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Processo SEI 00.000061/2026
- 14/07/2026 – RELATÓRIO HOMOLOGADO
Processo de Contratação Direta Nº 10/2026 – Contratação de Palestrante – Seminário dos Profissionais de Contabilidade – Inexigibilidade Nº 04/2026
- Processo SEI 00.000097/2026
- Termo de Referência
- Parecer Procuradoria
- Link PNCP: https://pncp.gov.br/app/editais/34046367000168/2026/17
- Nota de Empenho – Link PNCP: https://pncp.gov.br/app/contratos/34046367000168/2026/17
- Homologação da Autoridade Competente
Processo de Contratação Direta Nº 09/2026 – Contratação de Coordenação Científica e Palestrantes – Seminário Jurídico do Sistema Confere/Cores – Inexigibilidade Nº 03/2026
Brasil bate recorde de passageiros em voos domésticos em 2026
O Brasil registrou um recorde na movimentação de passageiros domésticos nos primeiros cinco meses de 2026, segundo dados compilados pelo Ministério do Turismo e divulgados nesta segunda-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
De janeiro a maio, 42 milhões de pessoas embarcaram em viagens em território nacional, número 6% maior que os 39,8 milhões de passageiros registrados no mesmo período do ano passado. Foi a primeira vez na história que o Brasil ultrapassou a marca de 42 milhões de passageiros no período.
O resultado de maio também foi recorde: no mês, 8,31 milhões de passageiros voaram pelo Brasil – número 2% maior que os 8,16 milhões contabilizados em maio de 2025. A movimentação de maio de 2026 foi a maior desde o início da série histórica, em 2000.
Turismo aquecido
Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, os números refletem “o excelente momento que o turismo brasileiro vive atualmente”.
“Significa que o brasileiro está com mais confiança, mais renda e mais desejo de conhecer as belezas do seu próprio país. Cada avião cheio representa hotéis movimentados, restaurantes trabalhando a pleno vapor, o comércio local aquecido e, o mais importante, geração de emprego e renda, desde as grandes capitais até os pequenos municípios turísticos”, explicou.
Feliciano disse ainda que os recordes são fruto de um trabalho sério de estruturação dos destinos brasileiros, de promoção das rotas nacionais e de parcerias para tornar as viagens mais acessíveis.
“O turismo é a força motriz do novo Brasil: um setor sustentável, vibrante e que orgulha a todos nós. Vamos continuar trabalhando para que ainda mais brasileiros possam viajar, descobrir nossas riquezas e fortalecer a nossa economia”, avaliou.
Voos internacionais
No acumulado do ano, o número de passageiros internacionais também registrou aumento. Nos cinco primeiros meses de 2026, foram registrados 12,8 milhões de passageiros, número 10% maior que os 11,6 milhões contabilizados no mesmo período de 2025.
No mês de maio, o número de turistas internacionais teve alta de 5% na movimentação, com 2,23 milhões, em 2026, contra 2,13 milhões, em 2025.
Os números de passageiros internacionais de 2026 são os maiores já registrados, tanto no acumulado do ano quanto no mês de maio.
Fonte: Agência Brasil
Setor de hipermercados e produtos alimentícios cresce 0,9% em maio
O setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo cresceu 0,9% no volume de vendas em maio, segundo o Índice do Varejo Stone (IVS). Já no comparativo anual, o segmento também registrou resultado positivo, com alta de 4,6%. O desempenho ocorre em um cenário de leve retração do varejo no mês, que recuou 0,8%, mas ainda sustenta crescimento de 2,8% na comparação com o mesmo período do ano passado.
O Índice do Varejo Stone (IVS), divulgado com dados de maio, mostra que o resultado mensal do setor reflete um movimento heterogêneo entre os segmentos analisados. Enquanto itens essenciais mantêm trajetória de crescimento, outras categorias apresentam maior volatilidade no curto prazo.
Entre os oito segmentos monitorados, o mês foi marcado por desempenho misto. Livros, jornais, revistas e papelaria lideraram as altas, enquanto material de construção e combustíveis e lubrificantes registraram as principais quedas. No acumulado anual, a maioria dos setores voltou a crescer, com destaque para papelaria e combustíveis, enquanto “outros artigos de uso pessoal e doméstico” foi o único em retração.
Fonte: Super Varejo
Eleição Core-BA – Triênio 2026/2029
Resolução nº 2.192/2026 – CONFERE – Dispõe sobre o processo eleitoral pelo voto direto para composição do Conselho Regional dos Representantes Comerciais no Estado da Bahia – Core-BA, triênio 2026/2029.
Edital de Convocação – publicado no Jornal Tribuna da Bahia – 18.06.2026
Requerimento de Registro de Chapa
Aviso de Registro de Chapa – publicado no Jornal A Tribuna – 04.07.2026
Confere participa de reunião sobre orientações jurídicas e regulatórias da Representação Comercial na Acadeal
O presidente do Conselho Federal dos Representantes Comerciais (Confere), Archimedes Cavalcanti Júnior, participou, no dia 16 de junho, em Maceió (AL), de uma reunião promovida pela Associação do Comércio Atacadista e Distribuidor do Estado de Alagoas (Acadeal) e pelo Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do Estado de Alagoas (Sincadeal), voltada à discussão de aspectos jurídicos, tributários e regulatórios relacionados à Representação Comercial.
Também participaram do encontro o procurador-geral do Confere, Izaac Pereira Inácio, o presidente do Core-AL, Manoel Baia Siqueira Neto, o presidente do Core-MG, Antônio José Maciel Ribeiro, e o procurador do Core-MG, Pedro Paulo Garcia, além de representantes do setor atacadista e distribuidor alagoano.
Realizada na sede da Acadeal, a reunião teve como objetivo promover a atualização jurídica, tributária, regulatória e contratual sobre temas de grande relevância para o setor atacadista e para os representantes comerciais, proporcionando esclarecimentos técnicos e orientações práticas aos participantes.
Entre os assuntos abordados estiveram os aspectos jurídicos aplicáveis ao exercício da Representação Comercial, o regime tributário para empresas constituídas por representantes comerciais autônomos, modelos contratuais recomendados para operações entre atacadistas, distribuidores e representantes comerciais.
Durante o encontro, os representantes do Sistema Confere/Cores destacaram a importância da segurança jurídica nas relações comerciais e reforçaram o papel da Representação Comercial como instrumento estratégico para o desenvolvimento econômico, a ampliação de mercados e o fortalecimento dos negócios em todo o país.
A iniciativa fortalece o diálogo entre o Sistema Confere/Cores e as entidades representativas do comércio atacadista e distribuidor, contribuindo para a disseminação de informações qualificadas e para a valorização da atividade de Representação Comercial.
Produção de automóveis acumula 7,1% de aumento em relação a 2025
A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulgou os dados de produção e vendas para o mês de maio. Foram fabricados 253,5 mil veículos e emplacados 274,7 mil. O único segmento que não apresentou alta foi o de caminhões e ônibus, para o qual há expectativa de aumento de vendas com os subsídios do programa Move Brasil 2.
Segundo a entidade, o índice representa alta de 15,2% quando comparado com o mês de maio de 2025 e foi o melhor resultado para um mês desde 2019. Com 1,1 milhão de unidades produzidas, se registrou também uma alta de 7,1% sobre os cinco primeiros meses de 2025.
“A força desse ritmo produtivo vem da alta nas vendas de automóveis (+21,5%), o que inclui o bom desempenho dos carros de entrada com o programa Carro Sustentável. Comerciais leves, como picapes, vans e furgões, também vêm crescendo (+7,7%), enquanto os caminhões (-15,1%) e os ônibus (-16,3%) ainda estão em queda”, indicou a análise do setor.
O aumento dos preços globais de combustíveis tem se apresentado como um fator econômico preocupante, pois aumentam os custos de produção e acumulam na ponta da cadeia, nos consumidores, pressionando a inflação e o ritmo da queda de juros por parte do Banco Central, avaliou a Anfavea.
Vendas tiveram ritmo semelhante
O mês de maio teve a melhor média diária de vendas desde dezembro de 2014, com 13,7 mil autoveículos (soma de leves e pesados) vendidos por dia. Os emplacamentos totais em maio foram de 274,7 mil unidades, 21,7% a mais do que o vendido em maio do ano passado. O acumulado das vendas também superou o marco simbólico de 1 milhão de unidades um mês antes de 2025, com 1.148,2 mil unidades, crescimento acumulado de 16,4%.
Os fabricantes apontaram a alta das vendas dos veículos eletrificados (elétricos, híbridos e híbridos plug-in) como uma parcela relevante desse resultado positivo. A participação do segmento passou de 10,6% em junho de 2025 para 19,5% em maio. Foi o mês com maior venda de elétricos puros, chegando a 21 mil unidades, enquanto a soma dos híbridos vendidos foi 30,7 mil.
Exportações em queda, importações em alta
As vendas para o exterior em 2026 têm tido queda expressiva, principalmente para os parceiros da América do Sul. O principal parceiro continua sendo a Argentina, que comprou 89,6 mil unidades, recuo de 33,3%. Os mexicanos compraram 31,6 mil unidades, recuo de 0,5% e os colombianos 17,7 mil, aumento de 14,5%. As vendas também caíram para o Chile (-19,6%) e para o Uruguai (-34,5%), parceiros que compraram menos de 10 mil veículos cada.
O principal fornecedor de veículos para o mercado brasileiro em 2026 passou a ser a China, de quem importamos 108,4 mil unidades entre janeiro e maio, alta de 86,6%. Os modelos argentinos recuaram, 16,8%, com um total 71,3 mil. As vendas de importados em maio foram de 55 mil unidades, totalizando 223 mil nos cinco primeiros meses, elevação de 17,4%, mais que o dobro da venda de nacionais.
Fonte: Agência Brasil
Inflação de maio fica em 0,58%, influenciada por preço dos alimentos
O preço dos alimentos pressionou o bolso dos brasileiros em maio e representou metade da inflação, que variou 0,58%, no mês passado.
O resultado mostra que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) perdeu força em relação aos dois meses anteriores. Entretanto, fez com que o acumulado de 12 meses chegasse a 4,72%, saindo do limite de tolerância estipulado pelo governo.
Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A meta de inflação estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p) para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%.
Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas o alcançado no fim do ano (dezembro). O teto é descumprido se a inflação estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.
A última vez que o acumulado de 12 meses ficou fora do limite havia sido em outubro de 2025, quando marcou 4,68%.
Veja o comportamento da inflação mensal ao longo de 2026:
- Maio: 0,58%
- Abril: 0,67%
- Março: 0,88%
- Fevereiro: 0,70%
- Janeiro: 0,33%
O IPCA de maio veio acima da estimativa do mercado. O Boletim Focus da última segunda-feira (8), sondagem do Banco Central (BC) com agentes do mercado financeiro, projeta que a inflação de maio ficaria em 0,48%. Para o fim de 2026, o mercado projeta 5,11%.
Alimentos pressionam
O IBGE apura o comportamento de nove grupos de preços. O que mais subiu foi o de alimentação e bebidas, com alta de 1,33%. Isso representa impacto de 0,29 ponto percentual no IPCA do mês, ou seja, metade da inflação de maio.
Itens que mais impactaram o índice:
- batata-inglesa (+44,69% e impacto de 0,09 p.p.);
- tomate (20,62% e 0,06 p.p.);
- carnes (+1,39% e 0,04 p.p.);
- cebola (+16,80% e 0,02 p.p.).
Maio foi o terceiro mês seguido com a inflação dos alimentos acima de 1%. No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, o grupo alimentação e bebida sobe 4,81%.
Observando especificamente para meses de maio, a taxa de 2026 (1,33%) é a maior desde 2015 (1,37%).
O gerente da pesquisa, Fernando Gonçalves, aponta que a alta dos alimentos é explicada por menor oferta de alguns produtos e preço do frete. “A gente usa muito frete rodoviário.”
Gonçalves acrescenta que a alta no preço dos fertilizantes – reflexo do conflito no Oriente Médio – também pode ter onerado o custo da produção de alimentos e sido repassado para o consumidor. Se o grupo fosse retirado do cálculo do IPCA, a inflação de maio teria sido 0,37%.
Energia elétrica
O segundo grupo que mais pressionou a inflação foi o da habitação, que subiu 1,22% e representou impacto de 0,18%. A explicação está no preço da energia elétrica residencial, com alta de 3,67%. A conta de luz foi o custo individual que mais elevou a inflação no mês passado, com impacto de 0,15 p.p.
O especialista justifica que a conta pesou mais no bolso por causa da implementação da bandeira tarifária amarela, que representa acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 quilowatt-hora (kwh) consumidos. Para junho, também está valendo a bandeira amarela.
Além disso, o IBGE monitorou reajustes contratuais na conta de luz em seis regiões: Aracaju, Fortaleza, Salvador, Campo Grande, Recife e Belo Horizonte. O IPCA é um índice nacional, mas os impactos regionais entram na média da inflação do país.
Alívio nos combustíveis
O grupo transportes foi o único com deflação (queda média de preços) no mês, recuando 0,46%. A explicação está no preço dos combustíveis (-1,95%), que aliviaram o custo de reabastecimento.
- etanol: -6,20%
- óleo diesel: -2,34%
- gasolina: -1,46%
A gasolina foi o produto que mais puxou a inflação para baixo em todo o IPCA de maio (impacto de -0,08 p.p.).
O gás veicular fez o movimento inverso: alta de 5,81% em maio.
Distribuição
O índice de difusão, que verifica o quanto a inflação está distribuída, mostra que 65% dos 377 produtos e serviços pesquisados tiveram alta de preços em maio.
O IBGE desagrega o IPCA em dois grupos, o de serviços, que traz os preços que sofrem mais influência do aquecimento ou esfriamento da economia – ou seja, mais suscetíveis à taxa básica de juros, a Selic – e o de preços monitorados, que costumam ser controlados por contratos, e os combustíveis.
Em maio, o grupo de serviços teve inflação de 0,40%, somando 5,97% em 12 meses. O grupo monitorados ficou em 0,43% no mês e 5,85% em 12 meses.
O índice
O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos.
A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas – Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre – além de Brasília e nas capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.
Fonte: Agência Brasil
Processo Administrativo de Contratação Direta Nº 13/2026 – Dispensa Eletrônica Nº 13/2026 – Contratação de Seguro Corolla PAS-3418
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Processo SEI 00.000137/2026
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Data da sessão: 17/06/2026
- RELATÓRIO HOMOLOGADO – 29/06/2026