IR 2020: Veja quais documentos necessários para fazer a declaração

O governo deverá divulgar o “Perguntão” — guia com perguntas e respostas para esclarecer dúvidas sobre a prestação de contas — apenas em meados de fevereiro. No entanto, de acordo com o supervisor nacional de Imposto de Renda, Joaquim Adir Vinhas Figueiredo, os valores dos rendimentos sujeitos ao ajuste na declaração devem permanecer inalterados.

Dessa forma, quem recebeu no ano de 2019 até R$ 28.559,70 em rendimentos tributáveis não vai precisar fazer a declaração. O mesmo valerá para quem recebeu até R$ 40 mil em rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte. Do contrário, será preciso fazer o ajuste com a Receita.

Também estarão obrigados a declarar seus rendimentos aqueles que venderam algum bem, como carro ou casa; que realizaram operações na bolsa de valores, de mercadorias, de futuro, entre outras; e tiveram, com isso, ganho de capital em qualquer mês do ano passado; ou que tinham, em 31 de dezembro de 2019, alguma propriedade (imóvel ou terra nua) avaliada em mais de R$ 300 mil.


Veja os documentos necessários para o IRPF 2020:

Renda

• Informes de rendimentos de salários, aposentadoria, pensão etc.

• Informes de rendimentos de instituições financeiras, inclusive corretora de valores

• Informes de rendimentos recebidos provenientes de aluguéis de bens móveis e imóveis recebidos de jurídicas

• Informações e documentos de outras rendas, como pensão alimentícia, doações e heranças recebida no ano, dentre outras

• Resumo mensal do livro caixa com memória de cálculo do carnê-leão; DARFs de carnê-leão

Bens e direitos
• Documentos que comprovem a compra e venda de bens e direitos

• Cópia da matrícula do imóvel e/ou escritura de compra e venda

• Boleto do IPTU de 2019

• Documentos que comprovem a posição acionária de cada empresa, se houver

Dívidas e ônus
• Informações e documentos de dívida e ônus contraídos e/ou pagos no período

Renda variável
• Controle de compra e venda de ações, inclusive com a apuração mensal de imposto

• DARFs de renda variável

• Informes de rendimento auferido em renda variável

Pagamentos e doações efetuados
• Recibos de pagamentos ou informe de rendimento de plano ou seguro saúde (com CNPJ da empresa emissora e indicação do paciente)

• Despesas médicas e odontológicas em geral (com CNPJ da empresa emissora ou CPF do profissional, com indicação do paciente)

• Comprovantes de despesas com educação (com CNPJ da empresa emissora com indicação do aluno)

• Comprovante de pagamento de Previdência Social e previdência privada (com CNPJ da empresa emissora)

• Recibos de doações efetuadas

• Comprovantes oficiais de pagamento a candidato político

• Comprovante de pagamento de pensão alimentícia em decorrência de decisão judicial por alimentando

Mudança nas deduções
Em junho do ano passado, um estudo do Ministério da Economia sugeriu o fim das deduções médicas e educacionais do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), usadas para reduzir o valor do imposto devido ou aumentar o montante a ser recebido na hora da restituição, caso o contribuinte tenha pago mais impostos do que deveria. O objetivo é aumentar a arrecadação do governo. No lugar do benefício, o governo sugeriu o corte das alíquotas do IRPF em 8%.

Para defender a mudança, o ministro da Economia, Paulo Guedes, argumentou que esse benefício acaba sendo utilizado apenas para os contribuintes de maior poder aquisitivo, aumentando a desigualdade. Entretanto, nada ficou decidido.

A alteração já determinada para este ano é o fim da dedução dos gastos com a Previdência dos empregados domésticos, permitida até ano passado com limite em R$ 1.200. Esse abatimento foi determinado por lei, em 2006, durante o governo Lula, como forma de incentivo à contratação com carteira assinada. Com o fim do benefício, a expectativa é que a arrecadação do governo aumente cerca de R$ 700 milhões.


Fonte: www.extra.globo.com/

Diretoria do Core-SE é reeleita e empossada

Diretoria do Core-SE e dirigentes do Sistema Confere/Cores


Em breve discurso, o diretor-presidente do Core-SE, Emerson Natal Almeida de Sousa agradeceu aos representantes comerciais do Estado de Sergipe, pela confiança renovada, lembrou aqueles que deram início à entidade, prometeu zelar por uma gestão eficiente e transparente, pautada nos interesses da categoria.

Para o diretor-presidente do Confere, Manoel Affonso Mendes, a recondução da Diretoria vai permitir a manutenção das ações do mandato anterior. “Fico feliz em ver a sinergia entre a Diretoria e os funcionários do Core-SE, envolvidos para o bom andamento dos trabalhos que serão realizados. O presidente Emerson e sua Diretoria escreveram uma nova história no Core-SE”.

A solenidade contou com a presença do presidente da Fecomércio-SE e deputado federal, Laércio Oliveira, e diversos dirigentes do Sistema Confere/Cores.

Mais informações e fotos na próxima edição da revista do Confere.

Mercado reduz expectativa de inflação em 2020 e vê dólar mais baixo

Os economistas do mercado financeiro reduziram sua estimativa de inflação para este ano e também passaram a projetar um dólar menor no fim de 2020.

As projeções fazem parte do boletim de mercado, conhecido como relatório “Focus”, divulgado nesta segunda-feira (13) pelo Banco Central (BC). Os dados constam de um levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

De acordo com o boletim, os analistas do mercado financeiro reduziram a estimativa de inflação para 2020 de 3,60% para 3,58%.

A expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central, de 4%. O intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,5% a 5,5%.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

No ano passado, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do Brasil, fechou em 4,31%, acima do centro da meta para o ano, que era de 4,25%. Foi a maior inflação anual desde 2016.

Para 2021, o mercado financeiro manteve a estimativa de inflação em 3,75%. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%.

Produto Interno Bruto

O mercado financeiro manteve a previsão de crescimento de 2,30% para a economia brasileira em 2020. Para o próximo ano, a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) permaneceu em 2,50%.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos no país, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.

Outras estimativas

  • Taxa de juros: o mercado manteve a previsão para a taxa Selic no fim de 2020 em 4,5% ao ano. Atualmente, a taxa de juros já está nesse patamar. Para o fechamento de 2021, a expectativa do mercado para a taxa Selic recuou de 6,50% para 6,25% ao ano.
  • Dólar: a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 recuou de R$ 4,09 para R$ 4,04 por dólar. Para o fechamento de 2021, continuou em R$ 4 por dólar.
  • Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2020 caiu de US$ 38,20 bilhões para US$ 37,31 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado recuou de US$ 35,60 bilhões para US$ 35 bilhões.
  • Investimento estrangeiro: a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2020, permaneceu em US$ 80 bilhões. Para 2021, a estimativa dos analistas subiu de US$ 84,40 bilhões para US$ 84,75 bilhões.

Fonte: www.g1.globo.com

Linkedin divulga estudo que mostra as 15 profissões que estarão em alta no Brasil em 2020

A rede social Linkedin, conhecida por conectar pessoas levando em consideração o histórico e a formação profissional dos usuários, divulgou uma pesquisa que revelou as 15 profissões que estarão em alta no País neste ano.

 O levantamento “Profissões Emergentes” foi realizado com base em dados de usuários que tem perfil público, sem acesso restrito, e levou em conta o número de buscas e interações na rede social, relacionados às ocupações listadas, além da taxa de contratação de determinados profissionais pelas empresas, nos últimos cinco anos.

A carreira de Representante Comercial, que teve um crescimento mundial de 34% em um período de quatro anos (de 2015 a 2019), ocupa o terceiro lugar no ranking segundo a pesquisa, que, também, listou as habilidades mais requisitadas pelos gestores de companhias quando se trata de buscar um novo colaborador.

Outbound Marketing; inbound marketing, pré-venda, vendas internas e prospecção são imprescindíveis para o sucesso nessa área atualmente, especialmente entre as empresas que lidam com tecnologia da informação, desenvolvimento de softwares e internet. Aproveite o ano novo para reavaliar seus objetivos profissionais, buscar oportunidades de trabalho e começar sua trajetória em uma carreira promissora. E não se esqueça de realizar o seu registro profissional no Core do seu Estado para atuar legalmente, garantir seu reconhecimento e direitos.

Nova Diretoria do Core-MA é empossada

Parte da Diretoria e dos funcionários do Core-MA

Sidney Fernandes Gutierrez, diretor-presidente do Core-SP; José Pereira Filho, diretor-presidente do Core-MT; Manoel Affonso Mendes, diretor-presidente do Confere; e Archimedes Cavalcanti Júnior, diretor-presidente do Core-PE

O diretor-presidente do Confere abriu a solenidade saudando os presentes e parabenizando a nova Diretoria pela eleição. Relembrou desafios importantes que o Core-MA enfrentou e ratificou sua certeza de que a nova Diretoria conduzirá bem o Conselho.

Alexandre Ferreira Lopes foi eleito para o cargo de diretor-presidente do Core-MA e firmou compromisso de continuar lutando pelo reconhecimento e fortalecimento da categoria dos representantes comerciais do Estado do Maranhão.

“Agradeço aos colegas de profissão pela eleição; à Diretoria que dividirá as responsabilidades inerentes à gestão, que continuará sendo cuidadosa com as finanças, responsável e transparente, fiel aos interesses dos representantes comerciais; ao Sistema Confere/Cores pela assistência prestada e à minha família pelo apoio incondicional”, discursou Alexandre Ferreira Lopes.

Na ocasião, o novo presidente do Core-MA foi homenageado pelo diretor-presidente do Core-PE, Archimedes Cavalcanti Júnior, com o Troféu “O Mascate”, honraria criada pelo Regional pernambucano, concedida a pessoas que contribuem para a valorização da Representação Comercial.

Alexandre Ferreira Lopes é representante comercial há 35 anos e já foi presidente do Core-MA em dois mandatos.

Participaram, também, do evento o diretor-presidente do Core-MT, José Pereira Filho, e o diretor-presidente do Core-SP, Sidney Fernandes Gutierrez.

Mais informações e fotos na próxima edição da Revista do Confere.

Os representantes comerciais devem pagar a anuidade devida ao Core para manter o seu registro profissional em dia e contam com descontos para isso!

E os descontos progressivos não param por aí: quem pagar até o dia 31 de março garante 10% de desconto! Aproveite essas vantagens e continue atuando de forma legalizada!

O pagamento da anuidade, pessoa física ou jurídica, pode ainda ser parcelado, em 03 vezes, sem desconto, vencendo-se a primeira em 30 de abril, a segunda em 31 de agosto e a terceira em 31 de dezembro do mesmo ano.

Para saber os valores das anuidades, acesse: https://www.confere.org.br/PDF/Resolução%20Anuidades.pdf

Representantes Comerciais portadores de algumas doenças são isentos da anuidade. Saiba mais sobre a isenção no link: https://www.confere.org.br/…/Resolu%C3%A…/Resolucao%20142.pdf

O representante comercial que tenha completado 70 (setenta) anos de idade e contribuído regularmente durante, no mínimo, 30 (trinta) anos ininterruptos ou intercalados também tem isenção de anuidade, clique no link para saber mais: https://www.confere.org.br/PDF/Resoluçoes/resolucao_1068.pdf

Mudança na cobrança do cheque especial passa a valer a partir desta segunda-feira

A mudança prevê que os bancos poderão cobrar no máximo 8% ao mês de juros no cheque especial. Porém, permitirá que os bancos cobrem uma taxa de 0,25% ao mês sobre o limite disponível de crédito que exceder R$ 500. Por isso, quem não usa cheque especial precisa avisar aos bancos que não quer mais do que R$ 500 de limite.

Se o cliente tiver R$ 5 mil de limite disponível no cheque especial, por exemplo, pagará R$ 11,25 por mês (0,25% sobre R$ 4.500, que é o excedente ao mínimo de R$ 500 isentos de taxa).

O juro para quem usa cheque especial, porém, será menor. Em média, hoje, a taxa praticada pelos bancos é de 12% ao mês. O limite agora será de 8%.

Nesta segunda-feira, o Santander já passa a cobrar dos novos correntistas a tarifa mensal de 0,25% do valor do limite de crédito que exceder R$ 500. No ato da abertura da conta, o cliente pode solicitar o ajuste do limite do cheque especial para não ser tarifado. Isso também poderá ser feito através do aplicativo de celular. Em conformidade com a determinação do BC, a taxa será reduzida de 14,79% para 8%.

De olho na concorrência

O Bradesco só passará a cobrar a taxa a partir de junho, para novos e antigos clientes. Para alteração do limite, os correntistas deverão ir até a agência e solicitar mudança. O Banco do Brasil, por sua vez, estenderá a isenção ao longo de todo ano.

O cliente do BB que desejar alterar a data de débito do juros, bem como realizar a contratação da linha, pode fazê-lo nos canais digitais, como site e aplicativo, na central de relacionamento e nas agências. No aplicativo do banco ainda é possível transferir limites entre cheque especial, cartão de crédito e empréstimo pessoal. Para alteração de outras condições do contrato, o banco orienta que o cliente entre em contato com sua agência.

O Itaú e a Caixa Econômica Federal informaram que não cobrarão a taxa sobre o limite de crédito neste primeiro momento, mas que, caso decidam pela tarifação, vão informar amplamente a medida. Os clientes que desejarem reduzir ou cancelar o cheque especial devem, no caso do Itaú, acessar os canais de autoatendimento e, na Caixa, solicitar diretamente na agência.

A Caixa, hoje, cobra juros de 4,95% ao mês no cheque especial. A taxa do Itaú é de 12,48% e será reduzida para 8% como foi estipulado pelo BC.

Para o economista João Augusto Salles, a resistência dos grandes bancos a aderirem, em um primeiro momento, à nova tarifa sobre o limite de crédito é uma tentativa de não perder a competitividade.

Mercado eleva para 4,13% expectativa de inflação em 2019

Os analistas das instituições financeiras elevaram a estimativa de inflação para 2019 pela nona semana seguida, que passou de 4,04% para 4,13%.

A projeção faz parte do boletim de mercado, conhecido como relatório “Focus”, divulgado nesta segunda-feira (6) pelo Banco Central (BC). Os dados constam de um levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

O resultado oficial do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no ano passado, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), será divulgado em 10 de janeiro.

A expectativa de inflação do mercado para 2019 se aproximou mais da meta central, de 4,25%. O intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2020, o mercado financeiro recuou a estimativa de inflação de 3,61% para 3,60% . Neste ano, a meta central de inflação é de 4% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,5% a 5,5%.

Produto Interno Bruto

O mercado financeiro manteve a previsão de crescimento de 1,17% para a economia brasileira em 2019.

Para 2020, a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) permaneceu em 2,30%.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos no país, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.

Outras estimativas

  • Taxa de juros: o mercado manteve a previsão para a taxa Selic no fim de 2020 em 4,5% ao ano. Atualmente, a taxa de juros já está nesse patamar.
  • Dólar: a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 subiu de R$ 4,08 para R$ 4,09 por dólar.
  • Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2020 recuou de US$ 39,40 bilhões para US$ 38,20 bilhões de resultado positivo.
  • Investimento estrangeiro: a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2020, ficou estável em US$ 80 bilhões.