Micro e pequenas empresas contratam 443 mil no terceiro trimestre

As micro e pequenas empresas mostram recuperação de fôlego após o pior período da crise econômica, entre os meses de março e junho. O segmento foi o que mais demitiu no pior momento da pandemia de covid-19 no Brasil, fechando pouco mais de 1 milhão de postos de trabalho, contra aproximadamente 605 mil das médias e grandes empresas.

No entanto, as micro e pequenas empresas geraram 443 mil empregos nos meses de julho, agosto e setembro, enquanto as maiores criaram 245 mil vagas no mesmo período.

O levantamento, feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), mostra a rápida capacidade de reação das micro e pequenas empresas diante de crises. Considerando o acumulado do ano (incluindo os meses anteriores à chegada da covid-19), os dados mostram que, entre demissões e contratações, as pequenas empresas tiveram saldo melhor, com cerca de 40 mil demissões a menos que as médias e grandes empresas.

“As micro e pequenas empresas são o motor da economia. Para sairmos mais rapidamente da crise, será fundamental continuar apoiando esses empresários. Isso passa por uma série de medidas, desde o apoio para que as empresas consigam digitalizar suas vendas até a ampliação da oferta de crédito, que é um oxigênio vital para mantê-las operando”, afirmou o presidente do Sebrae, Carlos Melles.



Fonte: Agência Brasil

Setembro registra venda média diária de R$ 29,5 bilhões, 20% maior que no ano passado

A média diária de vendas no Brasil em setembro, incluindo todos os setores (comércio, indústria, serviços), foi de R$ 29,5 bilhões, valor 20% maior que o registrado no mesmo mês do ano passado e, portanto, antes à pandemia, informou nesta terça-feira (3) a Receita Federal.

Na comparação com agosto deste ano, o valor médio diário das vendas aumentou 10,2%. As números estão em boletim e têm como base as notas fiscais eletrônicas emitidas no período.

De acordo com a Receita, o resultado de setembro também é o mais expressivo de todo o ano de 2020. Na indústria, as vendas cresceram 16% (leia mais abaixo).

O aumento expressivo nas vendas foi verificado em todas as regiões do país, com destaque para a região Norte, onde a alta foi de 33,1% em relação ao mesmo mês do ano passado.

  • Norte: média diária de R$ 2,02 bilhões, alta de 33,1%;
  • Centro-Oeste: média diária de R$ 3,71 bilhões, alta de 26,5%
  • Nordeste: média diária de R$ 3,39 bilhões, alta de 22,4%;
  • Sul: média diária de R$ 6,14 bilhões, alta de 22%;
  • Sudeste: média diária de R$ 14,24 bilhões, alta de 15,5%.

Esse aumento nas vendas ocorre em meio à forte injeção de recursos pelo governo federal para minimizar os efeitos da pandemia da Covid-19 na economia brasileira.

De acordo com o Siga Brasil, ferramenta do Senado onde é possível pesquisar dados sobre execução orçamentária, até o dia 1º de novembro o governo já havia desembolsado R$ 469,7 bilhões em ações relacionadas ao enfrentamento da pandemia, a maior parte com o auxílio emergencial distribuído a trabalhadores informais: R$ 229 bilhões.

O pagamento do auxílio emergencial em meio à pandemia tem sido apontado como um dos principais fatores de alavancagem das vendas de produtos básicos e também de material de construção.

De acordo com o boletim da Receita, as vendas no seguimento de material de construção somaram R$ 66,2 bilhões em setembro, alta de 35,28% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Esse aumento da demanda têm contribuído para a disparada nos preços de alguns itens e também para pressionar a inflação. Em resposta, na semana passada o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que estuda reduzir o tributo sobre a importação de material de construção.


Setores

De acordo com o boletim da Receita Federal, a venda média diária da indústria brasileira em setembro foi de R$ 15,6 bilhões, valor que é 10% maior que o registrado em agosto deste ano e 16% maior que o verificado em setembro de 2019.

Já no comércio, a venda média diária de R$ 11 bilhões registrada em setembro é 10,7% superior à de agosto e 24% maior que a de setembro do ano passado.

Se considerado apenas o comércio eletrônico, informou a Receita, o aumento foi de 57,2% em relação a setembro do ano passado. Na comparação com agosto deste ano, porém, o boletim mostra que houve estabilidade (alta de 1,6%).



Fonte: www.g1.globo.com

Novembro Azul – Mês de combate ao câncer de próstata

Por isso, o Confere reforça o movimento do Novembro Azul para alertar os homens sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata, segunda principal causa de morte por câncer em homens no Brasil.

O câncer de próstata ocorre principalmente em homens mais velhos. Seis em cada 10 casos são diagnosticados em homens com mais de 65 anos, sendo raro antes dos 40 anos. A média de idade no momento do diagnóstico é de 66 anos.

Trata-se de uma doença grave, mas diagnóstico precoce aumenta as chances de cura em até 90%. Por isso, faça os exames preventivos e cuide da sua saúde para continuar atuando e conquistando o seu espaço no mercado de trabalho!

Vendas nos shoppings podem alcançar nível pré-pandemia em dezembro

Nada mal para um segmento que teve todos os 577 empreendimentos fechados em abril, durante a quarentena, e que mesmo após a reabertura nos meses seguintes ainda tem horários restritos de funcionamento.

Níveis. Levantamento da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) mostra que as vendas no fim de outubro chegaram a 82% do registrado no mesmo mês do ano passado. O balanço da Multiplan, dona de 19 estabelecimentos, apresentou vendas em 80,8% dos níveis pré-pandemia em outubro, com perspectiva de alcançar 85% em novembro.

Cautela 1. A estimativa de normalização das vendas, porém, enfrenta riscos. Um deles é a possível falta de produtos, já que as indústrias ainda lidam com desabastecimento pelas paralisações da quarentena e alta nos preços de insumos, comprometendo a retomada.

Cautela 2. Outro risco é a potencial nova onda de contaminações no Brasil, como tem acontecido na Europa. França e Alemanha voltaram a limitar as horas de abertura e o fluxo em lojas, bares e restaurantes.



Fonte: Estadão

CNI diz que setores mais otimistas são os de borracha e metalurgia

O Índice de Confiança do Empresário (Icei), edição de outubro, registrou alta em todos os 30 setores analisados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Na comparação com setembro, houve aumento em 13 setores industriais e recuo em 16.

O setor que teve maior pontuação foi o de produtos de borracha (64,8 pontos), seguido por metalurgia (64,5); produtos de minerais não metálicos (64,1); e produtos de metal (exceto máquinas e equipamentos (64).

Segundo pesquisa da CNI, os setores com menor confiança foram os de biocombustíveis (54 pontos); obras de infraestrutura (54,3); equipamentos de informática, produtos eletrônicos e outros (56,7); couros e artefatos de couro (57,4); e produtos de limpeza, perfumaria e higiene pessoal (57,4).

O Icei varia de zero a 100 pontos. Quando acima de 50 pontos, ele indica confiança por parte do empresariado. Quanto maior for o índice, maior a confiança do setor.


Comparação

Os setores que apresentaram maior alta, na comparação com o levantamento anterior, foram os da indústria extrativa, que aumentou 3,8 pontos, atingindo 63,7; produtos de metal (alta de 3,4 pontos, chegando a 64); e o de impressão e reprodução de gravações, que cresceu 3 pontos, chegando a 58,6 pontos.

Já as maiores quedas ficaram com os setores de equipamentos de informática, que declinou 6,3 pontos; o de biocombustíveis (queda de 4,6 pontos); e o de produtos de material plástico, que apresentou queda de 3,9 pontos, ficando com 61,1 pontos.



Fonte: Agência Brasil

Apoio emergencial do BNDES a empresas na pandemia alcança R$ 105 bi

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) atingiu R$ 105 bilhões concedidos como apoio emergencial desde o início da pandemia do novo coronavírus, em março deste ano. O recurso foi destinado a 258 mil empresas brasileiras que respondem pela geração de 8,5 milhões de empregos. Em entrevista hoje (27) à Voz do Brasil, o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, revelou que a prioridade foram micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), que constituem 96% do total de empresas atendidas.

“São números muito substanciais. Estamos bem satisfeitos com o resultado desse trabalho, com uma inovação do banco em um momento difícil para nós, brasileiros. Mas a boa notícia é que esse recurso, que começou como recurso para atravessar a crise, no presente momento, os dados que a gente enxerga e olha para os próximos meses, se tornou um recurso para a retomada”. De acordo com Montezano, o dinheiro que era dirigido para pagar o salário atrasado, o fornecedor que ia ficar vencido, “já está virando dinheiro para capital de giro para chegar nesse Natal que se aproxima”.


FGTS

Também com o propósito de reduzir os efeitos do novo coronavírus, mais R$ 20 bilhões foram repassados do Fundo PIS-PASEP, administrado pelo BNDES, para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), para que os trabalhadores pudessem fazer saques emergenciais, direcionando parte desses recursos para o consumo, o que movimentou a economia e os pequenos negócios, em especial. Com isso, as medidas emergenciais do BNDES na pandemia somam R$ 125 bilhões.

Gustavo Montezano explicou que o BNDES tinha uma dívida de R$ 20 bilhões com o Fundo Garantidor do FGTS. “E a gente entendeu que agora era o momento oportuno. O Brasil precisava, o trabalhador precisava. Então, a gente transferiu esse recurso para o FGTS poder pagar os trabalhadores no momento em que eles mais tinham necessidade. Foi um apoio direto do BNDES ao trabalhador brasileiro”, afirmou.

As ações emergenciais voltadas ao setor público somaram R$ 3,9 bilhões em suspensões de pagamentos de estados e municípios. O presidente do BNDES informou que os pagamentos que deveriam ser feitos este ano foram postergados. Isso significa que os empréstimos concedidos começarão a ser pagos somente a partir de janeiro de 2021. “Assim, os prefeitos e governadores têm recursos para pagar o salário dos servidores, fazer os gastos de saúde da crise, pagar os fornecedores das prefeituras e estados. Foi um apoio muito importante que o banco contribuiu durante esse momento que passamos”. Por outro lado, o BNDES agilizou liberações de financiamentos contratados por estados no montante de R$ 225 milhões. Para o setor privado, a suspensão de pagamentos de financiamentos totalizou R$ 12,6 bilhões. Foram beneficiadas cerca de 28.600 MPMEs e 499 grandes empresas.


Impactos

Gustavo Montezano afirmou que ele e sua equipe se dedicam a analisar como o BNDES pode melhorar a vida dos brasileiros, promovendo investimentos que tenham impacto social e ambiental. “Como a gente faz isso? Preparando projetos, modelando a infraestrutura. A gente atua como um preparador de projetos de grandes obras de construção, iluminação pública, energia elétrica, saneamento, rodovia, todo esse arcabouço de infraestrutura que o Brasil tanto precisa”. Enfatizou que o BNDES atua tanto na preparação e apoio aos estados e ao governo federal na modelagem, como no financiamento. Completou que, além de melhorar a vida do cidadão na ponta, com qualidade de vida, o banco gera emprego na execução dessas obras.

Para financiamento ao setor elétrico, com o objetivo de evitar aumento maior de tarifas, o consórcio formado pelo BNDES e outras 15 instituições financeiras contratou R$ 15,3 bilhões na Conta Covid. O banco participa com R$ 2,7 bilhões desse total.


Saneamento

Na área do saneamento, em especial, Montezano revelou que a estimativa é que a universalização do saneamento no país demandará recursos entre R$ 600 bilhões e R$ 700 bilhões. A carteira de projetos do banco, atualmente, totaliza R$ 50 bilhões a R$ 60 bilhões. “Estamos falando de 10% do volume necessário para universalizar o saneamento no Brasil. Essa é uma agenda prioritária para o banco”, assegurou. Segundo o presidente do BNDES, a universalização do saneamento básico vai melhorar a educação, a saúde, além de impulsionar o desenvolvimento da região atendida. “É uma medida prioritária para o Brasil que vai mudar, de uma vez por todas, a desigualdade social no país”.

Montezano explicou, por outro lado, que a elaboração de um bom projeto de saneamento requer análise de engenharia ambiental e modelagem de um contrato de concessão, que é um trabalho muito técnico e pesado. Alertou, entretanto, que se esse trabalho for bem feito, “traz um grande valor para a sociedade. O banco atua modelando esses projetos junto com estados e municípios, e também financiando, uma vez que as obras se iniciem”. Reiterou que essa é uma prioridade chave para o banco e para o Brasil. “E tem tudo para mudar a nossa questão da desigualdade social em todas as regiões do país”.


Medidas

Entre as medidas emergenciais adotadas pelo banco, destaque para o Programa Emergencial de Acesso a Crédito (PEAC) que transferiu R$ 71,1 bilhões em créditos garantidos, desde seu lançamento em junho, para 89 mil empresas. Desse valor, R$ 66 bilhões foram direcionados a pequenas e médias empresas.

Um total de 46 agentes financeiros está habilitado a contratar empréstimos com a garantia do Tesouro Nacional via Fundo Garantidor de Investimentos, que é o modelo do PEAC. Essas instituições financeiras decidem quando utilizar a garantia do programa e avaliam o pedido de crédito, no momento em que cada uma das operações é estruturada.

Na linha PEAC Maquininhas, os empréstimos oferecidos por agentes financeiros com base no movimento das maquininhas de cartão somaram R$ 105 milhões aprovados para 3.300 clientes. Já na linha Crédito Pequenas Empresas, que oferece crédito para capital de giro, foram aprovados R$ 8 bilhões, resultando em 24.600 empresas apoiadas. Também o Programa Emergencial de Suporte ao Emprego (PESE) aprovou, em duas etapas, R$ 7,3 bilhões em crédito.


Saúde

Além disso, o Programa de Apoio Emergencial ao Combate da Pandemia do Coronavírus aprovou R$ 293 milhões para a área da saúde. Os recursos permitem a abertura de até 2.900 leitos de UTI e enfermaria, compra de 1.700 equipamentos médicos, como monitores e ventiladores pulmonares, e 4 milhões de kits de diagnósticos contra a covid-19. Uma outra iniciativa, envolvendo a ação de financiamento coletivo Matchfunding Salvando Vidas, para aquisição de materiais, insumos e equipamentos para Santas Casas e hospitais filantrópicos do país, arrecadou R$ 74 milhões, dos quais a metade foi aportada pelo BNDES.



Fonte: Agência Brasil

Programa para ampliar produtividade das empresas é retomado

Lançado em fevereiro e interrompido pela pandemia de covid-19, o Programa Brasil Mais, que pretende aumentar a produtividade das empresas, foi retomado em outubro, informou hoje (27) a Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia. O programa pretende atender 120 mil companhias até 2022.

O Brasil Mais oferece consultoria, apoio técnico e capacitação em dois eixos: melhoria de gestão e adoção de tecnologias digitais. O primeiro eixo está disponível para micro e pequenas empresas. O segundo está disponível para indústrias.

Os cursos são oferecidos em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). O cadastro no programa pode ser feito no site www.gov.br/brasilmais. Ao inscrever-se, a empresa escolhe em qual dos eixos quer se inscrever, responde a um questionário de autodiagnóstico e é encaminhada para o atendimento, com assistência do Sebrae ou do Senai.

Na plataforma, gerida pela ABDI, as empresas interessadas terão acesso a serviços e atendimentos assistidos, ferramentas de autodiagnóstico e conteúdos exclusivos que ajudam na melhoria da gestão e da produtividade do negócio. Todas as ações serão oferecidas de forma gratuita.

O Sebrae oferecerá orientação técnica para inovação em temas gerenciais prioritários para cada empresa, com o emprego de 1 mil agentes locais de inovação. O Senai ofertará serviços de melhoria da produtividade industrial, com a aplicação de conceitos de manufatura enxuta e de digitalização da produção. Ao todo, mais de 1,3 mil especialistas em todos os departamentos regionais do Senai integrarão o programa.

Segundo o Ministério da Economia, as técnicas ensinadas pelo Senai permitem ganho médio de 20% de produtividade do trabalho, nas linhas de fabricação que receberem o serviço. No caso dos cursos do Sebrae, a empresa poderá optar por consultorias especializadas adicionais.

O Brasil Mais oferecerá também, de forma aberta e gratuita, conteúdos digitais, como manuais de melhores práticas produtivas e gerenciais, e-books, podcasts, links para cursos de capacitação e ferramentas de autodiagnóstico para avaliação de práticas das empresas.



Fonte: Agência Brasil

Esclarecimentos aos Representantes Comerciais (valor da anuidade)

Esta indagação é feita pelos representantes comerciais, pessoas físicas e jurídicas registradas em todo o país, sendo o Confere apontado pelos Cores como o responsável pelo reajuste.

Isso acontece, também, nos outros Sistemas de Conselhos de Fiscalização Profissional, em que, por força de suas respectivas leis de criação, compete, exclusivamente, aos Conselhos Federais, fixar os valores das anuidades que serão devidas aos Conselhos Regionais vinculados.

No caso do Sistema Confere/Cores, ao Conselho Federal dos Representantes Comerciais – Confere, cabe a responsabilidade de cumprir o que estabelece a Lei n° 4.886/65, no art. 10, VIII, fixando os valores das anuidades dentro dos limites determinados na própria lei, limites esses que, também por força de lei, são corrigidos anualmente pelo índice oficial de preços ao consumidor – IPCA/IBGE, calculado nos 12 (doze) meses anteriores.

Ademais, como as anuidades (contribuições) devidas aos Conselhos de Fiscalização Profissional têm natureza tributária, independe da vontade ou de eventual poder discricionário da Diretoria do Conselho Federal deixar de aplicar o reajuste previsto em lei, sob pena de ser responsabilizada pela omissão.

Cumpre ressaltar que foi aplicado às anuidades apenas o índice mínimo de atualização de 2,44%, sem qualquer acréscimo real, lembrando que as receitas dos Conselhos Regionais se destinam às suas atividades finalísticas em prol do fortalecimento e valorização dos representantes comerciais, bem como para a compra e conservação dos imóveis destinados às sedes dos Cores, que constituem propriedade da categoria profissional.



Manoel Affonso Mendes de Farias Mello
Diretor-Presidente do Confere