Sistema Confere/Cores homenageia Darci Piana com a Comenda Dr. Plínio Affonso de Farias Mello

Em solenidade realizada no dia 14 de abril, no Palácio Iguaçu, em Curitiba, o Conselho Federal dos Representantes Comerciais (Confere) concedeu a Comenda Dr. Plínio Affonso de Farias Mello ao empresário e governador em exercício do Estado do Paraná, Darci Piana. A homenagem foi proposta pelo presidente do Core-PR, Paulo Cesar Nauiack, e aprovada por unanimidade pela Comissão de Honraria e Mérito do Confere.

A Comenda Dr. Plínio Affonso de Farias Mello é a mais alta distinção concedida pelo Sistema Confere/Cores e reconhece personalidades que contribuíram de forma significativa para o fortalecimento da Representação Comercial no Brasil.

Com uma longa e respeitada atuação em defesa do setor produtivo, Darci Piana foi representante comercial por 14 anos, no segmento de autopeças e tem se destacado como liderança comprometida com o desenvolvimento econômico do país. Como presidente (licenciado) da Fecomércio-PR e atual governador do Paraná, impulsionou políticas públicas que beneficiam diretamente a atividade comercial e o ambiente de negócios no Brasil.

Para o presidente do Confere, Archimedes Cavalcanti Júnior, a homenagem reflete o reconhecimento de um trabalho sólido em prol da categoria:

“Esta comenda é o reconhecimento de uma história que ultrapassa fronteiras partidárias ou institucionais. É o agradecimento de uma categoria que encontrou em Darci Piana um defensor do seu valor e do seu papel estratégico para a economia brasileira.”

O presidente do Core-PR, Paulo Cesar Nauiack, autor da indicação, também destacou a importância da homenagem:

“Darci Piana é exemplo de liderança com sensibilidade às demandas da Representação Comercial. Sua relação com o setor sempre foi pautada pelo diálogo, pelo respeito e pelo incentivo à atuação legal e ética dos profissionais da área. Esta honraria é mais do que merecida.”

Ao receber a homenagem, Darci Piana agradeceu e ressaltou a importância da categoria:

“A Representação Comercial tem um papel essencial na movimentação da economia, gerando oportunidades, conectando empresas e promovendo desenvolvimento. É uma honra ser reconhecido por um Sistema que tem tanta importância para o país.”

A cerimônia foi prestigiada pela Diretoria, colaboradores do Core-PR e pelo presidente em exercício da Fecomércio-PR, Ari Faria Bittencourt.

 

Fotos: Igor Jacinto/vice-governadoria

ELEIÇÃO CORE-MT – TRIÊNIO 2025/2028

Resolução nº 2.148/2025 – Dispõe sobre o processo eleitoral pelo voto direto para composição do Conselho Regional dos Representantes Comerciais no Estado de Mato Grosso – Core-MT.

Edital de Convocação

 – Publicado no Diário Oficial da União -14.04.2025

– Publicado no Jornal A Gazeta  – 14.04.2025

Regulamento Eleitoral

Requerimento de Registro de Chapa

Declaração de Aquiescência

Ficha de Qualificação

Aviso de Registro de Chapa

– Publicado no Diário Oficial da União – 09.05.2025

– Publicado no Jornal A Gazeta – 09.05.2025

 

 

Roberto Salvo lança Os Segredos de Augusta

No último dia 10 de abril, Porto Alegre foi palco de um evento que uniu cultura, literatura e representação comercial. O representante comercial e Diretor de Articulação com os Poderes Públicos do Confere, Roberto Salvo, lançou seu mais novo romance: Os Segredos de Augusta.

O evento contou com a presença de convidados, leitores e representantes do setor, que prestigiaram o autor e tiveram acesso a exemplares autografados da obra. Com uma escrita envolvente, Roberto Salvo apresenta uma narrativa intensa e emocional, centrada em uma paixão proibida e repleta de reviravoltas.

Os Segredos de Augusta conta a história de George, um homem tomado pela paixão por Augusta — uma mulher envolta em um segredo sombrio e um desejo ardente de vingança. É um enredo marcado por mistério, emoção e profundidade psicológica, características já reconhecidas no estilo do autor.

Além de sua atuação como escritor, Roberto Salvo é presidente do Core-RS, onde contribui ativamente para o fortalecimento institucional da Representação Comercial no Brasil. Seu envolvimento com a cultura reforça a diversidade de talentos presentes na categoria.

Roberto Salvo: representante comercial, presidente do Core-RS, Diretor de Articulação com os Poderes Públicos do Confere e autor de livros

Revista RepresentAÇÃO 

O Conselho Federal dos Representantes Comerciais (Confere), em parceria com o Core-RN, lança a nova edição da Revista RepresentAÇÃO, trazendo em destaque as ações, iniciativas e avanços da Representação Comercial no estado do Rio Grande do Norte.

A publicação apresenta matérias sobre fiscalização, formação profissional, valorização da categoria, além de entrevistas e reportagens que mostram o impacto positivo do trabalho dos representantes comerciais na economia local e nacional.

A Revista também reforça o papel estratégico do Sistema Confere/Cores no fortalecimento da profissão, na defesa da legalidade e na promoção de boas práticas em todo o Brasil.

Acesse a edição completa no link abaixo e acompanhe de perto o que move a Representação Comercial.

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Dólar sobe para R$ 5,89 após EUA confirmarem tarifa de 145% à China

A continuidade da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China interrompeu a trégua no mercado financeiro. O dólar subiu e voltou a aproximar-se de R$ 5,90. A bolsa de valores recuou mais de 1%.

O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (10) vendido a R$ 5,899, com alta de R$ 0,053 (+0,92%). Em linha com o exterior, a cotação chegou a subir para R$ 5,95, por volta das 13h30, mas desacelerou durante o restante da tarde.

A moeda norte-americana acumula alta de 3,37% em abril. Em 2025, a divisa cai 4,55%.

O mercado de ações também teve um dia tenso. Após subir 3,12% na quarta, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 126.355 pontos, com queda de 1,13%.

O dólar havia iniciado o dia em alta e a bolsa em baixa num movimento de realização de lucros, quando investidores aproveitam a cotação baixa da moeda norte-americana para comprar dólares e a alta das ações para vender papéis. No entanto, após a Casa Branca esclarecer que as sobretaxas comerciais dos Estados Unidos para a China ficaram em 145%, não em 125%, a turbulência no mercado global amplificou-se.

Nesta quinta, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou a disposição de chegar a um acordo com a China. No entanto, a possibilidade de uma recessão global por causa do tarifaço entre os dois países voltou a pesar no mercado financeiro, punindo principalmente países exportadores de commodities (bens primários com cotação internacional).

*com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil

Estimativas do mercado para inflação e PIB permanecem estáveis

As previsões do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos em 2025 – a expansão da economia e o índice de inflação – ficaram estáveis na edição desta segunda-feira (7) do Boletim Focus. A pesquisa realizada com economistas é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC).

Para este ano, a expectativa para o crescimento da economia está em 1,97%. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país – também foi mantida em 1,6%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,90 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,99.

Inflação


A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – para 2025 foi mantida em 5,65% nesta edição do Boletim Focus. Para 2026, a projeção da inflação ficou em 4,5%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,78%, respectivamente.

A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Puxada pela alta da energia elétrica, em fevereiro a inflação oficial ficou em 1,31%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o maior resultado desde março de 2022 quando tinha marcado 1,62%, e o mais alto para um mês de fevereiro desde 2003 (1,57%). Em 12 meses, o IPCA soma 5,06%.

Juros básicos


Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 14,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

A alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o BC aumentar mais uma vez os juros em um ponto percentual na última reunião, em março, o quinto aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.

Em comunicado, o Copom informou que a economia brasileira está aquecida, apesar de sinais de moderação na expansão. Segundo o colegiado, a inflação cheia e os núcleos (medida que exclui preços mais voláteis, como alimentos e energia) continuam em alta. O órgão alertou que existe o risco de que a inflação de serviços permaneça alta e informou que continuará a monitorar a política econômica do governo.

Em relação às próximas reuniões, o Copom informou que elevará a Selic “em menor magnitude” na reunião de maio e não deixou pistas para o que acontecerá depois disso. Além de esperada pelo mercado financeiro, a elevação em um ponto havia sido anunciada pelo Banco Central na reunião de janeiro.

Até dezembro próximo, a estimativa do mercado financeiro é que a taxa básica suba para 15% ao ano. Para 2026, 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida para 12,5% ao ano, 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

 

Fonte: Agência Brasil