09 de Dezembro de 2025: 60 anos do Sistema Confere/Cores

Hoje, dia 09 de dezembro de 2025, os Representantes Comerciais celebram os 60 anos da regulamentação da profissão. Em 1965, a Lei 4.886 reconheceu e estruturou a profissão de representante comercial no Brasil, garantindo direitos e permitindo a criação do Conselho Federal de Representantes Comerciais (Confere).

Para celebrar a data, o presidente do Confere, Archimedes Cavalcanti Júnior, concedeu uma entrevista para a TV Senado apresentando a história do Representantes Comerciais e a atuação do Confere, desde os caixeiros-viajantes aos representantes comerciais do século 21.

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Confere inicia Seminário Nacional de Capacitação dos Dirigentes com foco em modernização e fortalecimento institucional

O Sistema Confere/Cores deu início, nesta segunda-feira (8), ao Seminário Nacional de Capacitação e Treinamento dos Dirigentes, que reúne até o dia 10 de dezembro presidentes, diretores e gestores de todos os estados para três dias de formação, atualização e alinhamento estratégico, no Windsor Plaza Brasília. A abertura do evento integrou a programação comemorativa pelos 60 anos da regulamentação da Representação Comercial e marcou o início de um ciclo de debates sobre governança, responsabilidade institucional, modernização da gestão e fortalecimento da atuação integrada entre o Confere e os Conselhos Regionais.

Em seu discurso de abertura, o presidente do Confere, Archimedes Cavalcanti Júnior, destacou o simbolismo da presença de dirigentes de todos os estados e resgatou os marcos históricos que consolidaram a atividade ao longo das últimas seis décadas. Ele prestou homenagens aos personagens que construíram os pilares da profissão e ressaltou que os últimos três anos foram de transformação profunda no Sistema.

Archimedes apresentou, ainda, os principais avanços dos últimos três anos, enfatizando a modernização administrativa, tecnológica e jurídica do Sistema Confere/Cores. “Não nos contentamos em manter. Decidimos evoluir. Implantamos o SEI, criamos o Guia de Transparência Ativa, fortalecemos o controle interno, modernizamos sistemas, ampliamos a fiscalização e construímos uma política de dados abertos que nos coloca em posição de destaque entre os Conselhos Profissionais”, destacou.

O presidente também salientou o protagonismo político e jurídico conquistado pela Representação Comercial, lembrando conquistas como a consolidação, no Supremo Tribunal Federal, do tratamento semelhante ao crédito trabalhista para recebimentos de representantes comerciais em casos de falência ou recuperação judicial.

A cerimônia contou ainda com a presença de importantes lideranças do sistema de profissões regulamentadas, entre elas o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito), representado pelo Conselheiro Suplente Dr. Júlio César Florêncio Isidro, Aécio Dantas, presidente do Conselho Federal de Contabilidade e do Fórum dos Conselhos Federais de Profissões Regulamentadas, e Jenner de Moraes, secretário-executivo do Fórum.

Após a abertura, a programação seguiu com três palestras conduzidas por especialistas do Tribunal de Contas da União (TCU). João Manoel da Silva Dionísio apresentou as novas regras de prestação de contas e transparência exigidas dos Conselhos Profissionais, enquanto Alberto Leite Câmara abordou as atribuições e limites legais dos Conselhos Regionais. Encerrando o dia, o ministro Bruno Dantas tratou da responsabilidade legal dos dirigentes de autarquias profissionais, com foco na importância da integridade, da conformidade e da segurança jurídica na administração pública.

O primeiro dia do Seminário Nacional de Capacitação e Treinamento dos Dirigentes foi encerrado com avaliações positivas pela profundidade técnica das discussões e pelo ambiente de integração criado entre os Regionais. A programação segue nesta terça-feira (9) com debates sobre relações institucionais, inovação, inteligência artificial, orçamento, governança e integridade, conduzidos por palestrantes como Reiner Leite, o ministro Benjamin Zymler, o ministro André Luís de Carvalho, Bruno Affonso e Disney Rosseti.

Na quarta-feira (10), o seminário prossegue com temas essenciais para a gestão moderna dos Conselhos, como governança pública, enfrentamento ao assédio e discriminação, uso de inteligência artificial na administração, poder de polícia, controles internos e liderança, com especialistas como Izaac Pereira Inácio, Rose Cyrillo, Alex Lopes Pereira, Carlos Alberto de Medeiros, Fábio Gargano, Gil Pinto Loja Neto e o professor Jacoby Fernandes, que encerra a programação abordando riscos e responsabilidades em licitações.

Confere promove Seminário Nacional de Capacitação e Treinamento dos Dirigentes do Sistema Confere/Cores

O Confere realiza, entre os dias 8 e 10 de dezembro, no Windsor Plaza Brasília, o Seminário Nacional de Capacitação e Treinamento dos Dirigentes, um encontro estratégico que reúne presidentes, diretores e gestores de todo o país para três dias de formação, alinhamento institucional e fortalecimento da Representação Comercial.

Com uma programação robusta, o Seminário abordará temas essenciais para a modernização da gestão, a governança, a tecnologia e a atuação integrada do Sistema Confere/Cores.

Ao longo dos três dias, os participantes terão acesso a palestras conduzidas por especialistas convidados e integrantes do Sistema. Confira a programação aqui.

Para o presidente do Confere, Archimedes Cavalcanti Júnior, o Seminário reafirma o compromisso do Sistema com a profissionalização contínua e a construção de uma atuação cada vez mais integrada:

“A capacitação dos nossos dirigentes é fundamental para garantir a eficiência, a segurança jurídica e a unidade do Sistema Confere/Cores. Este encontro é uma oportunidade de fortalecer nossa atuação e assegurar que a Representação Comercial continue avançando com responsabilidade, modernidade e compromisso com a sociedade.”

Archimedes também destaca a importância da presença dos dirigentes de todos os estados:

“Quando reunimos o país inteiro em torno de um propósito comum, fortalecemos a identidade do nosso Sistema e reforçamos o papel dos Cores na proteção e valorização da profissão.”

O Seminário Nacional de Capacitação e Treinamento se consolida como um dos principais eventos institucionais do ano, reunindo lideranças e especialistas para construir diretrizes, compartilhar boas práticas e promover a integração entre os Regionais.

Com conteúdo técnico, discussões estratégicas e foco na evolução contínua, o encontro contribui para que cada Core fortaleça sua gestão e amplie sua capacidade de atender aos representantes comerciais em todo o Brasil.

Core-ES investe em capacitação na área contábil com curso sobre e-Social, EFD-Reinf e DCTFWeb

O assessor financeiro Wenderson Cardoso, participou do curso “E-Social e EFD-Reinf com Foco na DCTFWeb para Órgãos Públicos – Em Conformidade com a Última Versão do MOS e IN 2.145/2023, com prática no website do e-Social e ambiente simulado da EFD-Reinf”, entre os dias 1º e 4 de dezembro. A capacitação aconteceu de forma online.
 
O curso apresentou, de forma objetiva e aplicada, o novo cenário da escrituração pública digital da folha de pagamento, destacando as particularidades do e-Social, seus conceitos e impactos na rotina dos órgãos públicos. Um dos principais pontos abordados foi a necessidade de adaptação dos gestores às novas práticas exigidas pela legislação, reforçando a mudança cultural que o sistema demanda das instituições.
 
Ao proporcionar domínio das novas ferramentas de escrituração digital e do fluxo de informações necessárias para a DCTFWeb, o curso traz benefícios diretos à contabilidade do Core-ES, como: redução de erros no envio de informações obrigatórias aos sistemas federais; aprimoramento do cumprimento das obrigações acessórias, garantindo maior segurança jurídica; padronização e automação de processos, otimizando rotinas contábeis; atualização quanto às normas vigentes, como a IN 2.145/2023 e a última versão do MOS e melhor integração entre setores, já que o e-Social demanda informações alinhadas entre RH, financeiro e contabilidade.
 
A capacitação contínua é um pilar fundamental para garantir uma administração moderna, segura e alinhada às melhores práticas nacionais.
 

Economia brasileira cresce 0,1% no terceiro trimestre

A economia brasileira cresceu 0,1% no terceiro trimestre de 2025 na comparação com o segundo trimestre e atingiu o maior patamar já registrado.

Em relação ao terceiro trimestre de 2024, o Produto Interno Bruto (PIB), conjunto dos bens e serviços produzidos no país, apresenta alta de 1,8%

No acumulado de quatro trimestres, o PIB teve expansão de 2,7%.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A alta trimestral de 0,1% é considerada pelo IBGE como estabilidade, ou seja, não significativa.

De acordo com o instituto, o PIB chega a R$ 3,2 trilhões.

Setores

Na passagem do segundo para o terceiro trimestre, a indústria apresentou o maior crescimento (0,8%), seguida pela agropecuária (0,4%). O desempenho dos serviços, que representam o maior peso no PIB, ficou praticamente estável 0,1%.

Observando o comportamento das atividades dentro dos serviços, os destaques foram:

– Transporte, armazenagem e correio: + 2,7%

– Informação e comunicação: +1,5%

– Atividades imobiliárias: +0,8%

A analista das Contas Trimestrais do IBGE, Claudia Dionísio, explica que o desempenho da atividade de transportes é resultado do escoamento da produção extrativa mineral e agropecuária.

No trimestre, o comércio, que também está no grupo de serviços, avançou 0,4%.

Na Indústria, houve alta nas indústrias extrativas (1,7%), na construção (1,3%) e nas indústrias de transformação (0,3%). Já o segmento eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos recuou (-1,0%).

Pelo lado das despesas, o consumo das famílias (0,1%) ficou praticamente estável e o consumo do governo avançou 1,3%.

A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador que mede o aumento da capacidade produtiva de um país por meio de investimentos, subiu 0,9%.

As exportações contribuíram com avanço de 3,3%. No trimestre, as importações recuaram 0,3%.

Assim como o PIB atingiu o maior patamar já registrado, a agropecuária, os serviços e o consumo das famílias também alcançaram nível recorde. Por outro lado, a indústria se encontra 3,4% abaixo do nível mais alto, atingido no terceiro trimestre de 2013.

 

Desaceleração

Os dados do IBGE apontam tendência de desaceleração da economia ao longo de 2025. No primeiro trimestre do ano, a alta ante o último trimestre de 2024 foi de 1,5%. Já na passagem do primeiro para o segundo trimestre de 2025, a expansão ficou em 0,3%.

O mesmo comportamento é observado no acumulado de quatro trimestres. No fim de março, o crescimento foi de 3,6%. Três meses depois, passou para 3,3%, até chegar a 2,7% no fim de setembro.

De acordo com a analista Claudia Dionísio, um dos principais fatores que levam à desaceleração é a política monetária restritiva, ou seja, o patamar alto dos juros.

“Os juros mais altos comprometem várias atividades da economia”, avalia.

Entre as atividades mais afetadas pelos juros, ela cita a indústria de transformação (seguimento que transforma matéria-prima em produto final ou intermediário), investimentos e o consumo das famílias, “que tem relação com o crédito”, justifica.

No entanto, a pesquisadora aponta que fatores como mercado de trabalho aquecido, aumento da renda dos trabalhadores e da massa salarial e programas assistenciais de transferência de renda aceleram a economia, de certa forma.

“Mitigam um pouco os efeitos contracionistas”, afirma.

O Brasil tem registrados nos últimos trimestres os menores índices de desemprego já apurados.

 

Por que juro alto

A taxa básica de juros no país, a Selic, está em 15% ao ano, maior patamar desde julho de 2006 (15,25%). A Selic é decidida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), que defende o nível elevado como forma de combater inflação, acumulada em 4,68% em 12 meses.

Desde setembro de 2024, a inflação está acima do teto da meta do governo, que vai até 4,5%.

Ao esfriar a economia, a taxa de juros alta tende a diminuir a procura por bens e serviços, de forma a frear a alta de preços. O efeito colateral é o obstáculo à geração de emprego e ao crescimento econômico.

 

Tarifaço

A pesquisadora Rebeca Palis aponta que a alta das exportações mostra que o tarifaço americano, iniciado em agosto, que aplicou taxa de até 50% em cima de vendas brasileiras para os Estados Unidos, teve impacto localizado.

Além disso, observa que os exportadores mitigaram o obstáculo. “Os próprios exportadores conseguiram redirecionar”, disse.

No caso da soja, por exemplo, parte das vendas foi direcionada para a China, acrescenta Claudia Dionísio.

O tarifaço tem, na visão do governo americano, o papel de proteger a economia americana. O presidente Donald Trump chegou a alegar que se tratava também de retaliação ao tratamento dado pelo Brasil ao ex-presidente Jair Bolsonaro, a quem Trump considerava ser perseguido, antes de ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em setembro, por tentativa de golpe de Estado.

Desde então, os governos brasileiro e americano negociam formas de buscar acordos para a parceria comercial.

No último dia 20, Trump retirou taxação adicional de 40% em cima de produtos como carnes e café.

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, calcula que 22% das exportações para os Estados Unidos permanecem sujeitas às sobretaxas.

 

O que é o PIB

O PIB é o conjunto de todos os bens e serviços produzidos em uma localidade em determinado período. Com o dado, é possível traçar o comportamento da economia do país, estado ou cidade, assim como fazer comparações internacionais.

O PIB é calculado com o auxílio de diversas pesquisas setoriais, como comércio, serviços e indústria.

Durante o cálculo, há cuidados para não haver dupla contagem. Um exemplo: se um país produz R$ 100 de trigo, R$ 200 de farinha de trigo e R$ 300 de pão, o PIB será de R$ 300, pois os valores da farinha e do trigo já estão embutidos no valor do pão.

Os bens e serviços finais que compõem o PIB são medidos no preço em que chegam ao consumidor. Dessa forma, levam em consideração também os impostos cobrados.

O PIB ajuda a compreender a realidade de um país, mas não expressa fatores como distribuição de renda e condição de vida. É possível, por exemplo, um país ter PIB alto e padrão de vida relativamente baixo, assim como pode haver nação com PIB baixo e altíssima qualidade de vida.

 

Revisão

O IBGE costuma fazer revisões de divulgações anteriores do PIB. A reanálise dos dados de 2024 identificou mudanças em alguns componentes (recuo maior na agropecuária, crescimento menor da indústria e maior dos serviços), mas as variações se compensaram, de forma que o crescimento de 2024 foi confirmado em 3,4%.

Fonte: Agência Brasil

Confere empossa nova Diretoria do Core-RJ para o triênio 2026/2029

O Confere realizou, no dia 26 de novembro, a cerimônia de posse da nova Diretoria do Core-RJ que conduzirá o Regional no triênio 2026/2029 à partir de 03 de janeiro de 2026. O ato solene marcou a transição administrativa e reafirmou o compromisso da entidade com a valorização, a fiscalização e o fortalecimento da Representação Comercial no estado.
Durante a solenidade, o novo diretor-presidente, Derlin José Guimarães Rodrigues, destacou o propósito de uma atuação pautada pela responsabilidade institucional, pelo diálogo próximo com a categoria e pelo aprimoramento contínuo das entregas do Conselho.

“Assumimos este mandato com a firme intenção de fortalecer nossos processos, modernizar a atuação fiscalizatória e ampliar a proximidade com os representantes comerciais. Nosso compromisso é trabalhar por uma gestão eficiente, transparente e alinhada às demandas reais da categoria”, afirmou.

O presidente do Confere, Archimedes Cavalcanti Júnior, reconheceu o trabalho desenvolvido pela diretoria que encerra o triênio 2023/2026 e ressaltou que o novo período se inicia sobre bases sólidas, estruturadas por uma condução responsável e orientada ao avanço institucional:

“O Core-RJ inicia um novo ciclo sustentado por um alicerce construído com dedicação e seriedade. A nova diretoria assume o desafio de aprofundar esse trabalho, consolidando boas práticas de governança, qualificando o atendimento aos profissionais e ampliando a presença institucional do Sistema no estado. Desejamos uma gestão produtiva, comprometida e capaz de contribuir de forma estratégica para o desenvolvimento da Representação Comercial no Rio de Janeiro”, declarou.

Nova composição do Core-RJ

Diretoria Executiva

  • Diretor-Presidente: Derlin José Guimarães Rodrigues
  • Diretor-Secretário: Alexandre Santos Cordeiro
  • Diretor-Tesoureiro: Fábio Michel Freitas da Silva

Comissão Fiscal

  • Fernando Hebia Dias
  • Thiago Alves Pelúzio
  • Marcelo Martino e Silva

Diretoria Suplente

  • 1º Diretor Suplente: Ademir Mozer Dias
  • 2º Diretor Suplente: Marco Antônio Cardoso Faria
  • 3º Diretor Suplente: Luiz Carlos de Souza Junior

Delegados junto ao Confere:

  • Efetivos: Fernando Hebia Dias e Thiago Alves Pelúzio
  • Suplentes: Ademir Mozer Dias e Alexandre Santos Cordeiro