Sistema Confere/Cores celebra acordo histórico com o Conselho Nacional de Justiça

O Sistema Confere/Cores participou, na tarde desta terça-feira (26), da celebração do Acordo de Cooperação Técnica firmado com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), os Tribunais Regionais Federais da 2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª Regiões e o Conselho Federal de Contabilidade.

A solenidade foi conduzida pelo presidente do CNJ, ministro Luís Roberto Barroso, no Plenário do CNJ, em Brasília, reunindo autoridades do Judiciário e representantes das entidades signatárias.

O objetivo do acordo é racionalizar e aprimorar a cobrança administrativa do crédito fiscal, reduzir a litigiosidade, modernizar os fluxos de execuções fiscais e fortalecer o intercâmbio de informações entre instituições. A medida também responde às recomendações do Tribunal de Contas da União e às diretrizes das Resoluções CNJ nº 471/2022 e 547/2024, que tratam da litigiosidade tributária no país.

Para o presidente do Confere, Archimedes Cavalcanti Júnior, o momento marca um avanço importante na modernização da atuação do Sistema Confere/Cores:

“Este acordo representa um passo histórico para a Representação Comercial. Ao integrar o Confere ao esforço nacional de modernização da cobrança e da gestão fiscal, fortalecemos a sustentabilidade dos Conselhos, aumentamos a eficiência administrativa e reforçamos o nosso compromisso com a transparência e a boa governança. É uma conquista que valoriza ainda mais os representantes comerciais em todo o Brasil.”

O acordo prevê atuação conjunta no planejamento, execução, monitoramento e controle de projetos estratégicos voltados a automatização do fluxo de processos judiciais, redução da litigiosidade, difusão de políticas públicas de regularização fiscal, incremento da eficiência na cobrança administrativa de crédito fiscal, na prestação jurisdicional e na recuperação de créditos inscritos em dívida ativa do Conselho de Profissão Regulamentada pactuante, mutirões de conciliação e incentivo a soluções consensuais, buscando maior agilidade e eficiência tanto para os Conselhos de fiscalização profissional quanto para o Poder Judiciário.

Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 4,86%

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,95% para 4,86% este ano. É a décima terceira redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (25), em Brasília.

A pesquisa é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2026, a projeção da inflação também caiu, de 4,4% para 4,33%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,97% e 3,8%, respectivamente.

Acima do teto

A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Em julho, pressionada pela conta de energia mais cara, a inflação oficial divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fechou em 0,26%, sendo o segundo mês seguido de queda nos preços dos alimentos, o que ajudou a segurar o índice. No acumulado em 12 meses, o IPCA alcançou 5,23%, acima do teto da meta de até 4,5%.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e o início da desaceleração da economia fizeram o colegiado interromper o ciclo de aumento de juros na última reunião, no mês passado, após sete altas seguidas na Selic.

Em comunicado, o Copom informou que a política comercial dos Estados Unidos aumentou as incertezas em relação aos preços. A autoridade monetária informou que, por enquanto, pretende manter os juros básicos, mas não descartou a possibilidade de voltar a elevar a Selic caso seja necessário.

A estimativa dos analistas é que a taxa básica encerre 2025 em 15% ao ano. Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

A estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano passou de 2,21% para 2,18% nesta edição do Boletim Focus. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,86%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,87% e 2%, respectivamente.

Puxada pela agropecuária no primeiro trimestre deste ano, a economia brasileira cresceu 1,4%.

Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,59 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,64.

Fonte: Agência Brasil

Core-PA está entre as indicadas para o Prêmio ESG da Amazônia

O Core-PA está entre as instituições reverenciadas pela 13ª edição do Prêmio ESG da Amazônia, premiação que reconhece empresas e organizações comprometidas com práticas ambientais, sociais e de governança alinhadas aos desafios da região amazônica. A cerimônia de entrega da premiação acontece nesta quarta-feira (27), às 18h, no auditório do Senai em Belém-PA.

De acordo com a Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – Seção Pará (ADVB-PA), idealizadora do projeto, o prêmio destaca ações de preservação ambiental, inovação sustentável, inclusão social, diversidade, educação e governança responsável, contribuindo para um futuro equilibrado e próspero para a Amazônia. O objetivo é incentivar o desenvolvimento econômico sustentável, promovendo a conservação dos recursos naturais e o bem-estar das comunidades locais.

Este ano, o Prêmio está celebrando entidades que não apenas apoiam a causa, mas colocam em prática ações que fazem a diferença, e contempla três categorias distintas: Ambiental, voltada a empresas que adotam práticas inovadoras na preservação dos recursos naturais, redução de emissões e gestão sustentável; Social, para organizações que investem em impacto social, inclusão, diversidade e bem-estar da comunidade; e Governança, que evidencia empresas que se destacam pela transparência, ética e boas práticas de gestão.

Para o diretor-presidente do Core-PA, Hely Ricardo de Lima, estar entre as homenageadas é um reconhecimento de que o Regional está no caminho certo. “Ser indicado ao Prêmio ESG da Amazônia é uma honra que reforça o compromisso do Core-PA com a preservação ambiental, a inclusão social e a governança responsável. Esse reconhecimento mostra que nossa categoria também é parte ativa na construção de uma Amazônia mais sustentável e próspera”, destacou.

Consumo em supermercados cresceu 4% em julho, aponta Abras

O consumo nos lares brasileiros nos supermercados registrou alta de 4% em julho na comparação com o mesmo mês de 2024, de acordo com levantamento da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), divulgado nesta quinta-feira (21).

Em relação a junho, o crescimento do consumo foi de 2,4%, enquanto no acumulado do ano até julho, o indicador apresentou elevação de 2,6%.

Os dados foram deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“O crescimento interanual de 4% reflete um movimento sustentado pela melhora da renda e do mercado de trabalho. No recorte mensal, julho costuma apresentar retração por causa das férias escolares, quando muitas famílias optam por consumir fora de casa. Este ano, esse efeito foi menos intenso, tanto em relação a junho quanto ao mesmo período de 2024”, explicou o vice-presidente da Abras, Marcio Milan.

Segundo a entidade, a elevação do consumo em julho está atrelada a indicadores do mercado de trabalho, como a melhoria da renda e a taxa de desemprego, que recuou para 5,8% no trimestre encerrado em junho, o menor nível desde 2012, contra 6,9% no mesmo período de 2024.

Bolsa Família

O levantamento da Abras mostra que a diminuição das pessoas beneficiadas pelo Bolsa Família em julho, em razão do aumento da renda familiar e da queda do desemprego, não causou retração do consumo das famílias. Em julho, quase 1 milhão de famílias deixaram de receber o benefício. Foram destinados R$ 13,16 bilhões a 19,6 milhões de beneficiários, contra R$ 14,2 bilhões pagos a 20,83 milhões em julho de 2024.

“O menor volume de recursos destinados ao programa de transferência de renda indica que as famílias que passaram a se sustentar apenas com a renda do trabalho mantiveram a autonomia financeira e ainda fortaleceram o seu poder de compra no varejo alimentar”, destacou Milan.

Preços

A cesta de 12 produtos básicos da Abras recuou 0,44% em julho, em comparação a junho. O preço médio nacional caiu de R$ 353,42 em junho para R$ 351,88, em julho. No mês, seis itens registraram retração: arroz (2,89%), feijão (2,29%), café torrado e moído (1,01%), queijo muçarela (0,91%), macarrão sêmola de espaguete (0,59%) e farinha de trigo (0,37%).

Quatro produtos apresentaram quedas residuais: carne bovina (0,06%), farinha de mandioca (0,01%), margarina cremosa (0,06%) e leite longa vida (0,11%). Os únicos aumentos foram observados no açúcar refinado (0,63%) e no óleo de soja (0,46%).

Fonte: Agência Brasil

Dólar segue mercado internacional e sobe para R$ 5,43

Em dia de pressão no mercado internacional, o dólar subiu e voltou a ficar acima de R$ 5,40. Influenciada por dados domésticos, a bolsa valorizou-se quase 1% e voltou a superar os 137 mil pontos.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (18) vendido a R$ 5,435, com alta de R$ 0,036 (+0,68%). A cotação operou em alta durante todo o dia, mas firmou a tendência de alta à tarde. Na máxima do dia, por volta das 15h40, chegou a R$ 5,44.

Apesar da alta desta segunda, a moeda estadunidense cai 2,97% em agosto. Em 2025, a divisa recua 12,07%.

Ao contrário do câmbio, o mercado de ações teve uma segunda-feira de recuperação. Após três quedas seguidas, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 137.322 pontos, com alta de 0,72%.

O dólar teve um dia de força em todo o planeta, em meio às negociações sobre a Guerra na Ucrânia. A moeda subiu perante as principais divisas do planeta, porém subiu mais em relação ao real, que tinha se apreciado bastante nos últimos dias.

Na bolsa de valores, a divulgação de que a estimativa para a inflação em 2025 pelas instituições financeiras veio abaixo de 5% pela primeira vez motivou a alta nas ações. Isso porque, com a inflação sob controle, aumentam as chances de o Banco Central (BC) cortar os juros no início do próximo ano.

Juros mais baixos estimulam a migração de investimentos da renda fixa, como títulos do Tesouro Nacional, para as ações. Além disso, o IBC-Br, indicador do BC que funciona como uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos), recuou 0,1% em junho, o que mostra que o aperto monetário dos últimos meses está desacelerando a economia.

*com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil

Core-PB realiza treinamento sobre integração de equipes com professor Gonçalo Pontes

O Core-PB promoveu na tarde desta sexta-feira (15/08) um treinamento sobre “Integração de Equipes”, com o professor Gonçalo Pontes.

Além de contribuir de forma relevante para o desenvolvimento profissional e o fortalecimento das competências dos participantes, o momento proporcionou aproximação e intercâmbio entre os funcionários das diferentes áreas que compõe o Regional.

“Foi um momento inspirador e de muita troca”, destacou o presidente do Core-PB, Marconi Barros dos Santos.

Desemprego cai em 18 estados no segundo trimestre

A taxa de desocupação do país no segundo trimestre de 2025 caiu em 18 das 27 unidades da federação e ficou estável nas outras nove. A taxa chegou a 5,8%, a menor da série iniciada em 2012.

Comparada ao 1º trimestre de 2025, Pernambuco (10,4%), Bahia (9,1%) e Distrito Federal (8,7%) mostraram as maiores taxas, enquanto as menores foram em Santa Catarina (2,2%), Rondônia (2,3%) e Mato Grosso (2,8%).

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) Trimestral divulgada hoje (15) pelo IBGE.

Das 27 unidades da federação, 12 atingiram no segundo trimestre o menor nível de desemprego já registrado pela série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2012.

Os estados com as mínimas históricas de desemprego são: Amapá (6,9%), Rio Grande do Norte (7,5%), Paraíba (7%), Alagoas (7,5%), Sergipe (8,1%), Bahia (9,1%), Minas Gerais (4%), Espírito Santo (3,1%), São Paulo (5,1%), Santa Catarina (2,2%), Rio Grande do Sul (4,3%) e Mato Grosso do Sul (2,9%).

O IBGE já havia divulgado que a média nacional também é a menor já registrada, 5,8%.

A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. Só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procura emprego. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

Fonte: Agência Brasil