Core-SC comemora os 60 anos da Lei nº 4.886/65

Para marcar a data, o Core-SC instalou outdoors em diferentes regiões do estado.
Até o dia 28 de novembro, a campanha estará presente nas principais rodovias de Santa Catarina, reforçando os 60 anos da Lei nº 4.886/1965 e a importância da Representação Comercial para o desenvolvimento econômico do país.

Locais da veiculação:
Biguaçu (Grande Florianópolis): BR-101, 200 metros após a entrada de Antônio Carlos.
São José (Grande Florianópolis): Via Expressa, entrada da Av. Josué Di Bernardi, Bairro Campinas.
Itajaí: BR-101, km 119, sentido Norte, próximo à Transportadora Mercúrio, Bairro Salseiros.
Blumenau: BR-470, antes do Trevo do Celeiro, sentido Litoral/Centro.
Joinville: BR-101, próximo à rotatória de entrada do Eixo Sul, sentido Florianópolis.
Criciúma: BR-101, km 396, Trevo do Verdinho, face sul, Bairro Verdinho.
Lages: BR-282, km 175, entrada do município, acesso à Av. Camões/Udesc.
Chapecó: Acesso pela BR-282, em frente à LF Caminhões.

 

Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 4,55% no Brasil

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,56% para 4,55% este ano.

A estimativa foi publicada no boletim Focus desta segunda-feira (3), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2026, a projeção da inflação permaneceu em 4,2%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente.

A estimativa para este ano ainda está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Depois de queda em agosto, em setembro a inflação oficial subiu 0,48%, com influência da alta da conta de luz. Em 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula 5,17%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE).

Juros básicos


Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. As incertezas do cenário econômico externo e indicadores que mostram a moderação no crescimento interno estão entre os fatores que levaram à manutenção da Selic, na última reunião, em setembro.

A intenção do colegiado é, de acordo com a ata divulgada, manter a taxa de juros atual “por período bastante prolongado” para garantir que a meta da inflação seja alcançada.

Nesta semana, nos dias 4 e 5, o Copom se reúne novamente para avaliar o nível da Selic.

A estimativa dos analistas é que a taxa básica encerre 2025 nesses 15% ao ano. Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,25% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio


Nesta edição do boletim Focus, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 2,16%. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,78%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,9% e 2%, respectivamente.

Puxada pelas expansões dos serviços e da indústria, no segundo trimestre deste ano a economia brasileira cresceu 0,4%.

Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,41 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.

Fonte: Agência Brasil

Ciclo de capacitação e treinamento com Walter Longo: Belo Horizonte – MG

O ciclo de capacitação e treinamento deste ano continua com Walter Longo, empreendedor, palestrante, professor e especialista em inovação, negócios e transformação digital. Nesta edição, o tema será “Empresa do Futuro: como ampliar suas chances de sucesso”.

O encontro vai explorar as transformações que estão redefinindo o ambiente empresarial e como líderes e representantes comerciais podem se preparar para os novos desafios do mercado.

Walter Longo, reconhecido por sua visão estratégica e por antecipar tendências, trará uma reflexão profunda sobre os fatores que determinam o sucesso das empresas na era digital, destacando como a adaptação, o uso inteligente da tecnologia e a mentalidade inovadora são diferenciais decisivos para prosperar no futuro dos negócios.

Tema: Empresa do futuro – como ampliar as suas chances de sucesso.

  • Data:  06 de novembro
  • Horário: 18h
  • Local: Sede Core-MG
  • Endereço: Av. Bias Fortes, 382 – Lourdes, Belo Horizonte – MG, 30170-011

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Confere e Core-MG se reúnem com o IBGE para tratar sobre a CNAE

Na manhã desta sexta-feira (31), colaboradores e dirigentes do Confere e do Core-MG realizaram reunião técnica com integrantes do IBGE,  a fim de tratar sobre a necessidade de adequação da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE, com a atividade de representação comercial.

O procurador do Core-MG, Pedro Paulo Garcia, iniciou a reunião destacando que a Representação Comercial é originária dos caixeiros viajantes e, naquela época, era focada no comércio de produtos básicos. Ocorre que, hoje, a profissão possui um escopo de atuação muito maior, abrangendo a intermediação de negócios em geral, seja de bens ou de serviços, inclusive digitais.

De acordo com o assessor jurídico do Confere, Lucas Ramos, a definição de representação comercial prevista na CNAE diverge daquela regulamentada pela Lei nº 4.886/65, pois classifica em grupos distintos a representação comercial e a intermediação de negócios. Frisou que, embora a CNAE tenha como finalidade principal a coleta de dados estatísticos, tal divergência tem prejudicado a fiscalização da atividade de representação comercial e tem sido utilizada por infratores para a prática de irregularidades tributárias.

O coordenador de Cadastro e Classificações na Diretoria de Pesquisas do IBGE, Francisco Marta, informou que a CNAE vigente não se baseou na legislação brasileira, mas na International Standard Industrial Classification of All Economic Activities – ISIC, classificação internacional para definição de atividades econômicas. Destacou entender os desafios enfrentados e a necessidade de reclassificar as atividades de intermediação em novas categorias, o que poderá ser feito na próxima atualização da CNAE, prevista para o ano de 2027:

“Entendo que precisamos fazer uma reformulação na versão 3.0 para deixar mais clara a redação desses itens. Na verdade, já estamos trabalhando nesse material, com previsão de lançamento para 2027. Nele, a tendência é que o CNAE 7490 se torne menos generalista, com os serviços não financeiros distribuídos em suas respectivas categorias”, destacou. 

Ao final, o Confere informou que irá contribuir com o IBGE no que for necessário para a construção de uma nova CNAE que melhor reflita a definição de representação comercial, garantindo maior precisão nos dados coletados pelo Governo e maior efetividade às atividades exercidas pelas entidades fiscalizadoras.

Guarapari ganha Dia Municipal dos Representantes Comerciais

Com articulação do Core-ES, foi sancionada a Lei nº 5.109/2025, que institui oficialmente o Dia Municipal do Representante Comercial em Guarapari. O projeto de Lei nº 164/2025 foi sancionado no dia 14 de outubro e a data será celebrada todo dia 1º de outubro e passa a integrar o Calendário Oficial do Município, em proposição da vereadora Tainá Coutinho.
 
Essa conquista se soma a outras importantes homenagens já alcançadas pela categoria: o Dia Pan-Americano e Estadual do Representante Comercial, instituído em 2018 por iniciativa do deputado Marcelo Santos; o Dia Municipal do Representante Comercial em Vila Velha, criado pelo vereador Renzo Mendes; e o Dia Municipal do Representante Comercial na Serra.
 
Mais um passo importante no reconhecimento da força e da relevância dos representantes comerciais para o crescimento da economia e o desenvolvimento da sociedade.
O Core-ES agradece à vereadora Tainá Coutinho por abraçar essa causa e reafirma seu compromisso de valorizar e fortalecer a representação comercial em todo o Espírito Santo.

CORE-MT registra aumento de 1.124% no alcance nas Redes Sociais

O Core-MT registrou aumento de 1.124% no alcance das suas publicações nas redes sociais em relação ao trimestre anterior, conforme dados do Relatório Integrado do 3º Trimestre de 2025.

Entre os meses de julho e setembro, o Conselho alcançou cerca de 34 mil contas nas redes sociais. “A comunicação é um pilar importante para qualquer instituição, desde a comunicação com a base, com os representantes registrados, quanto à comunicação externa, uma vez que também se faz necessário ter essa ponte com a mídia local, posicionando o Core-MT como um conselho atuante e que de fato, tem representatividade”, afirmou Ellen Banna, gestora administrativa do Conselho.

Ellen Banna acredita que esse resultado é devido ao uso de uma linguagem mais criativa e dinâmica, alinhada à realidade do mercado. “Intensificamos o uso de ferramentas como vídeos orientativos e dinâmicos, que aumentaram significativamente o engajamento nas redes sociais e em canais oficiais do Core, como o site institucional e a rede de contatos no WhatsApp”, destacou.

Core-MT atinge aumento de 59,36% em empresas fiscalizadas no 3º Trimestre

O Core-MT ampliou em 59,36% o percentual de empresas fiscalizadas comparado ao mesmo período de 2024, de acordo com o relatório do 3º Trimestre de 2025, apresentado no último dia 20 de outubro, durante a realização da reunião Plenária, composta por toda a diretoria do Conselho.

Em números absolutos, foram 910 empresas inspecionadas, frente às 571 empresas fiscalizadas no mesmo período do ano anterior. “O número de empresas fiscalizadas reflete nosso compromisso inabalável com a legalidade e a valorização do Representante Comercial. O avanço percentual no trimestre demonstra a consolidação de uma atuação mais eficiente e abrangente, garantindo um mercado mais ético e competitivo”, afirmou Alan Cosine, diretor secretário do Core-MT.

De acordo com Alan, o papel da fiscalização vai além da punição, atuando principalmente em frentes educativas e preventivas. “Este trabalho rigoroso e em expansão assegura o cumprimento dos normativos do Sistema Confere/Cores, orientando a sociedade e os contratantes sobre a legislação e a obrigatoriedade do registro profissional”, destacou.

Dentre as ações específicas de fiscalização realizadas pelo Core-MT, estão diversas feiras de negócios realizadas em Cuiabá, como a Femoda, Expomulti e Expoecos. “O conselho esteve presente em todas essas feiras, com uma escala definida para abordagens nos stands, levando fiscalização e orientação sore a relevância de ter o registro profissional em dia. Isso protege o mercado e garante mais transparência no exercício da Representação Comercial”, explicou o conselheiro do Core-MT, Rodrigo Valmórbida.

Brasil cria 213 mil postos de trabalho em setembro, aponta Caged

Os dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que 213.002 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos em setembro. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

O saldo é maior em relação a agosto, quando o país tinha criado 147.358 empregos.

A criação de empregos caiu 15,6% em comparação a setembro do ano passado, pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia. No mesmo mês de 2024, tinham sido criados 252.237 postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores.

Em relação aos meses de setembro (desde 2020), o total supera o de setembro de 2023, quando foram criadas 204.720 vagas.

Setores


Na divisão por ramos de atividade, todos os cinco setores pesquisados criaram empregos formais em setembro.

  1. Serviços: 106.606 postos
  2. Indústria (de transformação, de extração e de outros tipos): 43.095
  3. Comércio: 36.280.
  4. Construção civil: 23.855
  5. Agropecuária: 3.167.


Destaques


Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com a abertura de 52.873 postos formais. A categoria de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais abriu 16.985 vagas.

Na indústria, o destaque positivo ficou com a indústria de transformação, que contratou 39.305 trabalhadores a mais do que demitiu. Em segundo lugar, ficou o segmento de água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação, que abriu 2.120 vagas. A indústria extrativa abriu 841 vagas em setembro

Regiões e estados


Todas as cinco regiões registraram abertura de vagas formais em setembro.

  • Sudeste: 80.639 postos
  • Nordeste: 72.347
  • Sul: 27.302
  • Norte: 18.151
  • Centro-Oeste: 14.569


Na divisão por unidades da Federação, todas registraram saldo positivo. Os destaques na criação de empregos foram São Paulo (+49.052 postos); Rio de Janeiro (+16.009) e Pernambuco (+15.602).

Os menores saldos de criação de emprego foram registrados no Acre (+845 postos); Amapá (+735) e Roraima (+295).

Acumulado


De janeiro a setembro, o Caged registrou o acumulado de vagas formais:

  • 1.716.600 (9 meses de 2025)
  • 1.995.164 (9 meses de 2024)


Os dados trazem ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores.

Fonte: Agência Brasil