Confere participa do XI Fórum Nacional da Rede de Parcerias, Transferências e Compras Públicas (PARCOM 2026)

O Confere está presente no XI Fórum Nacional da Rede de Parcerias, Transferências e Compras Públicas (PARCOM 2026), importante evento voltado ao fortalecimento da governança pública no Brasil.

Representando a entidade, participam do encontro a assessora jurídica Marcela Fernandes e o gerente de Aquisições Robson Lima, acompanhando debates, painéis e discussões sobre transferências, compras públicas, gestão, inovação e obras públicas.

 O Fórum reúne gestores, especialistas e agentes públicos de todo o país para discutir estratégias, soluções e diretrizes voltadas ao aperfeiçoamento da administração pública, com foco na eficiência da gestão, na segurança jurídica, na integridade dos processos e na melhoria da execução das políticas públicas.

“A participação no PARCOM representa uma oportunidade de atualização e troca de experiências sobre temas estratégicos para a administração pública. O conhecimento compartilhado no evento contribui para o aperfeiçoamento dos processos internos do Confere e fortalece a adoção de práticas cada vez mais alinhadas aos princípios da governança, da transparência e da eficiência na gestão pública”, destacou o gerente de Aquisições do Confere, Robson Lima.

Confere participa da Convenção ABAD 2026 e destaca a força da Representação Comercial no setor atacadista distribuidor

O diretor-presidente do Conselho Federal dos Representantes Comerciais (Confere), Archimedes Cavalcanti Júnior, participou da 45ª Convenção Nacional e Anual do Canal Indireto – ABAD 2026, realizada de 8 a 10 de junho, em Atibaia (SP). Considerado um dos mais importantes encontros do setor atacadista distribuidor brasileiro, o evento reuniu lideranças empresariais, especialistas e representantes de diversas áreas para debater os desafios, as oportunidades e as transformações que impactam o mercado nacional.

Neste ano, a Convenção ABAD teve como tema “Abastecer o futuro – Do legado à inovação para construir novos horizontes”, em uma edição que também marca as comemorações pelos 45 anos da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD). A proposta do encontro foi promover reflexões sobre a trajetória do setor, sua capacidade de adaptação às mudanças do mercado e o papel da inovação na construção de um futuro mais sustentável e competitivo.

Durante a programação, foram apresentados os dados do Ranking ABAD/NielsenIQ 2026 (ano-base 2025), que evidenciam a relevância econômica do segmento. De acordo com o levantamento, o setor atacadista distribuidor movimenta mais de R$ 600 bilhões por ano, consolidando-se como um dos principais pilares do abastecimento e da distribuição de produtos em todo o território nacional.

Nesse cenário, a Representação Comercial ocupa posição estratégica. Cerca de 100 mil representantes comerciais atuam como a principal força de vendas do setor, conectando indústrias, distribuidores e clientes em todas as regiões do país. Juntos, esses profissionais contribuem para a geração de mais de R$ 100 bilhões em negócios, desempenhando papel fundamental no fortalecimento das cadeias produtivas e no desenvolvimento da economia brasileira.

Durante o evento, Archimedes Cavalcanti Júnior esteve ao lado do presidente da ABAD, Leonardo Miguel Severini, reforçando o diálogo institucional entre as entidades e a importância da atuação conjunta em prol do desenvolvimento dos setores que impulsionam o mercado nacional.

Para o presidente do Confere, os números apresentados durante a Convenção demonstram a relevância da Representação Comercial para o crescimento econômico do país.

“A Representação Comercial mostra sua força e sua essencialidade para a economia nacional. Os representantes comerciais são a principal força de vendas desse segmento e contribuem diretamente para a geração de negócios, para o abastecimento do mercado e para o desenvolvimento do Brasil”, destacou.

A participação do Confere na Convenção ABAD 2026 reafirma o compromisso da entidade com a valorização dos representantes comerciais, o fortalecimento das relações institucionais e o acompanhamento das transformações que impactam os setores produtivos brasileiros.

Festas juninas movimentam indústria de alimentos e bebidas e produtos já ocupam espaço nas gôndolas

As festas juninas seguem entre as sazonalidades mais relevantes para o varejo alimentar brasileiro e já movimentam o ponto de venda em todo o país. Muito antes do início oficial das comemorações, a indústria acelera lançamentos, amplia a distribuição e aposta em produtos temáticos para estimular o consumo típico do período. Além do tradicional mix de milho, amendoim, canjica e paçoca, a sazonalidade também favorece categorias como snacks, biscoitos, doces e itens voltados ao consumo compartilhado.

Neste ano, fabricantes reforçam estratégias de exposição no ponto de venda, embalagens temáticas e inovação em sabores para conquistar espaço nas lojas e estimular compras por impulso. Em muitos estabelecimentos, os produtos juninos já ocupam ilhas promocionais e pontos extras, antecipando o clima de arraial e ampliando as oportunidades de venda.


PPA: edição especial de pipoca aposta na paixão pela Copa
A Produtos Paulista (PPA), marca da GSA Alimentos, aproveita a proximidade da sazonalidade com a Copa do Mundo para lançar uma embalagem limitada de milho de pipoca voltada ao período do torneio. A versão de 400 gramas chega ao mercado com foco em aumentar o engajamento sazonal, ampliar a visibilidade no ponto de venda e impulsionar as vendas em um período de forte consumo de snacks.

Segundo levantamento da Data-Makers, 71% dos brasileiros pretendem consumir mais produtos e serviços durante a Copa do Mundo de 2026, enquanto 72% indicam intenção de ampliar o consumo de snacks. Já pesquisa da Neogrid em parceria com a Opinion Box aponta que 51% dos consumidores planejam aumentar os gastos com alimentos e bebidas durante os jogos, principalmente em encontros entre amigos e familiares.

A estratégia da PPA conecta o hábito de assistir às partidas em grupo com atributos como praticidade, sabor e compartilhamento, além de apostar no apelo visual das embalagens temáticas para estimular compras por impulso.


Yoki: portfólio completo para a sazonalidade
A Yoki volta a investir em um portfólio amplo voltado às festas juninas, com destaque para pipocas, amendoins, canjica, farofas e misturas para bolos. A marca aposta em ações de merchandising no ponto de venda, incluindo barracas temáticas, decoração junina e embalagens voltadas à conveniência.

Entre os produtos de maior destaque estão as pipocas de micro-ondas nos sabores tradicionais e versões especiais como maçã do amor e cocada. A linha também inclui milho para canjica, pipoca de panela, tapioca, amendoins, misturas para preparações típicas e farofas prontas.


Camil: foco em receitas típicas e grãos tradicionais
A Camil reforça sua presença na sazonalidade com produtos voltados às receitas típicas de arraial. O foco está nos ingredientes utilizados em preparações tradicionais, como canjica branca, milho para pipoca premium e diferentes variedades de feijões para caldos e acompanhamentos.

Outro destaque da marca é o arroz branco e integral, utilizado no preparo de receitas tradicionais como arroz doce e arroz de leite, itens que seguem entre os mais procurados durante o período junino.


Fini: lançamentos inspirados nas quermesses
A Fini amplia sua linha de produtos com novidades voltadas às festas juninas. Entre os lançamentos estão o Fini Tubes sabor Maçã do Amor e o Marshmallow sabor Paçoquita, desenvolvido em parceria com a Santa Helena Alimentos.

Os produtos começaram a chegar aos pontos de venda e e-commerces antes mesmo do início das comemorações. Enquanto o Tubes Maçã do Amor deve integrar permanentemente o portfólio da marca, o Marshmallow Paçoquita será comercializado em edição limitada.


Vitarella: sabores escolhidos pelo público
A Vitarella estreia seu portfólio sazonal de 2026 com produtos escolhidos por votação popular. Entre os lançamentos estão Wafer sabor Canjica, Cookie de Cocada, D-Tone de Amendoim e Bolinho de Milho.

A marca da M. Dias Branco também leva o tema junino para o segmento de lámen, com sabores inspirados em pratos típicos nordestinos, como Escondidinho de Carne de Sol e Baião de Dois.


Santa Helena: Paçoquita sabor Maçã do Amor é aposta da temporada
A Santa Helena Alimentos aposta na Paçoquita sabor Maçã do Amor como principal lançamento da temporada. A edição limitada busca conectar o tradicional doce de amendoim ao universo das quermesses e reforçar a presença da marca em uma das sazonalidades mais importantes para a companhia.

Além da novidade, a empresa também traz de volta a versão Paçoquita Coco Queimado para o período junino.

 

Parati: Minueto ganha nova identidade visual e sabores típicos

A Minueto, marca de biscoito wafer da Parati, chega à temporada com nova identidade visual e sabores inspirados na Festa Junina. As novidades incluem as versões Pé de Moleque e Pipoca Doce, criadas para ampliar a conexão da marca com as tradições culturais brasileiras.

Segundo a fabricante, os produtos sazonais e as novas embalagens já começaram a ser distribuídos para o varejo, reforçando a estratégia de antecipação das vendas juninas nas gôndolas.

Fonte: Super Varejo

Bolsa cai 2,22%, e dólar volta a subir acima de R$ 5,06

A bolsa brasileira fechou em forte queda, e o dólar avançou mais de 1% nesta quarta-feira (3), num dia marcado pela aversão global ao risco. As negociações foram dominadas pela escalada das tensões no Oriente Médio e pelo aumento das preocupações com novas tarifas comerciais dos Estados Unidos sobre o Brasil e outros países.

O Ibovespa, principal índice da B3, recuou 2,22%, e fechou o quarta-feira aos 170.330 pontos. O dólar comercial subiu 1,14%, encerrando o pregão a R$ 5,067. O movimento refletiu a busca por ativos considerados mais seguros e a redução da exposição a mercados emergentes.

Ibovespa em queda

Após a recuperação observada na terça-feira (2), o Ibovespa devolveu os ganhos e registrou a maior perda diária desde 7 de maio. O índice chegou a tocar a mínima de 170.007 pontos ao longo do pregão, mas conseguiu preservar o patamar dos 170 mil pontos no fechamento.

O resultado levou a bolsa ao menor nível desde 20 de janeiro. Na semana, o índice acumula queda de 1,99%, enquanto o avanço em 2026 foi reduzido para 5,71%.

A deterioração do humor dos investidores acompanhou o desempenho negativo das bolsas estadunidenses, que interromperam a sequência de recordes recentes após o agravamento do conflito entre Estados Unidos e Irã.

Além do cenário geopolítico, investidores monitoraram a proposta de novas tarifas comerciais dos Estados Unidos contra o Brasil. Após recomendar uma taxa de 25% sobre parte das exportações brasileiras, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) avançou com uma nova proposta tarifária relacionada ao combate ao trabalho forçado.

Câmbio avança


No mercado de câmbio, o dólar ganhou força diante do aumento da procura global pela moeda americana. A divisa chegou à máxima de R$ 5,09 durante a tarde e encerrou o dia no maior nível desde 8 de abril.

O real teve um dos piores desempenhos entre as moedas emergentes, influenciado pela saída de recursos da bolsa brasileira e pelo posicionamento mais defensivo dos investidores antes do feriado de Corpus Christi.

O avanço do dólar também acompanhou a valorização da moeda americana no exterior, impulsionada por dados econômicos mais fortes nos Estados Unidos e pela expectativa de manutenção de juros elevados por mais tempo.

Apesar da alta desta quarta-feira, o dólar ainda acumula queda de 7,69% frente ao real em 2026.

Petróleo em alta


Os preços do petróleo voltaram a subir com o aumento das incertezas sobre um acordo entre Estados Unidos e Irã e a continuidade dos confrontos na região do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio global de energia.

O barril do Brent, referência internacional e parâmetro para a Petrobras, avançou 1,89%, encerrando o dia cotado a US$ 97,81. O WTI, do Texas subiu 2,4%, fechando a US$ 96,02.

O mercado segue atento ao risco de interrupções no fornecimento global de petróleo, cenário que reforça preocupações com a inflação e amplia a cautela dos investidores ao redor do mundo.

*Com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil