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Processo SEI 00.000053/2026
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Data da sessão: 17/03/2026
- Relatório Homologado: 06/04/2026
Core-ES fortalece diálogo institucional em visita ao presidente da Câmara de Cariacica
Processo Administrativo de Licitação Nº 01/2026 – Contratação de empresa especializada nos serviços de filmagem e fotografia – Pregão Eletrônico nº 90004/2026
- Link da publicação no PNCP: https://pncp.gov.br/app/editais/34046367000168/2026/7
- Resposta à Impugnação
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Link da publicação no PNCP:https://pncp.gov.br/app/editais?q=389047&status=recebendo_proposta&pagina=1
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Data da Sessão Pública: 15/04/2026, às 10h.
Core-ES realiza primeira capacitação interna de 2026 para colaboradores
Faturamento da indústria sobe 2,3% em janeiro, mas está abaixo de 2025
Pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia, a indústria de transformação brasileira faturou 2,3% a mais em janeiro de 2026 na comparação com dezembro de 2025.
Os números foram divulgados nesta segunda-feira (9) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que publicou a pesquisa Indicadores Industriais.
Apesar do avanço mensal, o resultado não foi suficiente para reverter o quadro negativo do setor. Na comparação com janeiro do ano passado, o faturamento registrou queda de 9,7%.
Outros indicadores da atividade industrial apresentaram comportamento semelhante. As horas trabalhadas na produção aumentaram 0,5% entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, mas continuam em trajetória de queda iniciada no segundo semestre do ano passado. Em relação a janeiro de 2025, o indicador recuou 2,6%.
O emprego na indústria de transformação também registrou leve recuperação no início do ano. O número de trabalhadores aumentou 0,5% em janeiro, interrompendo uma sequência de quatro meses consecutivos de retração. Mesmo assim, o nível de emprego permanece 0,2% abaixo do observado no mesmo mês de 2025.
A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) permaneceu praticamente estável, com leve crescimento de 0,2 ponto percentual. O indicador passou de 77,4% em dezembro de 2025 para 77,6% em janeiro de 2026, nível ainda 1 ponto percentual inferior ao registrado em janeiro do ano passado.
Em nota, a especialista em Políticas e Indústria da CNI, Larissa Nocko, destacou que os fatores que levaram ao enfraquecimento da indústria ao longo de 2025, como os juros e o crescimento menor da demanda, continuam limitando a recuperação do setor.
“Os elementos que levaram ao desaquecimento da indústria de transformação em 2025 permanecem penalizando o setor, que são, sobretudo, os juros elevados, o alto custo do crédito e a desaceleração da demanda, além da forte entrada de bens de consumo importados”, afirma.
A entidade também avalia que a eventual redução da taxa básica de juros deve ter efeito limitado no curto prazo. No comunicado, a CNI informou que espera que o Comitê de Política Monetária (Copom) inicie o ciclo de corte dos juros na reunião deste mês.
“No entanto, o patamar da Selic ainda vai continuar bastante elevado, restringindo a atividade econômica, especialmente da indústria de transformação”, acrescentou Nocko na nota.
Massa salarial e rendimento
Entre os indicadores ligados ao mercado de trabalho, a massa salarial real da indústria avançou 1% em janeiro frente a dezembro, indicando início de recuperação após desempenho predominantemente negativo na segunda metade de 2025. Na comparação com janeiro do ano passado, houve alta de 0,4%.
No entanto, o rendimento médio real dos trabalhadores da indústria de transformação ficou praticamente estável na passagem de dezembro para janeiro, com leve variação negativa de 0,1%. Em relação a janeiro de 2025, o rendimento médio apresentou crescimento de 0,7%.
Fonte: Agência Brasil
Bancos farão aporte extra de R$ 32,5 bilhões no FGC até dia 25
Os bancos que integram o Sistema Financeiro Nacional vão fazer, até o dia 25, um aporte extra estimado em R$ 32,5 bilhões no Fundo Garantidor de Créditos (FGC). A decisão foi tomada nesta quinta-feira (5) pelo Conselho de Administração do Fundo Garantidor de Créditos.
De acordo com o fundo, os recursos virão da antecipação de contribuições ordinárias feitas pelas instituições financeiras. O recolhimento corresponde ao equivalente a 60 meses de contribuições.
Em nota, o FGC afirmou que a medida busca reforçar a capacidade financeira da instituição. “A medida tem por finalidade assegurar a solidez patrimonial do FGC e garantir a plena capacidade de cumprimento de suas obrigações, em estrita observância à legislação vigente e às disposições estatutárias”, informou o fundo.
Caso Banco Master
O reforço no caixa ocorre em meio aos pagamentos relacionados ao colapso do Banco Master. Até esta quinta-feira, o FGC desembolsou R$ 38,4 bilhões em garantias a credores do conglomerado financeiro.
Esse valor representa cerca de 94% do total previsto para indenizações. Segundo o fundo, aproximadamente 675 mil credores já receberam os pagamentos, o equivalente a 87% do número total de beneficiários.
Desconto no compulsório
A decisão do conselho do FGC ocorreu dois dias após o Banco Central (BC) autorizar os bancos a descontar do recolhimento compulsório os valores antecipados ao fundo. O compulsório é a parcela que as instituições financeiras são obrigadas a manter paradas no BC.
Na prática, a medida pode liberar cerca de R$ 30 bilhões para as instituições financeiras ao longo deste ano. A autoridade monetária, no entanto, explicou que a iniciativa não deverá ter impacto na economia, já que compensará os recursos que deixarão de circular em razão das contribuições antecipadas.
Plano emergencial
Em fevereiro, o FGC já havia aprovado um plano emergencial para cobrir o rombo deixado pelo Banco Master. O programa prevê a antecipação imediata do equivalente a cinco anos de contribuições futuras dos bancos associados, dividida em três parcelas mensais.
O cronograma também inclui novos adiantamentos ao longo dos próximos anos: mais 12 meses de contribuições em 2027 e outros 12 meses em 2028. Na prática, o conjunto das medidas pode representar até sete anos de contribuições antecipadas ao fundo.
Caso Master
O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em 18 de novembro de 2025. O motivo principal foi o colapso financeiro da instituição, que enfrentava uma crise de liquidez após oferecer rendimentos agressivos para atrair investidores.
As investigações revelaram um esquema de fraudes bilionárias, estimado em cerca de R$ 17 bilhões, que incluía a criação de carteiras de crédito falsas e tentativas de vender esses ativos fictícios ao Banco de Brasília (BRB) para mascarar o rombo contábil.
Nesse cenário, o FGC assumiu o papel de ressarcir os investidores afetados, em um montante de aproximadamente R$ 40,6 bilhões para cobrir as garantias de cerca de 1,6 milhão de credores.
Em consequência das irregularidades, o dono do banco, Daniel Vorcaro, foi preso pela Polícia Federal no mesmo dia da liquidação, durante a Operação Compliance Zero. Embora tenha sido solto posteriormente para responder em liberdade sob medidas cautelares, foi preso novamente nesta quarta-feira.
As investigações também resultaram no afastamento de funcionários do Banco Central e na liquidação de outras instituições ligadas ao esquema, como a Reag Investimentos e o Banco Pleno.
Fonte: Agência Brasil
Core-RJ promove encontro “Vozes Femininas” e reúne especialistas para debater Reforma Tributária, vendas e marketing
O Conselho Regional dos Representantes Comerciais no Estado do Rio de Janeiro (Core-RJ) realizou, nesta quarta-feira (4), em sua sede, o evento “Manhã com Representantes – Vozes Femininas”, um encontro dedicado à reflexão, ao diálogo e à valorização da atuação feminina no mercado de trabalho.
A iniciativa integrou as comemorações do Dia Internacional da Mulher e reuniu quatro palestrantes para discutir dois temas centrais para o desenvolvimento profissional das representantes comerciais: Reforma Tributária e estratégias de vendas e marketing.
Com formato de roda de conversa, o evento promoveu um ambiente de troca de experiências e de disseminação de conhecimento técnico e estratégico, contribuindo para ampliar o protagonismo feminino no setor.
Um dos principais temas abordados no encontro foi a Reforma Tributária e seus impactos diretos para a Representação Comercial. A contadora Aryane Freitas e a advogada Hilzanira Catanhede apresentaram análises sobre as mudanças previstas na legislação e discutiram possíveis reflexos na rotina profissional, na tributação e nos contratos da categoria.
Durante o debate, foi destacado que compreender as transformações no sistema tributário é fundamental para que os profissionais possam planejar suas atividades com mais segurança, proteger sua atuação e tomar decisões estratégicas diante do novo cenário econômico.
Além do debate tributário, o encontro também trouxe discussões voltadas ao fortalecimento da presença feminina no mercado, com palestras sobre vendas e marketing, ministradas pela representante comercial e diretora-secretária do Core-SP, Lucimayre Ferreira, e pela contadora e empresária do Grupo LLE Ferragens, Lilian Esteves.
As convidadas abordaram temas como posicionamento profissional, construção de autoridade, estratégias de comunicação e ampliação de resultados em um ambiente cada vez mais competitivo.
As reflexões destacaram a importância de investir em conhecimento, estratégia e desenvolvimento pessoal para ampliar oportunidades e fortalecer a atuação das representantes comerciais.
O evento reforçou o compromisso do Core-RJ com a valorização da mulher no mercado de trabalho, promovendo um espaço de diálogo, aprendizado e troca de experiências entre profissionais.
A programação contou ainda com a presença do diretor-secretário do Confere, João Pedro da Silva Rosa, e do diretor-tesoureiro, Hely Ricardo de Lima, que prestigiaram o encontro presencialmente. O presidente do Confere, Archimedes Cavalcanti Júnior, também participou da iniciativa de forma remota.
Aberto e gratuito, o encontro reuniu representantes comerciais e interessados no tema, reafirmando o papel das iniciativas de capacitação e informação como ferramentas importantes para o fortalecimento da categoria.
Comissão Fiscal do Confere aprova contas de 2025 e processos orçamentários sem ressalvas
A Comissão Fiscal do Conselho Federal dos Representantes Comerciais (Confere) realizou, no dia 3 de março de 2026, reuniões de trabalho em Brasília para análise de processos contábeis e orçamentários do Sistema Confere/Cores. Na ocasião, foram avaliados documentos relativos à prestação de contas do exercício de 2025, bem como processos de abertura de créditos orçamentários, todos aprovados sem ressalvas pelos membros da comissão.
A reunião contou com a participação do presidente da Comissão Fiscal, Milton Carlos da Silva, dos membros efetivos Francisco Sales de Souza Neto e Arthur Georges Guillou, e do membro suplente Marcos Antônio de Oliveira Silva. Os trabalhos foram secretariados pelo gerente adjunto de Auditoria do Confere, Fábio da Silva Gargano, responsável pela apresentação dos processos e documentos analisados pelos conselheiros.
Na primeira reunião do dia, os membros da Comissão Fiscal examinaram a prestação de contas anual do Confere referente ao exercício de 2025, incluindo relatórios de auditoria, balanços contábeis e documentos gerenciais. Durante a análise, o assessor da presidência Vilmar Medeiros apresentou avaliações gerenciais dos balanços contábeis, enquanto a assessora contábil Vânia Rita detalhou informações sobre pagamentos realizados no quarto trimestre e procedimentos de conciliação bancária.
Após os esclarecimentos apresentados, os conselheiros deliberaram pela aprovação das contas sem ressalvas, emitindo parecer conclusivo favorável.
Estimativas do mercado para inflação e PIB ficam estáveis
As previsões do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos em 2026 – a expansão da economia e o índice de inflação – ficaram estáveis na edição desta segunda-feira (2) do Boletim Focus. A pesquisa com instituições financeiras é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC).
A estimativa para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 1,82%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos.
Puxada pelas expansões da indústria e da agropecuária, no terceiro trimestre de 2025 a economia brasileira cresceu 0,1%, o que é considerado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) como estabilidade. A divulgação do PIB consolidado de 2025 está agendada para esta terça-feira (3).
Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando alcançou 4,8%.
A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,42 para o fim deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.
Inflação
Após sete semanas seguidas de queda, a previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerada a inflação oficial do país – permaneceu em 3,91% para este ano. Para 2027, a projeção da inflação passou de 3,8% para 3,79%. Para 2028 e 2029, as previsões são de 3,5%, para ambos os anos.
A estimativa para a variação de preços em 2026 se mantém dentro do intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.
Em janeiro, a alta dos preços da conta de luz e da gasolina fez a inflação oficial do mês fechar em 0,33%, mesmo patamar de dezembro. De acordo com o IBGE, o resultado levou o IPCA a acumular alta de 4,44% em 2025.
Juros básicos
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Apesar do recuo da inflação e do dólar, o colegiado não interferiu nos juros na última reunião, pela quinta vez seguida, no fim de janeiro.
A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando se situou em 15,25% ao ano. Em ata, o Copom confirmou que começará a reduzir os juros na reunião de março, caso a inflação se mantenha sob controle e não haja surpresas no cenário econômico. Ainda assim, os juros serão mantidos em níveis restritivos.
A estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica foi reduzida nesta edição do Boletim Focus – de 12,13% ao ano para 12% ao ano até o final de 2026. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,5% ao ano.
Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.
Quando a Taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.
Fonte: Agência Brasil
Eleição Core-MS- Triênio 2026/2029
Resolução nº 2.182 – Dispõe sobre o processo eleitoral pelo voto direto para composição do Conselho Regional
dos Representantes Comerciais no Estado de Mato Grosso do Sul – Core-MS, no triênio 2026/2029
Edital de Convocação Publicado no Diário Oficial da União – 02.03.2026
Requerimento de Registro de Chapa
Aviso de Registro de Chapa