexões sobre a tomada de decisão e os limites de atuação dos gestores públicos.


A programação também contemplou a apresentação do Relatório Anual das Atividades da Auditoria Interna (RAINT 2025), reforçando o papel da auditoria como instrumento de controle, orientação e aprimoramento da gestão institucional.


A I Reunião Plenária Ordinária segue até o dia 26 de março, com uma agenda voltada ao aperfeiçoamento normativo, à eficiência administrativa e ao alinhamento institucional em todo o Sistema Confere/Cores

Governo sanciona lei que autoriza instalação de farmácias em supermercados no país

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 15.357/2026 (antigo PL 2158/2023), que autoriza a instalação de farmácias e drogarias dentro de supermercados em todo o país. A medida, que foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (23), altera a legislação que regula o comércio de medicamentos no Brasil, bem como a dinâmica do varejo e da assistência farmacêutica, ao permitir a integração de serviços de saúde em estabelecimentos de grande capilaridade.

Na prática, a norma não libera a venda de remédios diretamente nas gôndolas dos supermercados. A legislação exige que a comercialização ocorra em um espaço físico separado, exclusivo para a atividade farmacêutica e com estrutura própria, seguindo as mesmas regras aplicadas às farmácias tradicionais.

Entre as exigências, está a presença obrigatória de um farmacêutico durante todo o horário de funcionamento, além do cumprimento de critérios técnicos como controle de temperatura, armazenamento adequado e rastreabilidade dos produtos. Medicamentos sujeitos a controle especial terão regras adicionais, como entrega após o pagamento e em embalagem lacrada.

A lei também proíbe a exposição de medicamentos em áreas abertas, como bancadas e prateleiras comuns, restringindo a venda ao ambiente da farmácia instalada dentro do supermercado.

No geral, a proposta tem por objetivo ampliar o acesso da população a medicamentos e aumentar a concorrência no setor, especialmente em regiões com menor oferta de farmácias. Com a regulamentação, redes supermercadistas passam a ter a possibilidade de integrar serviços farmacêuticos às lojas, ampliando o mix de serviços e conveniência ao consumidor, desde que atendam integralmente às exigências sanitárias e regulatórias.

A aprovação da lei foi articulada por entidades como a Abras (Associação Brasileira de Supermercados), com apoio da Abad (Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores) e da Abaas (Associação Brasileira de Atacadistas de Autosserviço). O movimento é considerado um marco para o varejo de abastecimento, que reúne cerca de 424 mil lojas no país e atende milhões de consumidores diariamente.

A expectativa do setor supermercadista é que a medida aumente a concorrência no mercado farmacêutico, com potencial impacto na redução de preços ao consumidor final e ampliação do acesso a medicamentos. A capilaridade dos supermercados e o horário estendido de funcionamento devem facilitar o atendimento, especialmente em municípios menores e regiões com menor oferta de farmácias.

Entre os principais efeitos projetados estão a geração de empregos para farmacêuticos e auxiliares, a diversificação de receitas no varejo alimentar e o estímulo a categorias ligadas à prevenção e ao bem-estar. Especialistas também apontam que a integração pode reduzir barreiras de acesso, ao incorporar serviços de saúde à rotina de compra do consumidor.

Com a sanção, a regulamentação e a implementação do modelo devem avançar nos próximos meses, sob acompanhamento de órgãos sanitários e reguladores. O movimento sinaliza uma ampliação do papel do varejo alimentar, que passa a incorporar, de forma mais estruturada, soluções voltadas à saúde e à conveniência.

Fonte: Super Varejo

Core-ES realiza visita institucional a vereador de Viana

Em mais uma agenda institucional voltada à valorização da Representação Comercial, o Conselho Regional dos Representantes Comerciais no Estado do Espírito Santo (Core-ES) realizou, uma visita ao vereador e presidente da Câmara da cidade de Viana, Joilson Broedel, no dia 16 de março.
 
Durante o encontro, foram apresentadas as principais ações desenvolvidas pelo Core-ES em todo o estado, com destaque para sua atuação na defesa, valorização e regulamentação da atividade dos representantes comerciais.
 
Na ocasião, também foi ressaltado que o município de Viana conta atualmente com cerca de 150 representantes comerciais, profissionais que contribuem diretamente para o desenvolvimento econômico local e para o fortalecimento das relações comerciais na região.
 
A reunião foi marcada por um diálogo produtivo, com troca de informações e alinhamento sobre a importância da categoria para o crescimento do Espírito Santo.
 
Representando o Core-ES, participaram do encontro o presidente Marcelo Simonetti, o diretor-secretário Julio Sandes, o diretor-tesoureiro Jose Maria Claudio Junior, a diretora suplente Roseane Gonçalves e a gerente-geral Fernanda Pianca.

Palestra sobre Reforma Tributária é a primeira do ano de uma série de capacitações promovidas pelo Core-ES

O Conselho Regional dos Representantes Comerciais no Estado do Espírito Santo (Core-ES) deu início à sua agenda de capacitações para seus registrados com a realização da palestra “Reforma Tributária – o que muda na prática em 2026”, no dia 13 de março. O encontro reuniu representantes comerciais interessados em se atualizar sobre as mudanças que já começam a impactar a atividade.

A iniciativa integra uma programação especial preparada pelo Core-ES para oferecer capacitação profissional ainda mais qualificada ao longo do ano, com cursos e palestras ministrados por professores da MMurad/FGV, reconhecida como uma das instituições mais conceituadas do país em formação executiva e treinamento empresarial.

A palestra foi conduzida pelo professor Claudio Carneiro, advogado especialista em Direito Tributário e Financeiro, que apresentou de forma prática os principais pontos da Reforma Tributária. Durante o encontro, foram abordados os impactos iniciais da nova legislação, que já entra em fase de implementação em 2026 com a introdução de alíquotas de teste de 1% sobre bens e serviços (0,9% CBS + 0,1% IBS).

Além do conteúdo técnico, o evento contou com um momento especial em alusão ao Dia Internacional da Mulher, marcado pelo reconhecimento à representatividade feminina na categoria. Na ocasião, foi destacada a entrada da representante comercial Roseane Gonçalves na nova composição da diretoria para o triênio 2026-2029, reforçando a importância da valorização e do protagonismo das mulheres na Representação Comercial.

Com a realização do primeiro encontro, o Core-ES reforça seu compromisso com o desenvolvimento contínuo dos profissionais registrados, promovendo iniciativas que contribuem para o aprimoramento técnico e a preparação da categoria frente às transformações do mercado.

Confere convoca aprovados no Concurso Público nº 01/2024

O Conselho Federal dos Representantes Comerciais (Confere) publicou o Edital de Convocação, convocando candidatos aprovados no Concurso Público nº 01/2024 para apresentação de documentação com vistas à formalização da contratação.

Os convocados deverão comparecer à sede do Confere, em Brasília/DF, no prazo máximo de 10 (dez) dias corridos, contados a partir do recebimento da convocação, no horário das 8h30 às 17h30, munidos de toda a documentação exigida no edital.

A etapa inclui a entrega e validação documental junto ao setor competente, sendo posteriormente realizada avaliação médica pré-admissional em clínica especializada indicada pelo Confere.

O não comparecimento no prazo estabelecido ou a não apresentação da documentação implicará na eliminação do candidato do certame.

A convocação contempla candidatos aprovados para os cargos de Assistente Administrativo, Assistente Jurídico, Auditor e Contador.

Acesse o Edital de Convocação.

Confira aqui a publicação no Diário Oficial da União.

Core-RJ presente na Super Rio ExpoFood

O Conselho Regional dos Representantes Comerciais no Estado do Rio de Janeiro (Core-RJ) está presente na Super Rio ExpoFood, o maior e mais inovador evento de negócios das Américas.A participação do Conselho teve início nesta semana, com presença do Presidente, Derlin Rodrigues, já registrada no primeiro dia da feira, e seguirá ao longo dos demais dias de programação, com o Setor de Fiscalização, reforçando o compromisso da instituição com a orientação e o suporte aos representantes comerciais e às empresas do segmento.
 
 
Durante o evento, os interessados em obter informações, esclarecer dúvidas ou receber orientações podem se dirigir ao estande da BGA, onde a equipe estará disponível para atendimento e também estará pela SRE. 
 
A iniciativa busca aproximar ainda mais o Core-RJ do mercado, promovendo diálogo, orientação e valorização da atividade de representação comercial.
 
 

BC reduz juros básicos para 14,75% ao ano

Apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Banco Central (BC) cortou os juros pela primeira vez em quase dois anos.

Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro.

No comunicado, o Copom afirmou que o aumento das incertezas provocado pelo conflito no Oriente Médio exige mais cautela. O BC não descartou rever o ciclo de baixa, caso seja necessário.

“O Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo”, destacou o texto.

Desde junho do ano passado, a Selic estava em 15% ao ano. A última vez em que o Copom tinha reduzido os juros tinha sido em maio de 2024, quando a Selic passou de 10,75% para 10,5% ao ano. Em setembro do mesmo ano, a taxa começou a ser elevada, até chegar aos 15% atuais.

Inflação


A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em fevereiro, o IPCA acelerou para 0,7% , pressionado pelas mensalidades escolares. Mesmo com a alta, o indicador ficou em 3,81% no acumulado de 12 meses, abaixo de 4% pela primeira vez desde maio de 2024.

Pelo novo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro deste ano, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.

No modelo de meta contínua, a meta passa a ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses.

Em março de 2026, a inflação desde abril de 2025 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em abril de 2026, o procedimento se repete, com apuração a partir de maio de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.

No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária diminuiu para 3,5% a previsão do IPCA para 2026, mas a estimativa será revista, por causa do comportamento do dólar e da inflação. A próxima edição do documento, que substituiu o antigo Relatório de Inflação, será divulgada no fim de março.

As previsões do mercado estão menos otimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,1%, abaixo do teto da meta. Há um mês, antes do início da guerra no Oriente Médio, as estimativas do mercado estavam em 3,95%.

Crédito menos caro

A redução da taxa Selic impulsiona a economia. Isso porque juros mais baixos barateiam o crédito e estimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas menores dificultam o controle da inflação. No último Relatório de Política Monetária, o Banco Central manteve em 1,6% a previsão de crescimento da economia em 2026.

O mercado projeta crescimento um pouco melhor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 1,83% do PIB em 2026.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

Fonte: Agência Brasil

Dólar cai 1,6% e fecha em R$ 5,23 com alívio externo

O mercado financeiro teve um dia de alívio nesta segunda-feira (16). O dólar caiu com força e encerrou o dia próximo de R$ 5,20, acompanhando o movimento da moeda no exterior.

O dólar comercial encerrou as negociações vendido a R$ 5,229, com recuo de R$ 0,085 (-1,60%). A cotação encostou em R$ 5,28 durante a manhã, mas despencou à tarde, até fechar próxima da mínima do dia.

Apesar da queda nesta segunda, o dólar acumula alta de 1,87% em março. No acumulado do ano, porém, a moeda registra queda de 4,72% em relação ao real.

A moeda estadunidense caiu após dois pregões de forte alta, quando superou R$ 5,30 e alcançou o maior nível de fechamento desde janeiro.

A redução da aversão global ao risco, impulsionada pela queda do petróleo, favoreceu ativos de mercados emergentes e levou o real a registrar um dos melhores desempenhos entre essas moedas.

Bolsa reage


No mercado de ações, o principal índice da B3 também reagiu positivamente ao ambiente externo e se recuperou após duas quedas seguidas. O Ibovespa avançou 1,25%, encerrando o pregão aos 179.875 pontos, após ultrapassar momentaneamente os 181 mil pontos durante a sessão.

O desempenho refletiu a melhora na percepção de risco global e a queda das cotações do petróleo, fatores que ajudaram a aliviar a pressão sobre os mercados financeiros após dias de forte volatilidade ligados ao conflito no Oriente Médio.

Petróleo recua


O principal fator por trás da melhora no humor dos mercados foi a queda nas cotações do petróleo. A commodity (bem primário com cotação internacional) recuou diante da expectativa de retomada gradual do tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% da oferta global de petróleo.

O contrato do petróleo do tipo Brent (usado nas negociações internacionais) para maio fechou em queda de 2,84%, embora o barril ainda permaneça acima de US$ 100 e acumule valorização de 40% no mês.

Declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também ajudaram a reduzir a tensão geopolítica. Ele afirmou que o acesso ao estreito poderá ser restabelecido em breve e indicou que há interlocutores no Irã dispostos a dialogar.

Com as declarações e a reabertura gradual do Estreito de Ormuz, os investidores desmontaram posições defensivas montadas na sexta-feira anterior, quando havia receio de escalada da guerra no Oriente Médio.

Fatores internos


No cenário doméstico, operadores também apontam como fator positivo as intervenções do Tesouro Nacional no mercado de títulos públicos. O órgão realizou duas operações de recompra de papéis, ampliando a liquidez e reduzindo tensões na curva de juros.

A movimentação ajudou a derrubar as taxas de contratos de Depósito Interfinanceiro (DI), que registraram quedas superiores a 30 pontos-base (0,3 ponto percentual) em alguns vencimentos.

Expectativa do Copom


Investidores também ajustam posições antes da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil, marcada para quarta-feira (18).

A expectativa predominante no mercado é de corte mais moderado da taxa Selic, possivelmente de 0,25 ponto percentual, levando os juros de 15% para 14,75% ao ano.

Parte dos analistas, porém, já considera a possibilidade de manutenção da taxa diante das pressões inflacionárias provocadas pela alta recente do petróleo.

Mesmo com eventual redução, o diferencial de juros do Brasil continuará elevado, o que tende a sustentar a atratividade do real para investidores internacionais.

Fonte: Agência Brasil

Confere empossa nova Diretoria do Core-BA para o triênio 2026/2029

O Confere realizou, nesta segunda-feira, 16 de março, a cerimônia de posse da nova Diretoria do Core-BA, eleita para o triênio 2026/2029. O mandato terá início em 12 de maio de 2026.

A solenidade contou com a presença do presidente do Confere, Archimedes Cavalcanti Júnior, do diretor-tesoureiro do Confere, Hely Ricardo de Lima, e do procurador-geral da autarquia federal, Izaac Pereira Inácio.

A nova composição do Core-BA marca uma renovação expressiva, com aproximadamente 50% de novos conselheiros, refletindo o compromisso da instituição com a continuidade do trabalho institucional aliado à renovação de ideias e práticas de gestão.

Durante a cerimônia, o presidente do Confere, Archimedes Cavalcanti Júnior, destacou o papel estratégico dos Conselhos Regionais na fiscalização do exercício profissional e na proteção da sociedade.

Em sua fala, ressaltou que a atuação do Sistema Confere/Cores tem como destinatário final a sociedade, uma vez que a fiscalização garante que a atividade de Representação Comercial seja exercida de forma regular, ética e em conformidade com a legislação.

Archimedes também manifestou confiança na nova gestão, enfatizando a importância de que a Diretoria seja um vetor de mudanças e transformações institucionais.

O presidente do Confere lembrou ainda a relevância da Bahia no cenário nacional, destacando que o estado possui uma das maiores extensões territoriais do país e o quarto maior número de municípios, o que amplia a responsabilidade e o alcance das ações institucionais do Conselho Regional.

Segundo ele, a nova gestão tem diante de si a oportunidade de realizar um trabalho de grande impacto, baseado em gestão compartilhada, compromisso institucional e respeito aos princípios da legalidade, integridade e transparência pública.

Reeleito para a presidência do Core-BA, Herval Dórea da Silva agradeceu o apoio permanente do Confere às ações desenvolvidas pelo Conselho Regional e deu as boas-vindas aos novos conselheiros que passam a integrar a gestão.

Em seu pronunciamento, destacou o compromisso da Diretoria em cumprir fielmente os normativos que regem o Sistema Confere/Cores e em trabalhar continuamente em prol da valorização e do fortalecimento da atividade dos representantes comerciais no estado da Bahia.

“Assumidos com o compromisso de fortalecer as ações de fiscalização, aprimorar a gestão institucional e ampliar o diálogo com os representantes comerciais baianos, contribuindo para o desenvolvimento e a valorização da Representação Comercial no estado”, frisou.

Composição da Diretoria

Diretoria Executiva

  • Presidente: Herval Dórea da Silva
  • Diretor-Secretário: Jacinto Luiz Matos Ferreira
  • Diretor-Tesoureiro: Marcelo Pedra Nunes
  • 1º Diretor Suplente: Walter Souza Peixoto

Comissão Fiscal

  • Márcio Rocha Freire de Carvalho
  • Paula Oliveira de Deus

Delegados Efetivos

  • Herval Dórea da Silva
  • Marcelo Pedra Nunes

Delegados Suplentes

  • Jacinto Luiz Matos Ferreira
  • Walter Souza Peixoto